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Coronavac é 78% eficaz contra Covid

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Anúncio do Butantan ocorreu no mesmo dia em que o País ultrapassou 200 mil mortes pela doença; vacinação em SP deve começar dia 25


Flavia Kurotori
Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

08/01/2021 | 00:01


No mesmo dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 200 mil mortes pela Covid-19, o Instituto Butantan divulgou, ontem, que a Coronavac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech, é 78% eficaz contra a doença. Já nos casos moderados e fortes, a eficácia chega a 100%, conforme estudos da terceira fase realizados no Brasil. Expectativa era que os resultados fossem encaminhados para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ontem – leia mais abaixo.

“Hoje (ontem) é um dia muito importante para os brasileiros. Esse resultado significa que a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan tem elevado grau de eficiência e eficácia para proteger a vida dos brasileiros”, ressaltou o governador João Doria (PSDB). Segundo ele, objetivo é iniciar a vacinação em 25 de janeiro, conforme programado. “Já temos a vacina pronta e com capacidade de imunizar imediatamente.”

Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, afirmou que os oito meses de pesquisa foram uma “saga de luta diária, muitas vezes sanguinolenta, muitas vezes a luta contra o ódio, a incompreensão, contra a falta de visão do que é uma vacina em uma pandemia”.

A pesquisa foi realizada em 16 centros clínicos no Brasil, localizados em oito Estados, com participação de 12.476 profissionais da saúde como voluntários. Nenhum dos voluntários que receberam a vacina foi internado. Dos vacinados, 78% não precisaram procurar atendimento ambulatorial e os casos leves foram prevenidos no mesmo percentual. O País tem ao menos 10,8 milhões de doses prontas da Coronavac.

Um dos centros de pesquisa foi a USCS (Universidade Municipal de São Caetano). Fabio Leal, docente do curso de medicina e investigador principal do estudo no centro de pesquisa clínica da universidade, descreveu como “uma honra participar da pesquisa neste momento histórico”. No local, pelo menos 1.000 voluntários foram testados por 45 pesquisadores. “Ela (a vacina) dá um determinado grau de proteção”, adicionou. São Caetano anunciou, inclusive, intenção de compra de 180 mil doses, quantidade que cobre a população local, de 161.957 habitantes.

TRISTE MARCA

O anúncio foi feito quando o Brasil ultrapassou 200 mil mortes. Segundo o Ministério da Saúde, foram confirmados 1.524 óbitos ontem, atingindo 200.498 vítimas desde o início da pandemia. São 7.961.673 diagnósticos e 7.096.931 brasileiros foram recuperados.

São Paulo é o Estado com mais mortes no País, registrando 47.768 falecimentos. Ao todo, são 1.515.158 casos positivos de Covid entre os paulistas, dos quais pelo menos 1.336.589 foram recuperados. No Estado, a ocupação dos leitos de UTI é de 63,3%.

Butantan recua e não pede aval à Anvisa

Na entrevista coletiva de anúncio da eficácia da Coronavac, realizada no início da tarde de ontem, o governo do Estado e o Instituto Butantan haviam anunciado que pedido de uso emergencial do imunizante seria enviado até o fim do dia à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No entanto, após reunião entre as partes no início da noite, o instituto de pesquisa desistiu do pedido.

Nota divulgada pela Anvisa esclareceu que o próprio Butantan optou por não oficializar a submissão de uso emergencial. A reunião de pré-submissão é feita a critério da empresa ou instituição antes do envio de pedido formal de registro ou de autorização para uso emergencial. “A Anvisa continuará a avaliação, após a submissão formal do processo com as informações globais de eficácia e segurança da vacina”, acrescentou o comunicado da agência reguladora.

Técnicos da Anvisa explicaram que a eficácia é calculada globalmente, e não dividida entre casos graves e leves, como anunciado, ou seja, a eficácia compreendida é a média de todos os estudos. Um dos técnicos esclareceu que “esse 100% (de eficácia em casos graves e moderados) é totalmente irreal e os 78% (em casos leves) é apenas um subgrupo”.

