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Rivotrill promete agitar público paulistano



19/04/2010 | 07:05


"A impressão que dá é como se a percussão fizesse a harmonia e os instrumentos de harmonia, o ritmo." Parece coisa de maluco, mas essa é a sensação que muitas vezes têm no palco o músico Eluizo Júnior, da banda pernambucana Rivotrill, que se apresenta hoje a noite no Teatro Anchieta, do Sesc Consolação, em São Paulo.

Para ele, isso não é uma maluquice qualquer, uma vez que é a percussão que cria o ambiente para a música contagiante da banda, que mescla ritmos nordestinos e afro ao jazz, ao rock progressivo e à música erudita. Será a terceira atração do projeto Sesc Instrumental Brasil, que já levou ao palco Pepeu Gomes, a big band Bissamblazz e, no dia 26, trará o mestre do choro Altamiro Carrilho.

A banda apresentará músicas de Curva de Vento, disco de estreia gravado em 2007. "A música da gente é feita como se fossem pequenos contos", explica Júnior, que toca saxofone e flauta.

A canção Chuva Verde, por exemplo, representa a chuva no sertão. "Em alguns momentos, a flauta faz as gotas de chuva e a música vai mudando de cores, como a maioria das nossas músicas. A gente trabalha com o dia, a noite, a tristeza e a alegria."

Além das músicas do disco, lançado em 2008, a banda vem ensaiando tocar uma música do Hermeto Pascoal e, também, a sempre executada em seus shows Living The Past, do grupo Jethro Tull.

Outra marca registrada do trio, também formado por Lucas dos Prazeres (percussionista) e Rafael Duarte (contrabaixista), é a alternância nos timbres, uma fórmula que Júnior avalia importante para não cansar os ouvidos do público, que aos poucos se aproxima da música instrumental. O palco geralmente é repleto de instrumentos, porque numa mesma música, é possível ouvi-lo tocando sax, flauta, escaleta ou teclado.

Da mesma forma, Lucas dos Prazeres não se restringe à bateria, usando vários outros instrumentos rítmicos, ou seriam harmônicos? "O Brasil não tem cultura de música instrumental, e vejo que tem gente que se cansa dos mesmos timbres. E a gente criou essa coisa para dar mais colorido."

O fato é que, diferentemente do remédio Rivotril, a intenção da banda pernambucana é não deixar ninguém calmo na cadeira. "Esse nome foi ideia da minha irmã, e a gente gostou, porque tem forte sonoridade, tem essa coisa do trio', explica Lucas.

Rivotrill Show. Hoje, às 19h, no Teatro Anchieta, no Sesc Consolação - Rua Doutor Vila Nova, 245. Tel.: 3234-3000. Grátis (os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência).



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Rivotrill promete agitar público paulistano


19/04/2010 | 07:05


"A impressão que dá é como se a percussão fizesse a harmonia e os instrumentos de harmonia, o ritmo." Parece coisa de maluco, mas essa é a sensação que muitas vezes têm no palco o músico Eluizo Júnior, da banda pernambucana Rivotrill, que se apresenta hoje a noite no Teatro Anchieta, do Sesc Consolação, em São Paulo.

Para ele, isso não é uma maluquice qualquer, uma vez que é a percussão que cria o ambiente para a música contagiante da banda, que mescla ritmos nordestinos e afro ao jazz, ao rock progressivo e à música erudita. Será a terceira atração do projeto Sesc Instrumental Brasil, que já levou ao palco Pepeu Gomes, a big band Bissamblazz e, no dia 26, trará o mestre do choro Altamiro Carrilho.

A banda apresentará músicas de Curva de Vento, disco de estreia gravado em 2007. "A música da gente é feita como se fossem pequenos contos", explica Júnior, que toca saxofone e flauta.

A canção Chuva Verde, por exemplo, representa a chuva no sertão. "Em alguns momentos, a flauta faz as gotas de chuva e a música vai mudando de cores, como a maioria das nossas músicas. A gente trabalha com o dia, a noite, a tristeza e a alegria."

Além das músicas do disco, lançado em 2008, a banda vem ensaiando tocar uma música do Hermeto Pascoal e, também, a sempre executada em seus shows Living The Past, do grupo Jethro Tull.

Outra marca registrada do trio, também formado por Lucas dos Prazeres (percussionista) e Rafael Duarte (contrabaixista), é a alternância nos timbres, uma fórmula que Júnior avalia importante para não cansar os ouvidos do público, que aos poucos se aproxima da música instrumental. O palco geralmente é repleto de instrumentos, porque numa mesma música, é possível ouvi-lo tocando sax, flauta, escaleta ou teclado.

Da mesma forma, Lucas dos Prazeres não se restringe à bateria, usando vários outros instrumentos rítmicos, ou seriam harmônicos? "O Brasil não tem cultura de música instrumental, e vejo que tem gente que se cansa dos mesmos timbres. E a gente criou essa coisa para dar mais colorido."

O fato é que, diferentemente do remédio Rivotril, a intenção da banda pernambucana é não deixar ninguém calmo na cadeira. "Esse nome foi ideia da minha irmã, e a gente gostou, porque tem forte sonoridade, tem essa coisa do trio', explica Lucas.

Rivotrill Show. Hoje, às 19h, no Teatro Anchieta, no Sesc Consolação - Rua Doutor Vila Nova, 245. Tel.: 3234-3000. Grátis (os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência).

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