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Desconfiança levou Saddam Hussein à má gestão de guerra


Da AFP

12/03/2006 | 13:49


O ex-presidente iraquiano Saddam Hussein estava mais preocupado com a ameaça ao seu regime de dentro do país do que com o avanço das tropas americanas, o que o levou a desconfiar de seus comandantes militares e a uma má gestão do Exército, informou neste domingo o jornal The New York Times.

O jornal, que cita um informe do Exército americano, mostra que esta preocupação causou desgaste entre os militares iraquianos e apenas um setor das forças de segurança de Saddam Hussein, os "fedayines", atuou com êxito contra os invasores.

O documento relata que o ex-presidente iraquiano desconfiava enormemente dos comandantes e soldados de seu próprio exército.

Saddam Hussein tomava decisões cruciais sozinho, pedia assessoramento a seus filhos para questões militares e impôs medidas de segurança que minavam suas forças.

Segundo o informe, o ditador iraquiano atuava de forma opaca e ocultava informações de seu exército, a tal ponto que confessou a seus principais comandantes militares que não tinha armas de destruição em massa apenas três meses antes da invasão americana, em março de 2003.

As operações dos "fedayines" não eram compartilhadas com os líderes das forças regulares, e a guarda republicana não podia se comunicar com outras forças.

Grande parte deste material está incluída em um relato secreto preparado pelo Exército americano sobre as divergências entre Saddam Hussein e seus comandantes durante a invasão liderada pelos Estados Unidos.

Analistas americanos que se fizeram passar por historiadores militares interrogaram mais de 110 militares iraquianos para que contassem seus segredos, segundo o jornal The Times.



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Desconfiança levou Saddam Hussein à má gestão de guerra

Da AFP

12/03/2006 | 13:49


O ex-presidente iraquiano Saddam Hussein estava mais preocupado com a ameaça ao seu regime de dentro do país do que com o avanço das tropas americanas, o que o levou a desconfiar de seus comandantes militares e a uma má gestão do Exército, informou neste domingo o jornal The New York Times.

O jornal, que cita um informe do Exército americano, mostra que esta preocupação causou desgaste entre os militares iraquianos e apenas um setor das forças de segurança de Saddam Hussein, os "fedayines", atuou com êxito contra os invasores.

O documento relata que o ex-presidente iraquiano desconfiava enormemente dos comandantes e soldados de seu próprio exército.

Saddam Hussein tomava decisões cruciais sozinho, pedia assessoramento a seus filhos para questões militares e impôs medidas de segurança que minavam suas forças.

Segundo o informe, o ditador iraquiano atuava de forma opaca e ocultava informações de seu exército, a tal ponto que confessou a seus principais comandantes militares que não tinha armas de destruição em massa apenas três meses antes da invasão americana, em março de 2003.

As operações dos "fedayines" não eram compartilhadas com os líderes das forças regulares, e a guarda republicana não podia se comunicar com outras forças.

Grande parte deste material está incluída em um relato secreto preparado pelo Exército americano sobre as divergências entre Saddam Hussein e seus comandantes durante a invasão liderada pelos Estados Unidos.

Analistas americanos que se fizeram passar por historiadores militares interrogaram mais de 110 militares iraquianos para que contassem seus segredos, segundo o jornal The Times.

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