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Salão sinaliza diversificação


Wagner Oliveira
Do Diário do Grande ABC

14/10/2009 | 07:00


Como em todo bom evento de duas ou quatro rodas são os superveículos que conquistam a admiração e o desejo dos visitantes. Não foi diferente no Salão Duas Rodas de São Paulo, que acabou anteontem no Anhembi com público estimado em 240 mil pessoas.

Inovadora em design e tecnologia, a exposição de grandes motos valeu o preço do ingresso. Mas não foi só: modelos elétricos, customizados, alternativos, triciclos, quadriciclos, acessórios, peças e bicicletas mostraram a evolução e diversificação do nosso mercado.

O salão reuniu 800 expositores entre mais de 500 marcas. Mas o que conta é uma disputa entre as fabricantes novatas, principalmente a associação de brasileiros com chineses para tentar destronar a Honda, que tem 75% das vendas no mercado nacional.

A marca líder mostrou o conceito EV06, que já parece estar pronta para ir à linha de produção. Equipada com motor boxer de 1.832 cm³ de cilindrada OHC, quatro tempos e refrigeração a água, o modelo da Honda tem sistema de freios Dual-ABS. A transmissão é automática de seis velocidades.

Completamente reformulada, a Yamaha apresentou a nova V Max 1700, uma dragstar que virou ícone entre os brasileiros que apreciam o segmento custom de alta cilindrada. A V Max traz agora motor de 200 cv, contra 140 cv da versão anterior.

Após anunciar acordo com a Dafra para a montagem de motos em Manaus (AM), a BMW lançou no Brasil a esportiva S 1000 R, que atinge 193 cv de potência (a 13.000 rpm) e 11,4 mkgf de torque (a 9.750 rpm). A Kawasaki informou que a Er-6n, de 650 cm³, será o seu terceiro modelo a ter produção nacionalizada em Manaus.

As motos elétricas merecem um capítulo à parte do Salão 2009. Várias marcas apresentaram novidades de modelos que são carregados na tomada, inclusive bicicletas de baixa cilindrada. O Grupo Izzo lançou a marca Zero, que fabrica motos com transmissão automática. Os modelos MX e X têm autonomia de 64 quilômetros ou duas horas.

A Motor Z apresentou a linha 2010 de scooters elétricos: SS800, S1000 e V1500. Os modelos tiveram alterações no desempenho dos motores, com baterias que podem ser recarregadas em tomadas comuns de 110/220 volts.

A Kasinski, adquirida recentemente pela chinesa Zongshen, apresentou o scooter elétrico Prima, que é fabricado no Brasil.

Entre motos alternativas, a Sundown testou a receptividade do público a um triciclo para o transporte de cargas. A MKV apresentou a Spyder, uma chopper de fábrica que custa cerca de R$ 15 mil.

Acessórios ampliam mercado

Com a melhora do poder aquisitivo do consumidor, fabricantes de peças, acessórios, roupas e capacetes, entre outros, buscam ampliar espaço no mercado brasileiro, que já é o quarto produtor mundial de motos - atrás da China, Índia e Indonésia.

Na 10ª edição do Salão Duas Rodas, a maioria dos cerca de 800 expositores - representando 500 marcas - estava ligada a negócios que envolvem o mundo das duas rodas, que vão desde correntes de transmissão a bonés.

O evento é uma boa oportunidade para lançamentos e conquista desde usuários até aficionados por motocicletas.

Muitas marcas importadas aproveitam a feira para fazer estreia no mercado nacional. A BM Tech lançou a linha TraX de malas de alumínio, além de roupas McLaren. Com uma nova proposta, a Norisk apresentou linha de capacetes mais leves e resistentes.

Macacões de couro de boi ou canguru podiam ser comprados com descontos de até 50% em relação ao preço de mercado. A Lúmica apresentou sua coleção 2010 de jaquetas e luvas de couro.



