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Mais mulheres têm previdência privada


Gabriela Gasparin
Especial para o Diário

21/01/2008 | 07:00


O número de mulheres com previdência privada complementar cresce cada vez mais rápido. Dados da Brasilprev, terceira no ranking das empresas que oferecem o serviço, revelam que a rapidez do crescimento nos planos da empresa em 2007 superou a média de seis anos.

Em 2001, a participação do sexo feminino era de 37% das operações. Ao final do ano passado, a parcela aumentou para 42%, uma alta média de 0,8 ponto percentual por ano. No entanto, apenas de junho a novembro de 2007, a alta foi de um ponto percentual, de 41% para 42%.

O fenômeno, segundo o diretor comercial da Brasilprev, Marco Barros, é reflexo, entre outros fatores, da mudança de comportamento da mulher na sociedade brasileira. “A cada ano aumenta o espaço feminino no mercado de trabalho.”

A participação feminina na PEA (População Econômicamente Ativa) do Grande ABC nos mesmos anos aumentou de 38% para 44%, praticamente um ponto percentual por ano – alta equivalente a do mercado de previdência complementar no período – segundo dados da Inpes (Instituto de Pesquisa do Imes). Com mais dinheiro no bolso, a mulher pensa em investir mais.

Além disso, o diretor da Brasilprev explicou que elas são mais prevenidas do que os homens. Dados da empresa revelam que o público feminino busca investir em previdência privada mais cedo do que o masculino. Entre as mulheres que realizam os investimentos, 41% possuem até 30 anos, enquanto que entre os homens a média cai para 34%.

“A mulher tem mais disciplina e cumpre com determinação os objetivos”, ressaltou Barros. Elas permanecem no plano um tempo 20% maior do que os homens. A tributação regressiva, na qual quanto mais tempo o dinheiro fica acumulado, menos se paga de Imposto de Renda, é escolha de 52% das mulheres.

A procura por planos para os filhos também é representativa entre as mães: 32% delas optam pelo serviço.


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