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Lauro é inocentado de problemas na Saúde

Montagem/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Governistas em Diadema rejeitam relatório que responsabilizava prefeito por crise no setor


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

20/11/2014 | 07:00


Vereadores de Diadema aprovaram ontem o relatório que isenta de responsabilidade direta o prefeito Lauro Michels (PV) nos problemas enfrentados pela Saúde no município, após trabalhos da CPI da Saúde. Instaurada em maio, a comissão foi instituída pelos parlamentares com o objetivo de identificar responsáveis por falhas no setor, como o deficit de médicos e falta de medicamentos na rede.

A discussão em torno da votação do documento foi polêmica e se arrastou por mais de quatro horas. Oposicionistas defendiam o relatório paralelo formulado pelo presidente da CPI, o petista Josa Queiroz, o qual enfatizava “ingerência” de Lauro à frente de equipamentos públicos.

No entanto, os situacionistas, maioria no Legislativo, conseguiram aprovar o texto de Albino Cardoso (PV), que minimiza influência de Lauro na crise e culpa o governo federal por subfinanciamento do SUS (Sistema Único de Saúde) aos municípios. O relatório do verde foi aprovado por 13 votos contra seis.

Prevendo a derrota antes da votação, a bancada petista tratou por exaltar críticas à administração de Lauro. Os seis vereadores da legenda, incluindo o presidente da Câmara, Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, foram à tribuna condenar a postura do Executivo. “Esse prefeito é incompetente e tem por hábito transferir seus erros aos outros”, inflamou Maninho.

Segundo Josa, o setor no município passa por “caos” e que um dos principais pedidos de seu documento que precisavam ser considerados é a demissão do atual secretário da Pasta, o ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos (PSDB).
“É consenso que Zé Augusto não conseguiu gerir o setor. As deficiências são muitas. Em 2012, quando o Mário (Reali, do PT, que administrou a cidade entre 2009 a 2012) deixou a Prefeitura, o comprometimento do Orçamento com a Saúde era de 28%. Hoje é de 38% e eles estão fechando serviço”, argumentou.

Líder do governo, José Dourado (PSDB) garantiu ter encarado de maneira natural dois relatórios. Porém, condenou o documento da oposição. “Exagerado. Primeiramente é inconstitucional querer pedir a demissão do secretário. E colocaram reportagens de TV sobre a Saúde e isso não faz parte da nossa CPI. Precisamos trabalhar com os depoimentos”, defendeu. 



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