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Reencontro de goleiros agita jogo


Dérek Bittencourt
Marco Borba

21/01/2010 | 07:00


Sombra um do outro no período em que defenderam o São Caetano (2008/2009) e disputaram a titularidade, os goleiros Luiz e Júlio César se enfrentam pela primeira vez desde que o último deixou o Azulão em agosto do ano passado.

Recordista em clássicos regionais pelo lado do São Caetano - quatro partidas -, Luiz garante que, apesar da disputa por espaço no time, o convívio de ambos sempre foi cordial. Admite, porém, que desde que Júlio deixou o clube nunca mais se falaram. "Vamos nos ver pela primeira vez. É um excelente profissional, que busca o espaço dele. Sempre torci por ele e fico feliz de ver que ao que parece será titular", exaltou.

O camisa um andreense, por sua vez, não ficou atrás e também rasgou elogios ao ex-companheiro. "É um grande goleiro, tem de ser respeitado e não à toa tem oito anos de São Caetano", lembrou Júlio César que, por outro lado, diz conhecer também as deficiências de Luiz. "Sei dos pontos fracos para passar ao Sérgio (Soares, treinador), aos jogadores e prevalecer", completou.

Uma coincidência marca a carreira de ambos. Em 2004, Júlio foi campeão da Copa do Brasil com o Ramalhão e Luiz campeão paulista no Azulão.

Para Luiz, o clássico é uma espécie de divisor de águas. "A vitória, para qualquer lado, pode impulsionar o time na competição, já a derrota é sempre comentada por alguns dias e pode ter reflexos no desempenho para as próximas rodadas", analisa.

O andreense, que viveu os dois lados, também opinou. "A luta é grande para não perder. Eles virão ligados e teremos de estar mais do que eles", explicou Júlio, que assistiu a estreia do Azulão no Paulista, contra o Paulista. "Estive domingo no Anacleto para observar o inimigo", brincou. "Eles têm uma boa bola parada, o Everton Ribeiro está em ótima fase e o Wanderley é um jogador forte, trombador e que não desiste das jogadas. A defesa deverá estar ligada a todo momento", alertou Júlio César.

Embora o Santo André necessite da vitória já que joga em casa e por isso deve sair mais para o jogo, não torna o São Caetano favorito, opina o camisa um do Azulão.

"O time deles mudou mais jogadores (só quatro ainda são titulares) do que o nosso, mas o Santo André sempre montou boas equipes. Será um jogo difícil para a gente", prevê Luiz, que conclama os torcedores a irem com "espírito de paz".

"Os dois times precisam do apoio de seus torcedores. A região só tem a ganhar com o fortalecimento dos clubes e torcida ajuda muito nisso. É muito bacana ver famílias nos estádios. Quem pensa em fazer algazarra não deve ir. Isso atrapalha o espetáculo."



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Reencontro de goleiros agita jogo

Dérek Bittencourt
Marco Borba

21/01/2010 | 07:00


Sombra um do outro no período em que defenderam o São Caetano (2008/2009) e disputaram a titularidade, os goleiros Luiz e Júlio César se enfrentam pela primeira vez desde que o último deixou o Azulão em agosto do ano passado.

Recordista em clássicos regionais pelo lado do São Caetano - quatro partidas -, Luiz garante que, apesar da disputa por espaço no time, o convívio de ambos sempre foi cordial. Admite, porém, que desde que Júlio deixou o clube nunca mais se falaram. "Vamos nos ver pela primeira vez. É um excelente profissional, que busca o espaço dele. Sempre torci por ele e fico feliz de ver que ao que parece será titular", exaltou.

O camisa um andreense, por sua vez, não ficou atrás e também rasgou elogios ao ex-companheiro. "É um grande goleiro, tem de ser respeitado e não à toa tem oito anos de São Caetano", lembrou Júlio César que, por outro lado, diz conhecer também as deficiências de Luiz. "Sei dos pontos fracos para passar ao Sérgio (Soares, treinador), aos jogadores e prevalecer", completou.

Uma coincidência marca a carreira de ambos. Em 2004, Júlio foi campeão da Copa do Brasil com o Ramalhão e Luiz campeão paulista no Azulão.

Para Luiz, o clássico é uma espécie de divisor de águas. "A vitória, para qualquer lado, pode impulsionar o time na competição, já a derrota é sempre comentada por alguns dias e pode ter reflexos no desempenho para as próximas rodadas", analisa.

O andreense, que viveu os dois lados, também opinou. "A luta é grande para não perder. Eles virão ligados e teremos de estar mais do que eles", explicou Júlio, que assistiu a estreia do Azulão no Paulista, contra o Paulista. "Estive domingo no Anacleto para observar o inimigo", brincou. "Eles têm uma boa bola parada, o Everton Ribeiro está em ótima fase e o Wanderley é um jogador forte, trombador e que não desiste das jogadas. A defesa deverá estar ligada a todo momento", alertou Júlio César.

Embora o Santo André necessite da vitória já que joga em casa e por isso deve sair mais para o jogo, não torna o São Caetano favorito, opina o camisa um do Azulão.

"O time deles mudou mais jogadores (só quatro ainda são titulares) do que o nosso, mas o Santo André sempre montou boas equipes. Será um jogo difícil para a gente", prevê Luiz, que conclama os torcedores a irem com "espírito de paz".

"Os dois times precisam do apoio de seus torcedores. A região só tem a ganhar com o fortalecimento dos clubes e torcida ajuda muito nisso. É muito bacana ver famílias nos estádios. Quem pensa em fazer algazarra não deve ir. Isso atrapalha o espetáculo."

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