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Kuroda, do BoJ, minimiza possibilidade de estímulo na reunião da próxima semana



07/03/2016 | 06:19


O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, disse hoje que o momento é de observar como a recém-adotada taxa negativa de juros vem afetando a economia, minimizando a possibilidade de que o BC japonês volte a agir na reunião de política monetária da próxima semana.

"Eu gostaria de examinar cuidadosamente como os efeitos da (taxa de depósitos em -0,1%) chegarão à economia real", afirmou Kuroda durante seminário em Tóquio, ao ser perguntado sobre a perspectiva de um novo corte de juros.

Kuroda acrescentou que a postura do BoJ, "por enquanto", é de seguir em frente com a política que combina a taxa negativa com um programa de compras de ativos, cujo valor anual é de 80 trilhões de ienes.

Os comentários de Kuroda vêm num momento em que dirigentes do BoJ se esforçam para aliviar preocupações de políticos, instituições financeiras e do público em geral sobre taxas de juros negativas.

Analistas, como os do J.P. Morgan Securities, recentemente reviram a previsão de que o BoJ relaxaria ainda mais sua política na reunião dos próximos dias 14 e 15, com o argumento de que seria difícil adotar novas medidas em meio aos temores do público e um problema de informática que afetou bancos japoneses.

No discurso de hoje, Kuroda não fez a usual promessa de "ajustar a política, se necessário", que apareceu em pronunciamentos anteriores. Em vez disso, o chefe do BoJ procurou apenas defender a taxa de depósitos negativa e enfatizar seus benefícios. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Kuroda, do BoJ, minimiza possibilidade de estímulo na reunião da próxima semana


07/03/2016 | 06:19


O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, disse hoje que o momento é de observar como a recém-adotada taxa negativa de juros vem afetando a economia, minimizando a possibilidade de que o BC japonês volte a agir na reunião de política monetária da próxima semana.

"Eu gostaria de examinar cuidadosamente como os efeitos da (taxa de depósitos em -0,1%) chegarão à economia real", afirmou Kuroda durante seminário em Tóquio, ao ser perguntado sobre a perspectiva de um novo corte de juros.

Kuroda acrescentou que a postura do BoJ, "por enquanto", é de seguir em frente com a política que combina a taxa negativa com um programa de compras de ativos, cujo valor anual é de 80 trilhões de ienes.

Os comentários de Kuroda vêm num momento em que dirigentes do BoJ se esforçam para aliviar preocupações de políticos, instituições financeiras e do público em geral sobre taxas de juros negativas.

Analistas, como os do J.P. Morgan Securities, recentemente reviram a previsão de que o BoJ relaxaria ainda mais sua política na reunião dos próximos dias 14 e 15, com o argumento de que seria difícil adotar novas medidas em meio aos temores do público e um problema de informática que afetou bancos japoneses.

No discurso de hoje, Kuroda não fez a usual promessa de "ajustar a política, se necessário", que apareceu em pronunciamentos anteriores. Em vez disso, o chefe do BoJ procurou apenas defender a taxa de depósitos negativa e enfatizar seus benefícios. Fonte: Dow Jones Newswires.

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