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Sabesp alerta sobre falta de água no Litoral

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

31/12/2008 | 07:01


O programa de abastecimento de água montado pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) para evitar a escassez no Litoral entra em xeque hoje, considerado o dia mais crítico do ano. Para obter o sucesso esperado, a empresa apelou para a consciência dos turistas que desciam a serra pela via Anchieta. O próprio presidente, Gesner Oliveira, fazia panfletagem no pedágio ontem, para convencer motoristas da necessidade do uso racional.

Até a tarde de ontem, a Sabesp confirmou não ter tido problemas com abastecimento nem mesmo em Praia Grande ou Guarujá, principais destinos dos turistas que viajam para a Baixada Santista. Os reservatórios de ambas as cidades tiveram a capacidade de armazenamento ampliada em 43% e 60%, respectivamente. Casos isolados, porém, podem acontecer por problemas de manutenção ou entupimento de redes.

O risco da falta de água, que atormenta os paulistas que passam o Réveillon no Litoral foi amenizado com investimentos em infra-estrutura e manutenção. Foram gastos R$ 15 milhões em obras. A verba foi usada para a construção de dois reservatórios no Guarujá, que agora conseguem represar nove milhões de litros, e instalação de bombas para nova captação em Praia Grande que, segundo a Sabesp, poderá atender até 1,3 milhão de pessoas.

"Fizemos uma programação de intervenções para solucionar os problemas, após pedido do governador José Serra (PSDB) e da secretária de Saneamento e Energia, Dilma Penna. Ambos determinaram que este verão tivesse condições melhores", diz o diretor de sistemas regionais da empresa, Umberto Semeghini.

Os resultados, porém, podem não ser exatos se houver excesso de consumo nos condomínios. As caixas d'água dos prédios não são projetadas para atender aproximadamente cinco vezes o número de moradores ou visitantes usuais. "Tem mais água saindo do que entrando. A bomba não consegue deixar o reservatório o tempo todo cheio, mesmo que haja água da rua", explica.

Nestes casos, o rodízio interno é indicado. O zelador do prédio, em acordo com o síndico, pode definir horários para fechar o registro que leva água aos apartamentos em horários menos concorridos. O período serve para que a bomba recupere sua carga e consiga encher o reservatório do condomínio novamente.

Para quem vai à Baixada, as principais dicas ainda são as de economia, como tomar banhos curtos e limpar calçadas apenas com vassoura.



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Sabesp alerta sobre falta de água no Litoral

Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

31/12/2008 | 07:01


O programa de abastecimento de água montado pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) para evitar a escassez no Litoral entra em xeque hoje, considerado o dia mais crítico do ano. Para obter o sucesso esperado, a empresa apelou para a consciência dos turistas que desciam a serra pela via Anchieta. O próprio presidente, Gesner Oliveira, fazia panfletagem no pedágio ontem, para convencer motoristas da necessidade do uso racional.

Até a tarde de ontem, a Sabesp confirmou não ter tido problemas com abastecimento nem mesmo em Praia Grande ou Guarujá, principais destinos dos turistas que viajam para a Baixada Santista. Os reservatórios de ambas as cidades tiveram a capacidade de armazenamento ampliada em 43% e 60%, respectivamente. Casos isolados, porém, podem acontecer por problemas de manutenção ou entupimento de redes.

O risco da falta de água, que atormenta os paulistas que passam o Réveillon no Litoral foi amenizado com investimentos em infra-estrutura e manutenção. Foram gastos R$ 15 milhões em obras. A verba foi usada para a construção de dois reservatórios no Guarujá, que agora conseguem represar nove milhões de litros, e instalação de bombas para nova captação em Praia Grande que, segundo a Sabesp, poderá atender até 1,3 milhão de pessoas.

"Fizemos uma programação de intervenções para solucionar os problemas, após pedido do governador José Serra (PSDB) e da secretária de Saneamento e Energia, Dilma Penna. Ambos determinaram que este verão tivesse condições melhores", diz o diretor de sistemas regionais da empresa, Umberto Semeghini.

Os resultados, porém, podem não ser exatos se houver excesso de consumo nos condomínios. As caixas d'água dos prédios não são projetadas para atender aproximadamente cinco vezes o número de moradores ou visitantes usuais. "Tem mais água saindo do que entrando. A bomba não consegue deixar o reservatório o tempo todo cheio, mesmo que haja água da rua", explica.

Nestes casos, o rodízio interno é indicado. O zelador do prédio, em acordo com o síndico, pode definir horários para fechar o registro que leva água aos apartamentos em horários menos concorridos. O período serve para que a bomba recupere sua carga e consiga encher o reservatório do condomínio novamente.

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