Antes, Dimas Covas, presidente do Butantan, afirmou que reunião com a entidade foi realizada pela manhã. Objetivo era que no segundo encontro do dia fosse pedido, formalmente, o uso emergencial da vacina. “Esperamos poder formalmente iniciar o pedido de tramitação após o encontro de hoje <CF51>(ontem)</CF> ou, no máximo, até amanhã (hoje). Estamos caminhando para ter o uso emergencial”, disse

São-bernardense toma vacina nos EUA

Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

Quando se mudou para Phoenix (Arizona), nos Estados Unidos, há quase 21 anos, Monica Reps, 48 anos, tinha se formado na Faculdade de Direito de São Bernardo e não podia imaginar que duas décadas depois teria concluído dois mestrados em saúde mental e, por isso, se encaixaria no grupo prioritário de imunização contra um vírus que abalaria o mundo. Em 29 de dezembro, ela recebeu a primeira dose da vacina da Pfizer contra o novo coronavírus e aguarda pela segunda, marcada para o dia 19.

A brasileira elogiou a rapidez e a organização do processo. “Fiz a inscrição no site do Condado de Phoenix para que analisassem se era da linha de frente. A resposta veio em menos de duas horas, informando o local e o horário, dali a dois dias”, conta Monica, que trabalha na emergência de hospitais com pacientes que se apresentam em crise psiquiátrica.

A imunização foi feita em esquema drive-thru. “Apesar da grande quantidade de carros, estava tudo sinalizado.” Monica destacou o esquema rígido de confirmação de identidade. “Respondi a extenso questionário sobre minha saúde, como se tinha histórico de alergia ou se recentemente tinha tomado alguma vacina. Recebi a da gripe, então, uma médica veio imediatamente saber sobre isso. Fui liberada porque tinha sido 60 dias antes.”

A vacina foi ministrada dentro do carro, no braço. “O horário é marcado e ninguém sai do local antes de 20 minutos, tempo para observação de possíveis reações”, conta. “Não senti nada na hora. Observei que após três horas meu braço ficou dolorido e tive mínima pressão na cabeça. Tomei um remédio e melhorou. Mais nada. Agora estou no aguardo pela segunda dose, em 11 dias.”

Monica comenta que na sua região há pessoas que estão resistentes a fazer a imunização contra a Covid-19. “Até colegas da área médica estão esperando para observar a questão dos efeitos, da eficácia. Eu mesma pensava assim.” Agora, quando questionada se está arrependida de tomar a vacina, Monica tem a resposta na ponta da língua. “Não. Me eduquei em relação a isso com médicos e especialistas. Cheguei à conclusão de que existe muito folclore e desinformação a respeito da vacinação, mas com conhecimento é possível perceber que os líderes dos países que estão autorizando não colocariam uma comunidade médica em risco se não existisse segurança.”

Para a são-bernardense, a imunização é o caminho a se trilhar. “Desejo que no Brasil possa acontecer o mais breve possível”, conclui.

Mauá está há 10 dias sem atualizar boletim da Covid

A Prefeitura de Mauá não atualiza o boletim epidemiológico do novo coronavírus desde 28 de dezembro. A última divulgação, que foi publicada na página da administração no Facebook e não no site, indicou que a cidade tinha 8.154 casos confirmados, 11.547 recuperados e 413 mortes em razão da Covid-19.

Agravante é que os diagnósticos feitos no hospital de campanha, cujas atividades encerraram em agosto, não foram contabilizados. Assim, a quantidade de pessoas curadas é maior do que o total de positivos. Considerando o número de pacientes recuperados e os falecimentos, o município teria ao menos 11.960 positivos.

À época, a administração do então prefeito Atila Jacomussi (PSB) afirmou que os dados ainda não tinham sido somados às informações oficiais porque a Vigilância Epidemiológica estava parametrizando os números. O problema não foi resolvido até o fim da gestão.

Nesta semana, a Prefeitura de Mauá, agora chefiada por Marcelo Oliveira (PT), afirmou que criou Comitê de Enfrentamento à Covid, que está elaborando plano de ações contra a pandemia. Uma das medidas previstas é retomar a divulgação diária do boletim epidemiológico. Entretanto, questionada pelo Diário, a administração não informou prazos para o retorno das atualizações diárias ou para correção do número de casos.

NA REGIÃO

As prefeituras do Grande ABC confirmaram 13 mortes pelo coronavírus ontem, totalizando 3.555 falecimentos. Mais 546 casos foram contabilizados, chegando a 101.641 infectados desde o início da pandemia. Do total, 84.180 pessoas foram recuperadas e 114.015 pacientes aguardam diagnóstico.

São Bernardo possui 39.647 diagnósticos e 1.239 óbitos, seguida por Santo André (30.118 positivos e 871 mortes), Diadema (13.277 casos e 569 falecimentos), São Caetano (6.302 infectados e 317 vítimas fatais), Ribeirão Pires (3.300 confirmações e 117 óbitos) e Rio Grande da Serra (843 diagnósticos e 29 vidas ceifadas).



