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Parte da população afegã não tem acesso a ajuda, denuncia ONG


Da EFE

08/12/2003 | 15:10


Cerca de 40% da população do Afeganistão não tem acesso a ajuda humanitária por causa da insegurança que reina no país, segundo denunciou, nesta segunda-feira, a organização não-governamental Ação contra a Fome (ACF).

A ONG francesa, que paralisou em outubro passado suas atividades na província de Zaboul pela falta de segurança, anunciou que seus trabalhos humanitários na região de Kandahar ficaram limitados ao interior da cidade.

"O Afeganistão parece deslizar para uma divisão alarmante entre uma parte que pode acessar a ajuda internacional enquanto o sul e o leste estão cada vez mais isolados", afirma a ONG em um comunicado difundido em Paris.

A ACF afirma que os "incidentes cometidos contra o pessoal das organizações humanitárias no sul do país demonstram, de fato, que estes se tornaram alvos" dos ataques. "Apesar da sensível melhora conquistada na situação humanitária nos dois últimos anos, a violência política coloca em perigo estas melhorias", acrescenta.

No último dia 17 de novembro, a ONU suspendeu as operações no sul, leste e sudeste do Afeganistão depois do assassinato de uma funcionária humanitária e após vários ataques terroristas.

A medida, que afeta as operações de ajuda humanitária, cuidados de saúde e os refugiados, foi adotada depois da morte da francesa Bettina Goislard, funcionária da Alta Delegacia para os Refugiados (Acnur), em um ataque perpetrado na cidade de Gazni.



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