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Felipão segue sem vencer no Palmeiras


Marília Ruiz

12/08/2010 | 00:00


Mais uma derrota no currículo de Luiz Felipe Scolari na volta ao Palmeiras: ontem foi por 2 a 0, fora de casa, para o Vitória, na estreia da Copa Sul-Americana. Resultado que pode, mais uma vez, mudar os planos do departamento de futebol alviverde.

Depois de começo instável no Campeonato Brasileiro deste ano, o presidente palmeirense, Luiz Gonzaga Belluzzo, elegeu a competição continental como prioridade: apostando no talento copeiro de Luiz Felipe Scolari e no novo status do torneio, que agora dá ao campeão vaga na Copa Libertadores da América do ano seguinte.

Mas o Verdão não conseguiu nem esboçar em campo futebol para começar bem e sonhar em concretizar o plano do dirigente.

Com articulação fraca e muitos passes errados, o Palmeiras tropeçava nos próprios erros no primeiro tempo - coisa que irritava, lance a lance, o seu treinador indócil à beira do gramado.

Para tentar melhorar, Felipão tentou Luan na vaga de Armero ainda no primeiro tempo, a três minutos do fim, mas até o intervalo a mudança fez efeito algum.

No vestiário, o técnico palmeirense insistiu que o time precisava atacar - coisa que foi inexistente nos primeiros 45 minutos.

Mas não deu tempo de os jogadores arriscarem um pouco mais, ousarem um pouco mais, assustarem um pouquinho os donos da casa.

Já aos dois minutos, em cobrança de falta perfeita, Ramon marcou e arruinou as chances de o técnico dos R$ 800 mil mensais conseguir a primeira vitória desde que voltou ao Palestra Itália depois da Copa do Mundo da África do Sul.

Com Pierre e Edinho presos, o Palmeiras não tinha boa saída de bola. O ataque nada criava. E a zaga não se encontrava nas bolas alçadas.

Não fosse um sufocozinho que os visitantes impuseram em sequência de escanteios cobrados por Vitor, seria possível dizer que o Alviverde nada fez para sair com resultado melhor do que a derrota na Bahia.

O Vitória também pouco fez para ampliar. Foi só a três minutos finais, em mais um lance de bola parada, que os donos da casa (com gol de cabeça de Neto) fecharam o placar em 2 a 0, resultado que lhe garantiu o direito de até perder por um gol de diferença na semana que vem para seguir na competição mata-mata.

Para continuar com os planos prioritários do presidente Belluzzo, o Palmeiras precisará vencer por três gols de diferença no Estádio do Pacaembu (outro 2 x 0 levará a decisão da vaga para os pênaltis).

"A vantagem é pequena. Sabemos que o Palmeiras é muito forte em São Paulo e teremos que jogar muita bola lá para seguirmos na competição", disse Toninho Cecílio, ex-palmeirense, que ontem fez sua estreia como técnico do Vitória.



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Felipão segue sem vencer no Palmeiras

Marília Ruiz

12/08/2010 | 00:00


Mais uma derrota no currículo de Luiz Felipe Scolari na volta ao Palmeiras: ontem foi por 2 a 0, fora de casa, para o Vitória, na estreia da Copa Sul-Americana. Resultado que pode, mais uma vez, mudar os planos do departamento de futebol alviverde.

Depois de começo instável no Campeonato Brasileiro deste ano, o presidente palmeirense, Luiz Gonzaga Belluzzo, elegeu a competição continental como prioridade: apostando no talento copeiro de Luiz Felipe Scolari e no novo status do torneio, que agora dá ao campeão vaga na Copa Libertadores da América do ano seguinte.

Mas o Verdão não conseguiu nem esboçar em campo futebol para começar bem e sonhar em concretizar o plano do dirigente.

Com articulação fraca e muitos passes errados, o Palmeiras tropeçava nos próprios erros no primeiro tempo - coisa que irritava, lance a lance, o seu treinador indócil à beira do gramado.

Para tentar melhorar, Felipão tentou Luan na vaga de Armero ainda no primeiro tempo, a três minutos do fim, mas até o intervalo a mudança fez efeito algum.

No vestiário, o técnico palmeirense insistiu que o time precisava atacar - coisa que foi inexistente nos primeiros 45 minutos.

Mas não deu tempo de os jogadores arriscarem um pouco mais, ousarem um pouco mais, assustarem um pouquinho os donos da casa.

Já aos dois minutos, em cobrança de falta perfeita, Ramon marcou e arruinou as chances de o técnico dos R$ 800 mil mensais conseguir a primeira vitória desde que voltou ao Palestra Itália depois da Copa do Mundo da África do Sul.

Com Pierre e Edinho presos, o Palmeiras não tinha boa saída de bola. O ataque nada criava. E a zaga não se encontrava nas bolas alçadas.

Não fosse um sufocozinho que os visitantes impuseram em sequência de escanteios cobrados por Vitor, seria possível dizer que o Alviverde nada fez para sair com resultado melhor do que a derrota na Bahia.

O Vitória também pouco fez para ampliar. Foi só a três minutos finais, em mais um lance de bola parada, que os donos da casa (com gol de cabeça de Neto) fecharam o placar em 2 a 0, resultado que lhe garantiu o direito de até perder por um gol de diferença na semana que vem para seguir na competição mata-mata.

Para continuar com os planos prioritários do presidente Belluzzo, o Palmeiras precisará vencer por três gols de diferença no Estádio do Pacaembu (outro 2 x 0 levará a decisão da vaga para os pênaltis).

"A vantagem é pequena. Sabemos que o Palmeiras é muito forte em São Paulo e teremos que jogar muita bola lá para seguirmos na competição", disse Toninho Cecílio, ex-palmeirense, que ontem fez sua estreia como técnico do Vitória.

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