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Venda de motos 0 km cresce 26%


Lana Pinheiro
Do Diário do Grande ABC

12/10/2006 | 00:38


Ao contrário do mercado de usados, que apresentou ligeira queda em setembro, a venda de motocicletas zero quilômetro continua evoluindo a galopes, com alta de 26,8% na comparação dos meses de setembro deste e do ano passado.

Juntas, Honda, Yamaha, Sundown, Kasinski e Harley-Davidson, associadas da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), venderam 107.695 unidades no mês passado, contra 84.931 de igual mês de 2005.

Na comparação com agosto, quando 124.194 veículos deixaram as revendas, houve queda de 13,3%. Movimento justificado pela diferença de três dias úteis a mais para agosto e pela eleição, que reduziu a presença dos consumidores nas concessionárias.

Prova de que o segmento continua com o fôlego registrado nos últimos 14 anos está no desempenho do acumulado do ano. A alta foi de 18%, de 816.015 motocicletas comercializadas em 2005 para as atuais 911.717.

Apesar do ritmo, Paulo Takeuchi, presidente da entidade, acredita em uma certa desaceleração nos próximos três meses. Por isso, mantém a previsão de vendas domésticas na casa dos 15%. Vale lembrar que a economia crescerá cerca de 3,5%.

Se a indústria não tem do que reclamar no mercado interno, no externo as vendas não vão nada bem. Com o real valorizado, muitas companhias reviram contratos, aumentaram os preços e perderam espaço.

Em setembro, 13.504 veículos foram enviados ao exterior contra 17.253 de igual período do ano anterior e de 15.115 de agosto, quedas de 21,7% e de 10,6%, respectivamente. No acumulado do ano, as 133.150 unidades embarcadas representaram retração de 6,6% perante as 143.174 de 2005.

Na produção, o ritmo das vendas domésticas prevaleceu e puxou o resultado. Com 121.875 motocicletas, as linhas de produção trabalharam em setembro com desempenho 20% acima do que setembro de 2005. Já com relação a agosto (100.971), o nível caiu 15%. No intervalo de janeiro a setembro, nova alta de 18% para 1.069.197.

Recordes – Falar em superação para a indústria de motocicletas é redundância. Desde 1992, o setor registra recordes ano após ano, tanto em vendas quanto em produção, e exportação.

Este ano, no entanto, as exportações devem ficar 5% aquém de 2005, com 175 mil veículos exportados. Já o mercado interno deve absorver a quantia inédita de 1,185 milhão de unidades, enquanto a linha de produção terá nova alta de 12%.



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Venda de motos 0 km cresce 26%

Lana Pinheiro
Do Diário do Grande ABC

12/10/2006 | 00:38


Ao contrário do mercado de usados, que apresentou ligeira queda em setembro, a venda de motocicletas zero quilômetro continua evoluindo a galopes, com alta de 26,8% na comparação dos meses de setembro deste e do ano passado.

Juntas, Honda, Yamaha, Sundown, Kasinski e Harley-Davidson, associadas da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), venderam 107.695 unidades no mês passado, contra 84.931 de igual mês de 2005.

Na comparação com agosto, quando 124.194 veículos deixaram as revendas, houve queda de 13,3%. Movimento justificado pela diferença de três dias úteis a mais para agosto e pela eleição, que reduziu a presença dos consumidores nas concessionárias.

Prova de que o segmento continua com o fôlego registrado nos últimos 14 anos está no desempenho do acumulado do ano. A alta foi de 18%, de 816.015 motocicletas comercializadas em 2005 para as atuais 911.717.

Apesar do ritmo, Paulo Takeuchi, presidente da entidade, acredita em uma certa desaceleração nos próximos três meses. Por isso, mantém a previsão de vendas domésticas na casa dos 15%. Vale lembrar que a economia crescerá cerca de 3,5%.

Se a indústria não tem do que reclamar no mercado interno, no externo as vendas não vão nada bem. Com o real valorizado, muitas companhias reviram contratos, aumentaram os preços e perderam espaço.

Em setembro, 13.504 veículos foram enviados ao exterior contra 17.253 de igual período do ano anterior e de 15.115 de agosto, quedas de 21,7% e de 10,6%, respectivamente. No acumulado do ano, as 133.150 unidades embarcadas representaram retração de 6,6% perante as 143.174 de 2005.

Na produção, o ritmo das vendas domésticas prevaleceu e puxou o resultado. Com 121.875 motocicletas, as linhas de produção trabalharam em setembro com desempenho 20% acima do que setembro de 2005. Já com relação a agosto (100.971), o nível caiu 15%. No intervalo de janeiro a setembro, nova alta de 18% para 1.069.197.

Recordes – Falar em superação para a indústria de motocicletas é redundância. Desde 1992, o setor registra recordes ano após ano, tanto em vendas quanto em produção, e exportação.

Este ano, no entanto, as exportações devem ficar 5% aquém de 2005, com 175 mil veículos exportados. Já o mercado interno deve absorver a quantia inédita de 1,185 milhão de unidades, enquanto a linha de produção terá nova alta de 12%.

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