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Torcida tem noite inesquecível

Retornar para casa depois de quatro anos de espera enche o palmeirense de orgulho


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/11/2014 | 07:00


O torcedor do Palmeiras nunca vai esquecer o dia 19 de novembro de 2014. Entrar pela primeira vez no Allianz Parque foi como se todos os resultados ruins obtidos em pleno ano do centenário acabassem substituídos por emoção indescritível, parecida com a de quando se conquista o direito à casa própria. Pelo menos essa foi a sensação. Alguns fãs, inclusive, trocaram o dia de trabalho pelo direito de apreciar o novo estádio.

Ansiedade era a palavra que mais se ouvia no lado de fora, momentos antes de a bola rolar. “Depois de quatro anos vivendo de aluguel, nada melhor do que voltar para casa. E que casa!”, disse o torcedor Marcelo Martinelli, de Santo André. “Não canso de olhar para essa arena. Ficou muito linda. É um sonho para qualquer palmeirense. É um dia inesquecível”, completou Matheus Cobucci, morador de São Bernardo.

Assim que se aproximou o horário da partida, porém, a ansiedade deu lugar à apreensão. Muitos torcedores tiveram dificuldades para chegar ao Allianz Parque por conta do trânsito intenso e depois sofreram para achar vaga de estacionamento e localizar o portão de acesso. Os orientadores disponibilizados pelo clube não conseguiram dar o suporte necessário.

Mas para o torcedor palmeirense pouco importava, o dia era de festa. “Estou orgulhoso por estar em um estádio como esse com meus familiares. Estive em várias arenas durante a Copa e nenhuma é melhor do que esta, estrutura de primeiro mundo”, comentou o empresário e ex-presidente do EC Santo André Romualdo Magro Júnior. “Valeu a pena esperar quatro anos. Temos o estádio mais bonito do Brasil”, orgulhou-se o andreense Carlos Denadai.

De fato, a arena palmeirense é uma das mais belas do País e não deixa praticamente nada a desejar para os estádios construídos ou reformulados para a Copa do Mundo. Finalizada às pressas, porém, existe muito a melhorar, como a sinalização interna, limpeza e cabines de imprensa, que não tinham, por exemplo, mesas e tomadas suficientes para os repórteres.



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Torcida tem noite inesquecível

Retornar para casa depois de quatro anos de espera enche o palmeirense de orgulho

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/11/2014 | 07:00


O torcedor do Palmeiras nunca vai esquecer o dia 19 de novembro de 2014. Entrar pela primeira vez no Allianz Parque foi como se todos os resultados ruins obtidos em pleno ano do centenário acabassem substituídos por emoção indescritível, parecida com a de quando se conquista o direito à casa própria. Pelo menos essa foi a sensação. Alguns fãs, inclusive, trocaram o dia de trabalho pelo direito de apreciar o novo estádio.

Ansiedade era a palavra que mais se ouvia no lado de fora, momentos antes de a bola rolar. “Depois de quatro anos vivendo de aluguel, nada melhor do que voltar para casa. E que casa!”, disse o torcedor Marcelo Martinelli, de Santo André. “Não canso de olhar para essa arena. Ficou muito linda. É um sonho para qualquer palmeirense. É um dia inesquecível”, completou Matheus Cobucci, morador de São Bernardo.

Assim que se aproximou o horário da partida, porém, a ansiedade deu lugar à apreensão. Muitos torcedores tiveram dificuldades para chegar ao Allianz Parque por conta do trânsito intenso e depois sofreram para achar vaga de estacionamento e localizar o portão de acesso. Os orientadores disponibilizados pelo clube não conseguiram dar o suporte necessário.

Mas para o torcedor palmeirense pouco importava, o dia era de festa. “Estou orgulhoso por estar em um estádio como esse com meus familiares. Estive em várias arenas durante a Copa e nenhuma é melhor do que esta, estrutura de primeiro mundo”, comentou o empresário e ex-presidente do EC Santo André Romualdo Magro Júnior. “Valeu a pena esperar quatro anos. Temos o estádio mais bonito do Brasil”, orgulhou-se o andreense Carlos Denadai.

De fato, a arena palmeirense é uma das mais belas do País e não deixa praticamente nada a desejar para os estádios construídos ou reformulados para a Copa do Mundo. Finalizada às pressas, porém, existe muito a melhorar, como a sinalização interna, limpeza e cabines de imprensa, que não tinham, por exemplo, mesas e tomadas suficientes para os repórteres.

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