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Comércio da região faz campanha para 'moralizar' o cheque


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

17/07/2005 | 07:57


As associações comerciais do Grande ABC começam a se mobilizar para reduzir as perdas do comércio com cheques devolvidos. Ao notar o crescimento do prejuízo causado pelos cheques devolvidos na cidade, a Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André) lançou um projeto de campanha para incentivar lojistas a se precaverem contra calotes.

Segundo o presidente Wilson Ambrósio, a Acisa pretende intensificar ações de conscientização dos comerciantes para reduzir as perdas. A estratégia será destacar a importância de se proteger dos calotes utilizando sistemas de consulta eletrônica disponíveis.

De acordo com o presidente da Acisbec (Associação Comercial e Industrial de São Bernardo), Valter Moura, o projeto final da Campanha de Moralização do Cheque ainda depende de aprovação. Isso porque para ter aplicação prática, as regras de limitação do uso do cheque a serem implantadas no comércio dependem de aprovação dos municípios.

"O estrago causado pelos cheques sem fundos em São Bernardo é absurdo. Mas enquanto o projeto é apenas um projeto, o comerciante deve ter em mente que hoje o sistema mais eficaz é o de consulta ao SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), disponível em todas as associações comerciais da região, e o de Telecheque", diz Moura. "A cada dia, esses meios de proteção ao estabelecimento comercial estão mais avançados e seguros, inclusive indicando o perfil do comprador. Mesmo que ele não tenha restrições cadastrais, pelo número de compras realizadas naquele dia, por exemplo, é possível saber se ele terá condições de honrar a dívida, de acordo com o rendimento mensal."

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"Quando todos pensam juntos na busca da solução para determinado problema, a coisa anda. Assim como as associações vizinhas, tomamos medidas para minimizar o impacto. Fizemos parcerias com grandes empresas para oferecer um vale-compras, que é utilizado no comércio da cidade e é descontado diretamente na folha de pagamentos do funcionário. É uma forma de garantir o pagamento e substituir o cheque", diz.

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Empresa cria primeiro seguro de cheques\r\n

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Hugo Cilo<br>Do Diário do Grande ABC\r\n

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Para diminuir o prejuízo de comerciantes e aumentar a segurança nas transações comerciais com cheques, a seguradora Autofax lançou o primeiro seguro de cheques do país. O Autofax Cheque+Seguro cobre os quatro principais casos de não-pagamento: sem fundos, fraudado, conta encerrada e sustação por furto ou roubo. O sistema é o primeiro no país a ser regulamentado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados).

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<P>No entanto, a cobertura do seguro é parcial. Nos casos de cheques sem fundos ou conta encerrada, 90% do valor é restituído. Já para fraudados ou sustados, apenas 50% é pago pela seguradora. O limite do prêmio do seguro é R$ 1,6 mil, independentemente do valor do cheque. O custo mensal do seguro varia de acordo com o porte da empresa - de R$ 350 a R$ 1 mil por mês.\r\n\r\n

Sem ABC, CUT escolhe presidente\r\n

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Eric Fujita<br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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Pela primeira vez desde a fundação, em 1983, a CUT (Central Única dos Trabalhadores) deixará de ter um concorrente forte do Grande ABC ao escolher seu novo presidente, no próximo dia 27. Quatro são os mais cotados para substituir Luiz Marinho, que deixou o cargo nesta semana para assumir o Ministério do Trabalho. A principal missão do escolhido será tentar mostrar autonomia perante o governo federal, apesar do vínculo histórico com o PT.",1]);//-->

O presidente da Acid (Associação Comercial e Industrial de Diadema), José Manuel Vieira de Mendonça, considera que as ações conjuntas das associações comerciais da região devem começar a dar resultado em breve.

"Quando todos pensam juntos na busca da solução para determinado problema, a coisa anda. Assim como as associações vizinhas, tomamos medidas para minimizar o impacto. Fizemos parcerias com grandes empresas para oferecer um vale-compras, que é utilizado no comércio da cidade e é descontado diretamente na folha de pagamentos do funcionário. É uma forma de garantir o pagamento e substituir o cheque", diz.



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