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Coronavac é 78% eficaz contra Covid

Anúncio do Butantan ocorreu no mesmo dia em que o País ultrapassou 200 mil mortes pela doença; vacinação em SP deve começar dia 25

Flavia Kurotori
Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

08/01/2021 | 00:01


No mesmo dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 200 mil mortes pela Covid-19, o Instituto Butantan divulgou, ontem, que a Coronavac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech, é 78% eficaz contra a doença. Já nos casos moderados e fortes, a eficácia chega a 100%, conforme estudos da terceira fase realizados no Brasil. Expectativa era que os resultados fossem encaminhados para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ontem – leia mais abaixo.

“Hoje (ontem) é um dia muito importante para os brasileiros. Esse resultado significa que a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan tem elevado grau de eficiência e eficácia para proteger a vida dos brasileiros”, ressaltou o governador João Doria (PSDB). Segundo ele, objetivo é iniciar a vacinação em 25 de janeiro, conforme programado. “Já temos a vacina pronta e com capacidade de imunizar imediatamente.”

Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, afirmou que os oito meses de pesquisa foram uma “saga de luta diária, muitas vezes sanguinolenta, muitas vezes a luta contra o ódio, a incompreensão, contra a falta de visão do que é uma vacina em uma pandemia”.

A pesquisa foi realizada em 16 centros clínicos no Brasil, localizados em oito Estados, com participação de 12.476 profissionais da saúde como voluntários. Nenhum dos voluntários que receberam a vacina foi internado. Dos vacinados, 78% não precisaram procurar atendimento ambulatorial e os casos leves foram prevenidos no mesmo percentual. O País tem ao menos 10,8 milhões de doses prontas da Coronavac.

Um dos centros de pesquisa foi a USCS (Universidade Municipal de São Caetano). Fabio Leal, docente do curso de medicina e investigador principal do estudo no centro de pesquisa clínica da universidade, descreveu como “uma honra participar da pesquisa neste momento histórico”. No local, pelo menos 1.000 voluntários foram testados por 45 pesquisadores. “Ela (a vacina) dá um determinado grau de proteção”, adicionou. São Caetano anunciou, inclusive, intenção de compra de 180 mil doses, quantidade que cobre a população local, de 161.957 habitantes.

TRISTE MARCA

O anúncio foi feito quando o Brasil ultrapassou 200 mil mortes. Segundo o Ministério da Saúde, foram confirmados 1.524 óbitos ontem, atingindo 200.498 vítimas desde o início da pandemia. São 7.961.673 diagnósticos e 7.096.931 brasileiros foram recuperados.

São Paulo é o Estado com mais mortes no País, registrando 47.768 falecimentos. Ao todo, são 1.515.158 casos positivos de Covid entre os paulistas, dos quais pelo menos 1.336.589 foram recuperados. No Estado, a ocupação dos leitos de UTI é de 63,3%.

Butantan recua e não pede aval à Anvisa

Na entrevista coletiva de anúncio da eficácia da Coronavac, realizada no início da tarde de ontem, o governo do Estado e o Instituto Butantan haviam anunciado que pedido de uso emergencial do imunizante seria enviado até o fim do dia à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No entanto, após reunião entre as partes no início da noite, o instituto de pesquisa desistiu do pedido.

Nota divulgada pela Anvisa esclareceu que o próprio Butantan optou por não oficializar a submissão de uso emergencial. A reunião de pré-submissão é feita a critério da empresa ou instituição antes do envio de pedido formal de registro ou de autorização para uso emergencial. “A Anvisa continuará a avaliação, após a submissão formal do processo com as informações globais de eficácia e segurança da vacina”, acrescentou o comunicado da agência reguladora.

Técnicos da Anvisa explicaram que a eficácia é calculada globalmente, e não dividida entre casos graves e leves, como anunciado, ou seja, a eficácia compreendida é a média de todos os estudos. Um dos técnicos esclareceu que “esse 100% (de eficácia em casos graves e moderados) é totalmente irreal e os 78% (em casos leves) é apenas um subgrupo”.

