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China e Rússia discutem projeto antimísseis dos EUA


Das Agências

15/07/2001 | 15:10


O presidente da China, Jiang Zemin, chegou neste domingo a Moscou para buscar, com líder russo Vladimir Putin, uma resposta comum ao projeto norte-americano de escudo antimísseis (MD). Horas antes, Washington realizou com êxito um teste do escudo antimísseis, o qual foi criticado pela Rússia.

Ao chegar a Moscou, Jiang disse que as relações entre Rússia e China acontecerão de forma "sã" durante este século. Segundo o chefe de Estado chinês, sua visita permitirá o desenvolvimento "da cooperação, de interesse dos dois Estados, e uma nova etapa nas relações" bilaterais. O reforço destes laços é bom "para a paz e a estabilidade" no mundo, disse.

Putin e Zemin se reunirão nesta segunda-fiera. Ao contrário de Pequim, Moscou condenou na manhã deste domingo a interceptação de um míssil realizada por Washington. O governo chinês não fez nenhum comentário sobre o assunto.

"Uma associação estratégica com a China não é uma união, nem civil, nem militar", disse o vice-ministro russo das Relações Exteriores, Alexandre Lossiukov, acrescentando ser "completamente falso que a associação entre Rússia e China seja voltada contra um país ocidental". "O Ocidente tem que entender que há um limite que nem a China, nem nós, queremos ultrapassar", disse Zemin.

Depois da Rússia, Zemin visitará, a partir de quarta-feira, Belarus, Moldávia e Ucrânia.



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China e Rússia discutem projeto antimísseis dos EUA

Das Agências

15/07/2001 | 15:10


O presidente da China, Jiang Zemin, chegou neste domingo a Moscou para buscar, com líder russo Vladimir Putin, uma resposta comum ao projeto norte-americano de escudo antimísseis (MD). Horas antes, Washington realizou com êxito um teste do escudo antimísseis, o qual foi criticado pela Rússia.

Ao chegar a Moscou, Jiang disse que as relações entre Rússia e China acontecerão de forma "sã" durante este século. Segundo o chefe de Estado chinês, sua visita permitirá o desenvolvimento "da cooperação, de interesse dos dois Estados, e uma nova etapa nas relações" bilaterais. O reforço destes laços é bom "para a paz e a estabilidade" no mundo, disse.

Putin e Zemin se reunirão nesta segunda-fiera. Ao contrário de Pequim, Moscou condenou na manhã deste domingo a interceptação de um míssil realizada por Washington. O governo chinês não fez nenhum comentário sobre o assunto.

"Uma associação estratégica com a China não é uma união, nem civil, nem militar", disse o vice-ministro russo das Relações Exteriores, Alexandre Lossiukov, acrescentando ser "completamente falso que a associação entre Rússia e China seja voltada contra um país ocidental". "O Ocidente tem que entender que há um limite que nem a China, nem nós, queremos ultrapassar", disse Zemin.

Depois da Rússia, Zemin visitará, a partir de quarta-feira, Belarus, Moldávia e Ucrânia.

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