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Salão sinaliza diversificação

Wagner Oliveira
Do Diário do Grande ABC

14/10/2009 | 07:00


Como em todo bom evento de duas ou quatro rodas são os superveículos que conquistam a admiração e o desejo dos visitantes. Não foi diferente no Salão Duas Rodas de São Paulo, que acabou anteontem no Anhembi com público estimado em 240 mil pessoas.

Inovadora em design e tecnologia, a exposição de grandes motos valeu o preço do ingresso. Mas não foi só: modelos elétricos, customizados, alternativos, triciclos, quadriciclos, acessórios, peças e bicicletas mostraram a evolução e diversificação do nosso mercado.

O salão reuniu 800 expositores entre mais de 500 marcas. Mas o que conta é uma disputa entre as fabricantes novatas, principalmente a associação de brasileiros com chineses para tentar destronar a Honda, que tem 75% das vendas no mercado nacional.

A marca líder mostrou o conceito EV06, que já parece estar pronta para ir à linha de produção. Equipada com motor boxer de 1.832 cm³ de cilindrada OHC, quatro tempos e refrigeração a água, o modelo da Honda tem sistema de freios Dual-ABS. A transmissão é automática de seis velocidades.

Completamente reformulada, a Yamaha apresentou a nova V Max 1700, uma dragstar que virou ícone entre os brasileiros que apreciam o segmento custom de alta cilindrada. A V Max traz agora motor de 200 cv, contra 140 cv da versão anterior.

Após anunciar acordo com a Dafra para a montagem de motos em Manaus (AM), a BMW lançou no Brasil a esportiva S 1000 R, que atinge 193 cv de potência (a 13.000 rpm) e 11,4 mkgf de torque (a 9.750 rpm). A Kawasaki informou que a Er-6n, de 650 cm³, será o seu terceiro modelo a ter produção nacionalizada em Manaus.

As motos elétricas merecem um capítulo à parte do Salão 2009. Várias marcas apresentaram novidades de modelos que são carregados na tomada, inclusive bicicletas de baixa cilindrada. O Grupo Izzo lançou a marca Zero, que fabrica motos com transmissão automática. Os modelos MX e X têm autonomia de 64 quilômetros ou duas horas.

A Motor Z apresentou a linha 2010 de scooters elétricos: SS800, S1000 e V1500. Os modelos tiveram alterações no desempenho dos motores, com baterias que podem ser recarregadas em tomadas comuns de 110/220 volts.

A Kasinski, adquirida recentemente pela chinesa Zongshen, apresentou o scooter elétrico Prima, que é fabricado no Brasil.

Entre motos alternativas, a Sundown testou a receptividade do público a um triciclo para o transporte de cargas. A MKV apresentou a Spyder, uma chopper de fábrica que custa cerca de R$ 15 mil.

Acessórios ampliam mercado

Com a melhora do poder aquisitivo do consumidor, fabricantes de peças, acessórios, roupas e capacetes, entre outros, buscam ampliar espaço no mercado brasileiro, que já é o quarto produtor mundial de motos - atrás da China, Índia e Indonésia.

Na 10ª edição do Salão Duas Rodas, a maioria dos cerca de 800 expositores - representando 500 marcas - estava ligada a negócios que envolvem o mundo das duas rodas, que vão desde correntes de transmissão a bonés.

O evento é uma boa oportunidade para lançamentos e conquista desde usuários até aficionados por motocicletas.

Muitas marcas importadas aproveitam a feira para fazer estreia no mercado nacional. A BM Tech lançou a linha TraX de malas de alumínio, além de roupas McLaren. Com uma nova proposta, a Norisk apresentou linha de capacetes mais leves e resistentes.

Macacões de couro de boi ou canguru podiam ser comprados com descontos de até 50% em relação ao preço de mercado. A Lúmica apresentou sua coleção 2010 de jaquetas e luvas de couro.

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