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Advogada de PE pede à Justiça permissão para bombardear EUA


Do Diário OnLine

03/10/2001 | 11:28


Uma advogada pernambucana pediu à Justiça Federal autorização para “explodir uma bomba atômica contra todo o povo norte americano". O processo foi extinto pela Justiça, que considerou o pedido “juridicamente impossíveis” e as acusações da advogada sem o “mínimo de objetividade”.

Segundo informações do site Mídia News, na ação, impetrada antes dos atentados terroristas, a advogada acusa os Estados Unidos de perseguição, boicote ao seu doutorado, restrição de liberdade, uso de tecnologias que lhe provocaram hirsutismo (crescimento de pêlos em locais onde normalmente eles não existem nas mulheres), e de jogar armas químicas militares contra ela.

A advogada também pediu "direito legal legítimo de ser inimiga" dos Estados Unidos e amiga da população européia. A indenização pedida por ela por danos é de “20 quatrilhões de reais”.

A Justiça Federal extinguiu a ação, cujo mérito não foi julgado, em 18 de julho, considerando que não há lógica nos pedidos e que os fatos narrados não condizem logicamente com o pedido.



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Advogada de PE pede à Justiça permissão para bombardear EUA

Do Diário OnLine

03/10/2001 | 11:28


Uma advogada pernambucana pediu à Justiça Federal autorização para “explodir uma bomba atômica contra todo o povo norte americano". O processo foi extinto pela Justiça, que considerou o pedido “juridicamente impossíveis” e as acusações da advogada sem o “mínimo de objetividade”.

Segundo informações do site Mídia News, na ação, impetrada antes dos atentados terroristas, a advogada acusa os Estados Unidos de perseguição, boicote ao seu doutorado, restrição de liberdade, uso de tecnologias que lhe provocaram hirsutismo (crescimento de pêlos em locais onde normalmente eles não existem nas mulheres), e de jogar armas químicas militares contra ela.

A advogada também pediu "direito legal legítimo de ser inimiga" dos Estados Unidos e amiga da população européia. A indenização pedida por ela por danos é de “20 quatrilhões de reais”.

A Justiça Federal extinguiu a ação, cujo mérito não foi julgado, em 18 de julho, considerando que não há lógica nos pedidos e que os fatos narrados não condizem logicamente com o pedido.

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