Antes, Dimas Covas, presidente do Butantan, afirmou que reunião com a entidade foi realizada pela manhã. Objetivo era que no segundo encontro do dia fosse pedido, formalmente, o uso emergencial da vacina. “Esperamos poder formalmente iniciar o pedido de tramitação após o encontro de hoje <CF51>(ontem)</CF> ou, no máximo, até amanhã (hoje). Estamos caminhando para ter o uso emergencial”, disse

São-bernardense toma vacina nos EUA

Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

Quando se mudou para Phoenix (Arizona), nos Estados Unidos, há quase 21 anos, Monica Reps, 48 anos, tinha se formado na Faculdade de Direito de São Bernardo e não podia imaginar que duas décadas depois teria concluído dois mestrados em saúde mental e, por isso, se encaixaria no grupo prioritário de imunização contra um vírus que abalaria o mundo. Em 29 de dezembro, ela recebeu a primeira dose da vacina da Pfizer contra o novo coronavírus e aguarda pela segunda, marcada para o dia 19.

A brasileira elogiou a rapidez e a organização do processo. “Fiz a inscrição no site do Condado de Phoenix para que analisassem se era da linha de frente. A resposta veio em menos de duas horas, informando o local e o horário, dali a dois dias”, conta Monica, que trabalha na emergência de hospitais com pacientes que se apresentam em crise psiquiátrica.

A imunização foi feita em esquema drive-thru. “Apesar da grande quantidade de carros, estava tudo sinalizado.” Monica destacou o esquema rígido de confirmação de identidade. “Respondi a extenso questionário sobre minha saúde, como se tinha histórico de alergia ou se recentemente tinha tomado alguma vacina. Recebi a da gripe, então, uma médica veio imediatamente saber sobre isso. Fui liberada porque tinha sido 60 dias antes.”

A vacina foi ministrada dentro do carro, no braço. “O horário é marcado e ninguém sai do local antes de 20 minutos, tempo para observação de possíveis reações”, conta. “Não senti nada na hora. Observei que após três horas meu braço ficou dolorido e tive mínima pressão na cabeça. Tomei um remédio e melhorou. Mais nada. Agora estou no aguardo pela segunda dose, em 11 dias.”

Monica comenta que na sua região há pessoas que estão resistentes a fazer a imunização contra a Covid-19. “Até colegas da área médica estão esperando para observar a questão dos efeitos, da eficácia. Eu mesma pensava assim.” Agora, quando questionada se está arrependida de tomar a vacina, Monica tem a resposta na ponta da língua. “Não. Me eduquei em relação a isso com médicos e especialistas. Cheguei à conclusão de que existe muito folclore e desinformação a respeito da vacinação, mas com conhecimento é possível perceber que os líderes dos países que estão autorizando não colocariam uma comunidade médica em risco se não existisse segurança.”

Para a são-bernardense, a imunização é o caminho a se trilhar. “Desejo que no Brasil possa acontecer o mais breve possível”, conclui.

Mauá está há 10 dias sem atualizar boletim da Covid

A Prefeitura de Mauá não atualiza o boletim epidemiológico do novo coronavírus desde 28 de dezembro. A última divulgação, que foi publicada na página da administração no Facebook e não no site, indicou que a cidade tinha 8.154 casos confirmados, 11.547 recuperados e 413 mortes em razão da Covid-19.

Agravante é que os diagnósticos feitos no hospital de campanha, cujas atividades encerraram em agosto, não foram contabilizados. Assim, a quantidade de pessoas curadas é maior do que o total de positivos. Considerando o número de pacientes recuperados e os falecimentos, o município teria ao menos 11.960 positivos.

À época, a administração do então prefeito Atila Jacomussi (PSB) afirmou que os dados ainda não tinham sido somados às informações oficiais porque a Vigilância Epidemiológica estava parametrizando os números. O problema não foi resolvido até o fim da gestão.

Nesta semana, a Prefeitura de Mauá, agora chefiada por Marcelo Oliveira (PT), afirmou que criou Comitê de Enfrentamento à Covid, que está elaborando plano de ações contra a pandemia. Uma das medidas previstas é retomar a divulgação diária do boletim epidemiológico. Entretanto, questionada pelo Diário, a administração não informou prazos para o retorno das atualizações diárias ou para correção do número de casos.

NA REGIÃO

As prefeituras do Grande ABC confirmaram 13 mortes pelo coronavírus ontem, totalizando 3.555 falecimentos. Mais 546 casos foram contabilizados, chegando a 101.641 infectados desde o início da pandemia. Do total, 84.180 pessoas foram recuperadas e 114.015 pacientes aguardam diagnóstico.

São Bernardo possui 39.647 diagnósticos e 1.239 óbitos, seguida por Santo André (30.118 positivos e 871 mortes), Diadema (13.277 casos e 569 falecimentos), São Caetano (6.302 infectados e 317 vítimas fatais), Ribeirão Pires (3.300 confirmações e 117 óbitos) e Rio Grande da Serra (843 diagnósticos e 29 vidas ceifadas).

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