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Regina Maura teve o voto
mais caro do Grande ABC

A ex-prefeiturável desembolsou R$ 62,54 por cada sufrágio
recebido; por outro lado, Alberto Ticianelli não gastou nada


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

10/12/2012 | 07:02


A ex-prefeiturável derrotada de São Caetano Regina Maura Zetone (PTB) obteve o voto mais caro entre os 36 nomes que tentaram chegar ao comando dos Paços da região, ao custo de R$ 62,54. O número contrasta com o valor de cada sufrágio recebido por Alberto Ticianelli (Psol), que tentou mandato em Ribeirão Pires, e não gastou absolutamente nada para que 2.042 eleitores o escolhessem.

O cenário em Santo André registrou o prefeito eleito Carlos Grana (PT) com sufrágio mais caro: R$ 24,33. Último colocado no pleito, Alexandre Flaquer (PRTB) registrou voto mais em conta, de R$ 2,44.

A cotação em São Bernardo não expôs nenhuma surpresa. O prefeito Luiz Marinho (PT) conquistou a reeleição com o voto mais inflacionado. Ele desembolsou R$ 18,81 para cada eleitor que o escolheu nas urnas. Aldo Santos (Psol), quarto colocado, teve a melhor otimização de receita. Gastou R$ 0,47 por sufrágio.

Prefeito eleito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB) foi o prefeiturável com o sufrágio mais barato da cidade: R$ 19,44 por eleitor

Em Diadema, o prefeito Mário Reali (PT) perdeu a tentativa de reeleição com o voto mais caro, R$ 31,99. Buiú da Praça (PMN), quarto colocado na disputa, recebeu o sufrágio mais em conta, R$ 1,29.

Paulo Bio (PV), o sexto colado na corrida pela Prefeitura de Mauá, teve o voto mais valioso do município, R$ 35,18. Já o sétimo colocado no pleito, José Silva (Psol) registrou R$ 2,62 por cada lembrança na urna.

A ex-prefeita de Ribeirão Pires Maria Inês Soares (PT) perdeu a tentativa de retomar o Paço com o sufrágio mais caro da cidade e o segundo mais valorizada na região, R$ 61,48.

Em Rio Grande da Serra, o terceiro colocado Luiz Internet (PSDC) conseguiu cotar sua votação ao índice mais baixo, R$ 4,63 pela preferência de seu eleitorado. O segundo colocado, Claudinho da Geladeira (PT) inflacionou a cotação de seus sufrágios com custo de R$ 15,66. O número é apenas R$ 0,35 a mais que o do prefeito eleito, Gabriel Maranhão (PSDB), R$ 15,31.

O cálculo levou em conta o gasto de campanha e o número de votos obtidos por cada ex-prefeiturável. As informações foram divulgadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com base nas prestações de contas dos ex-prefeituráveis.



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Regina Maura teve o voto
mais caro do Grande ABC

A ex-prefeiturável desembolsou R$ 62,54 por cada sufrágio
recebido; por outro lado, Alberto Ticianelli não gastou nada

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

10/12/2012 | 07:02


A ex-prefeiturável derrotada de São Caetano Regina Maura Zetone (PTB) obteve o voto mais caro entre os 36 nomes que tentaram chegar ao comando dos Paços da região, ao custo de R$ 62,54. O número contrasta com o valor de cada sufrágio recebido por Alberto Ticianelli (Psol), que tentou mandato em Ribeirão Pires, e não gastou absolutamente nada para que 2.042 eleitores o escolhessem.

O cenário em Santo André registrou o prefeito eleito Carlos Grana (PT) com sufrágio mais caro: R$ 24,33. Último colocado no pleito, Alexandre Flaquer (PRTB) registrou voto mais em conta, de R$ 2,44.

A cotação em São Bernardo não expôs nenhuma surpresa. O prefeito Luiz Marinho (PT) conquistou a reeleição com o voto mais inflacionado. Ele desembolsou R$ 18,81 para cada eleitor que o escolheu nas urnas. Aldo Santos (Psol), quarto colocado, teve a melhor otimização de receita. Gastou R$ 0,47 por sufrágio.

Prefeito eleito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB) foi o prefeiturável com o sufrágio mais barato da cidade: R$ 19,44 por eleitor

Em Diadema, o prefeito Mário Reali (PT) perdeu a tentativa de reeleição com o voto mais caro, R$ 31,99. Buiú da Praça (PMN), quarto colocado na disputa, recebeu o sufrágio mais em conta, R$ 1,29.

Paulo Bio (PV), o sexto colado na corrida pela Prefeitura de Mauá, teve o voto mais valioso do município, R$ 35,18. Já o sétimo colocado no pleito, José Silva (Psol) registrou R$ 2,62 por cada lembrança na urna.

A ex-prefeita de Ribeirão Pires Maria Inês Soares (PT) perdeu a tentativa de retomar o Paço com o sufrágio mais caro da cidade e o segundo mais valorizada na região, R$ 61,48.

Em Rio Grande da Serra, o terceiro colocado Luiz Internet (PSDC) conseguiu cotar sua votação ao índice mais baixo, R$ 4,63 pela preferência de seu eleitorado. O segundo colocado, Claudinho da Geladeira (PT) inflacionou a cotação de seus sufrágios com custo de R$ 15,66. O número é apenas R$ 0,35 a mais que o do prefeito eleito, Gabriel Maranhão (PSDB), R$ 15,31.

O cálculo levou em conta o gasto de campanha e o número de votos obtidos por cada ex-prefeiturável. As informações foram divulgadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com base nas prestações de contas dos ex-prefeituráveis.

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