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Claudio Hummes teme que autodefesa vire guerra


Das Agências

03/10/2001 | 11:08


O cardeal brasileiro Claudio Hummes afirmou que teme de que a legítima autodefesa dos Estados Unidos possa se transformar em guerra, ao abordar no Sínodo os atentados de 11 de setembro, informou esta quarta-feira o Vaticano.

"Hoje, nesse mundo 'mundializado' e pluralista, o diálogo é indispensável. Principalmente numa época de conflitos e inquietudes generalizados, como hoje após os atentados terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos", disse ele, dirigindo-se ao Papa e aos 280 cardeais e bispos participantes do Sínodo que está sendo realizado no Vaticano desde a última segunda-feira.

"O diálogo e a negociação são importantes para evitar uma guerra e obter a paz mundial. A guerra, assinalou o cardeal arcebispo de São Paulo, representa sempre o pior caminho para a resolução de um conflito. Apesar da autodefesa ser legítima, e talvez mesmo necessária, os grupos e os povos devem sempre evitar, a todo custo, transformá-la em guerra e jamais recorrer à violência contra inocentes. A guerra, comentou, não traz outra coisa senão a morte, a destruição, o sofrimento e o retrocesso".

O cardeal brasileiro afirmou que a Igreja deve considerar o diálogo neste momento da história como um instrumento ao qual não é possível renunciar, não somente o diálogo ecumênico entre crentes, mas também o diálogo inter-religioso com os muçulmanos.



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Claudio Hummes teme que autodefesa vire guerra

Das Agências

03/10/2001 | 11:08


O cardeal brasileiro Claudio Hummes afirmou que teme de que a legítima autodefesa dos Estados Unidos possa se transformar em guerra, ao abordar no Sínodo os atentados de 11 de setembro, informou esta quarta-feira o Vaticano.

"Hoje, nesse mundo 'mundializado' e pluralista, o diálogo é indispensável. Principalmente numa época de conflitos e inquietudes generalizados, como hoje após os atentados terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos", disse ele, dirigindo-se ao Papa e aos 280 cardeais e bispos participantes do Sínodo que está sendo realizado no Vaticano desde a última segunda-feira.

"O diálogo e a negociação são importantes para evitar uma guerra e obter a paz mundial. A guerra, assinalou o cardeal arcebispo de São Paulo, representa sempre o pior caminho para a resolução de um conflito. Apesar da autodefesa ser legítima, e talvez mesmo necessária, os grupos e os povos devem sempre evitar, a todo custo, transformá-la em guerra e jamais recorrer à violência contra inocentes. A guerra, comentou, não traz outra coisa senão a morte, a destruição, o sofrimento e o retrocesso".

O cardeal brasileiro afirmou que a Igreja deve considerar o diálogo neste momento da história como um instrumento ao qual não é possível renunciar, não somente o diálogo ecumênico entre crentes, mas também o diálogo inter-religioso com os muçulmanos.

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