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População do bairro João Ramalho cobra remoção de entulho

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Tubos de concreto deixados após obra de canalização atraíram usuários de drogas


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

02/10/2014 | 07:00


A população do bairro João Ramalho, em Santo André, reclama de entulho e tubos de concreto deixados às margens do Córrego Guarará após canalização parcial do rio. O cenário de abandono persiste há cerca de um ano e meio e, desde então, atrai desde sujeira, insetos e ratos até usuários de drogas, que passaram a morar dentro dos tubos.

Moradores do entorno, principalmente do Condomínio Residencial Chácara das Amarilis, que conta com 172 residências, na Estrada do Cata Preta, destacam a dificuldade de realizar atividades do dia a dia. Isso porque, segundo eles, o local se tornou perigoso. “A população fica amedrontada de passar por lá porque eles usam drogas durante o dia. Algumas pessoas já foram assaltadas, tiveram o celular roubado”, destaca a assistente administrativa Adriana Carreira, 34 anos.

A alternativa, segundo Adriana, que mora no local há 14 anos, é alterar o caminho para ir até o Terminal da Vila Luzita, por exemplo, ou evitar sair à noite, como a dona de casa Alaide Aguiar da Silva, 62. “Durante o dia a gente ainda passa por ali quando precisa, mas à noite fico com medo de eles mexerem comigo ou entrarem no condomínio”, destaca.

Outra moradora, que prefere não se identificar, revela inclusive a preocupação em deixar as crianças brincarem no pátio do condomínio, tendo em vista que não há muro ou grade que separe o córrego dos imóveis. “Eles (usuários de drogas) já chegaram a jogar pedra no pessoal”, comenta.

O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) esclareceu que desconhecia os problemas. De acordo com a nota enviada pela autarquia, a empreiteira contratada para realizar a canalização do Guarará removeu as tubulações da antiga canalização. Tal material, juntamente com a terra que ainda há no local, será totalmente retirado no prazo de até 20 dias.

A autarquia esclareceu ainda que a área do entorno da obra será, na sequência, urbanizada pela Prefeitura, recebendo sistema viário e ciclovia para atender a população local.



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População do bairro João Ramalho cobra remoção de entulho

Tubos de concreto deixados após obra de canalização atraíram usuários de drogas

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

02/10/2014 | 07:00


A população do bairro João Ramalho, em Santo André, reclama de entulho e tubos de concreto deixados às margens do Córrego Guarará após canalização parcial do rio. O cenário de abandono persiste há cerca de um ano e meio e, desde então, atrai desde sujeira, insetos e ratos até usuários de drogas, que passaram a morar dentro dos tubos.

Moradores do entorno, principalmente do Condomínio Residencial Chácara das Amarilis, que conta com 172 residências, na Estrada do Cata Preta, destacam a dificuldade de realizar atividades do dia a dia. Isso porque, segundo eles, o local se tornou perigoso. “A população fica amedrontada de passar por lá porque eles usam drogas durante o dia. Algumas pessoas já foram assaltadas, tiveram o celular roubado”, destaca a assistente administrativa Adriana Carreira, 34 anos.

A alternativa, segundo Adriana, que mora no local há 14 anos, é alterar o caminho para ir até o Terminal da Vila Luzita, por exemplo, ou evitar sair à noite, como a dona de casa Alaide Aguiar da Silva, 62. “Durante o dia a gente ainda passa por ali quando precisa, mas à noite fico com medo de eles mexerem comigo ou entrarem no condomínio”, destaca.

Outra moradora, que prefere não se identificar, revela inclusive a preocupação em deixar as crianças brincarem no pátio do condomínio, tendo em vista que não há muro ou grade que separe o córrego dos imóveis. “Eles (usuários de drogas) já chegaram a jogar pedra no pessoal”, comenta.

O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) esclareceu que desconhecia os problemas. De acordo com a nota enviada pela autarquia, a empreiteira contratada para realizar a canalização do Guarará removeu as tubulações da antiga canalização. Tal material, juntamente com a terra que ainda há no local, será totalmente retirado no prazo de até 20 dias.

A autarquia esclareceu ainda que a área do entorno da obra será, na sequência, urbanizada pela Prefeitura, recebendo sistema viário e ciclovia para atender a população local.

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