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Obra de UPA está parada há 16 meses

Moradores de rua invadiram local; telhas, calhas e placas foram roubadas


Maíra Sanches
Do Diário do Grande ABC

21/08/2012 | 07:00


Três meses depois de o Diário publicar reportagem sobre o problema, a situação não mudou. As obras da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Jardim Maringá, localizada na Avenida Barão de Mauá, em Mauá, estão paralisadas há 16 meses.

Em abril do ano passado, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado) embargou o projeto. Em dezembro, voltou atrás e permitiu a construção, mas a Prefeitura não retomou os trabalhos.

Comerciantes reclamam da utilização da área por moradores de rua e usuários de drogas. "Piorou bastante de alguns meses para cá. Agora, invadiram de vez", reclama Airton Vicente, 64 anos, que trabalha em frente à obra. Segundo vizinhos, telhas, calhas e placas são roubadas. As paredes laterais estão pichadas e, no interior do prédio, roupas, tênis e restos de comida evidenciam a presença dos invasores. Por causa da movimentação, especialmente à noite, a Polícia Militar é frequentemente acionada. "Não adianta nada. Eles (policiais) dão as costas, e todos voltam em seguida", disse o servente de pedreiro José Bonfim, 48.

O embargo da obra durou oito meses, tempo suficiente para que a empresa vencedora da licitação desistisse do projeto. Em maio, a Prefeitura informou que aguardava parecer da Justiça para que pudesse abrir licitação e contratar outra empresa. Já as rondas de guardas-civis, prometidas pela administração para coibir a violência, são pouco vistas pelos vizinhos.

Quando entregue, a unidade terá capacidade de atender até 300 casos de urgência por dia e contará com quatro médicos 24 horas. Procurada, a Prefeitura informou que deve se manifestar hoje sobre as denúncias.



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