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Rússia seria 'último país' a desejar morte de Litvinenko, diz Kremlin


Da AFP

12/12/2006 | 08:29


O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, afirmou na segunda-feira que a Rússia seria o "último país no mundo" a desejar a morte do ex-espião russo Alexandre Litvinenko.

"Nossa imagem se viu afetada por esta história, todo o mundo nos aponta com o dedo, equivocadamente", afirmou Peskov. "Não se pode pensar que o governo russo esteja por trás desse assassinato ou que tenha algo a ver isso", acrescentou, mantendo o desmentido de qualquer envolvimento de Moscou no envenenamento do ex-agente.

Ao ser interrogado sobre a liberdade de ação dos agentes britânicos enviados à Rússia para investigar a morte de Litvinenko, o porta-voz comentou: "temos leis e vocês devem agir de acordo com as leis russas. Elas permitem aos investigadores estrangeiros interrogar as pessoas na Rússia, na presença e com a ajuda de seus homólogos da Procuradoria Geral russa".

"Vocês imaginam que agentes cheguem a Londres e interroguem lá todas as pessoas que lhe derem na cabeça? É inimaginável!", concluiu.



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Rússia seria 'último país' a desejar morte de Litvinenko, diz Kremlin

Da AFP

12/12/2006 | 08:29


O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, afirmou na segunda-feira que a Rússia seria o "último país no mundo" a desejar a morte do ex-espião russo Alexandre Litvinenko.

"Nossa imagem se viu afetada por esta história, todo o mundo nos aponta com o dedo, equivocadamente", afirmou Peskov. "Não se pode pensar que o governo russo esteja por trás desse assassinato ou que tenha algo a ver isso", acrescentou, mantendo o desmentido de qualquer envolvimento de Moscou no envenenamento do ex-agente.

Ao ser interrogado sobre a liberdade de ação dos agentes britânicos enviados à Rússia para investigar a morte de Litvinenko, o porta-voz comentou: "temos leis e vocês devem agir de acordo com as leis russas. Elas permitem aos investigadores estrangeiros interrogar as pessoas na Rússia, na presença e com a ajuda de seus homólogos da Procuradoria Geral russa".

"Vocês imaginam que agentes cheguem a Londres e interroguem lá todas as pessoas que lhe derem na cabeça? É inimaginável!", concluiu.

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