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Secretaria de Educação não inova

A boa vontade da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo...


Dgabc

30/04/2012 | 00:00


A boa vontade da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo em ver melhorar a situação da Educação já não surte efeitos positivos faz tempo. No Programa Escola da Família, aos fins de semana, as escolas ficariam abertas oferecendo atividades para a comunidade. Tudo foi implantado às pressas, sem planejamento, sem profissionais preparados, sem material e principalmente sem público. O mau planejamento é o câncer da Educação.

Vejamos a questão do Professor Mediador. Ele deve, em princípio, mediar a relação do aluno com o professor e escola. Novamente vemos que tudo ocorreu às pressas. O profissional não recebeu formação, a ‘escola' em massa agora leva os problemas em peso para esse profissional e, ainda por cima, o professor, que deveria se dedicar apenas a essa função, também pode dar aulas. A não inovação do Estado fica por conta sempre dessa prática mediana, apressada e empobrecida, pois não funciona com o preparo que devia. E nós, funcionários que vivenciamos na prática medidas que não funcionam, literalmente lamentamos.

As escolas não nos passam sensação de alegria e vida, mas sim de cárcere. É uma pena ver tanta coisa sendo desperdiçada, tantos profissionais sem crença alguma e tanta direção desgovernada. Tem gente que por causa do dia a dia acaba achando um vilão: o aluno. Se essa ideia fosse real estaríamos salvos, pois poderíamos ter poder de mudança. Mas nada muda, porque o problema é o vazio, a falta de inovação verdadeira, o estímulo que parece não existir mais.

Vivemos, trabalhamos, mas não acreditamos mais. A Secretaria da Educação precisa mostrar mais eficiência para que, quem sabe, possamos voltar a sonhar um pouco mais. É vergonha ter de assistir a descrença e má disposição de vários profissionais que apenas lutam para sobreviver. Foram décadas para ver a situação da Educação nos dias de hoje, mas precisaremos de décadas mais para ver se a Educação conseguirá ter mais crédito e qualidade.

O problema começa no Estado, mas na prática ninguém está assumindo responsabilidades: pais, professores, coordenadores, direção, sociedade. E o aluno? Deixem o aluno fora dessa, pois ele, assim como a má direção, é que infelizmente está saindo perdendo.

Você escuta: ‘Ah, esse aluno não sabe nada e está na 8ª série'. Então tenha a dignidade de fazer algo por isso, quer dizer, pelo aluno. Dignidade, sensatez, direção, depois sim o afeto.

Luciene Eleia Aggio é jornalista, artista plástica e pós-graduada em Gestão Escolar e Psicopedagogia.

Palavra do leitor

Balsa

Solicito esclarecimento da Secretaria de Transportes de São Bernardo sobre o porquê da alteração na sinalização na fila da balsa do Riacho Grande, criando vagas para deficientes e espaço entre o portão de acesso e o início da fila. Quem é responsável pela fiscalização do uso correto dessas vagas? Pois já estão sendo utilizadas pelos espertinhos de plantão, como carros de entregas de empresas, veículos da Prefeitura etc. Essas intervenções são feitas usando quais critérios? Se querem fazer algo de bom pelos usuários, fiscalizem o respeito à fila por parte de ‘todos'. Ficaremos muito agradecidos a esta administração.

Danilo Colombo

São Bernardo

Resposta

Em resposta à carta da leitora Maria Rosa do Nascimento (Vendedor, dia 24), a Prefeitura de São Bernardo informa que a Empresa Termomecanica estuda a possibilidade de expandir seu ramo de atuação e uma das alternativas é, de fato, o terreno localizado na Avenida Caminho do Mar e que abriga as instalações da Secretaria de Serviços Urbanos. Essa aquisição, entretanto, não se viabilizou até o presente momento. Como o objetivo da administração é fazer com que as indústrias instaladas na cidade aqui permaneçam, e com isso ofereçam mais oportunidades de emprego, aguarda novas discussões com a empresa sobre essa questão. Quanto à locação de imóveis, a Prefeitura informa que as propriedades alugadas e seus valores estão dentro da legalidade e de acordo com a média de preço oferecida pelo mercado imobiliário.

Prefeitura de São Bernardo

Cotas raciais

Decepcionante a unanimidade pelas cotas raciais. Nove votos preconceituosos com o negro e um complexado de inferioridade. Como estarão se sentindo aqueles negros de reconhecida superioridade intelectual? E os injustiçados brancos, agora obrigados a ceder posto para índios e afrodescendentes menos dedicados ao estudo? Parece que nossa suprema instância judiciária está servindo à ditadura civil como nunca antes neste País. Assim como protege aparentes minorias, protela julgamentos até sua inutilidade. Confira-se com a declaração de inconstitucionalidade da Emenda 30, só passados os seus dez anos de indecente e descumprida moratória, ao tempo em que reserva mesmo destino para a Adin que questiona o plágio daquela na proteladora EC 62 por 15 anos. E o que dizer do Mensalão? Mais um processo ‘em forno brando' para furtar-se ao dever de julgar e declarar a prescrição da pena devida por intocáveis corruptos que nos governam. Inevitável a conclusão de que se está lidando com ‘farinha do mesmo saco'. Será tudo cascata?

Nevino Antonio Rocco

São Bernardo

Lucro abusivo

Na cadeia produtiva produz-se um bem ou serviço com um custo, então agrega-se um lucro e apura-se o preço final para a venda, certo? Não é bem assim o que acontece com os bancos. Compram o seu principal produto, no caso o dinheiro, e vendem por até 1.100% acima. Esse sobrepreço, por si só, deveria ser enquadrado como crime contra a economia, em especial quando praticado de maneira uniforme por estabelecimentos de crédito. Tudo que acontece no banco é tarifado à parte. O mais revoltante é o péssimo serviço prestado. O governo parece que está acordando para o problema e tomando atitude inteligente com a redução dos juros. Esperemos que os bancos privados sigam a linha dos estatais, e que os Procons continuem nos protegendo dos maus serviços prestados com aplicações das penalidades cabíveis.

Evaristo de Carvalho Neto

Santo André

Roberto Rensi

Na condição de profissional da área de recursos humanos, consigo enxergar, com muita alegria, a promoção e a transferência do nosso comandante Roberto Rensi. Mas jamais deixaria de expressar a minha opinião, na condição de cidadã comum e defensora da nossa Polícia Militar do Estado de São Paulo. Nós estamos tristes! Assim não vale, governador Geraldo Alckmin! Há pouco tempo perdemos o coronel Roberval França e agora vamos ficar sem o nosso excelente comandante do Corpo de Bombeiros? O governador está enxergando apenas o que lhe interessa. Ou seja. os nossos melhores líderes estão indo embora! Ele também precisa enxergar urgentemente todas as necessidades básicas dos comandantes que ficam ou que vão chegar, e que muitas vezes trabalham no seu limite, sempre na busca de melhores resultados. Antonia Liberalino Bitu

São Bernardo 



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