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Expresso do Riacho Grande não atrai público


André Vieira
Do Diário do Grande ABC

18/01/2010 | 07:07


Lançado há uma semana pela Prefeitura de São Bernardo com a intenção de facilitar o acesso ao bairro e incentivar o turismo no Parque Estoril e na Prainha, o ônibus Expresso Férias Riacho Grande ainda não atrai o público esperado. Segundo passageiros, o problema está na falta de divulgação do serviço.

Diferente do restante do sistema de transporte público por ônibus no município, que cobra R$ 2,50 dos usuários, a tarifa do Expresso custa R$ 2.

Outro benefício está no tempo de viagem. Enquanto as linhas convencionais realizam o percurso entre o Centro e o bairro em cerca de 1h35, o coletivo de férias, que funcionará experimentalmente até 16 de fevereiro, percorre o trajeto em apenas 30 minutos.

Apesar das vantagens, o número de passageiros do Expresso, que tem esse nome por fazer menos paradas, ainda é pequeno. No sábado, o carro encostou na plataforma C do Terminal Rodoviário João Setti às 13h50 e ninguém subiu.

Pouco antes de o motorista dar a partida e seguir acompanhado apenas pelo cobrador, o professor Ramos Félix, 40 anos, alcançou o coletivo e entrou correndo com mais três crianças. "Estávamos esperando no lugar errado. Não sabia onde o ônibus iria parar. Está faltando informação. A Prefeitura poderia divulgar nas outras linhas, assim os passageiros saberiam", afirmou Félix.

No terminal não há qualquer placa avisando sobre o horário de funcionamento da linha (todos os dias, das 8h às 18h) ou o intervalo de saída dos carros (a cada meia hora).
Na pequena estação do Riacho Grande, ao lado da UBS (Unidade Básica de Saúde) e do Distrito Policial, também não há sinais de divulgação do serviço. Anteontem, pouco antes das 16h, o coletivo partiu do ponto vazio.

"O movimento é muito fraco. Aqui no Riacho não há faixas, nem cartazes. As pessoas perguntam e eu nem mesmo sei explicar nada", afirmou a comerciante Cibely Novaes, 22, que trabalha em uma doceria próxima da estação.

A Prefeitura de São Bernardo não informou quantos passageiros utilizaram o Expresso durante a primeira semana. Ainda segundo a administração, a partir de hoje, a divulgação será intensificada com a distribuição de panfletos, a afixação de cartazes em ônibus e a ampliação de mensagens nos painéis eletrônicos espalhados pelo município.



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Expresso do Riacho Grande não atrai público

André Vieira
Do Diário do Grande ABC

18/01/2010 | 07:07


Lançado há uma semana pela Prefeitura de São Bernardo com a intenção de facilitar o acesso ao bairro e incentivar o turismo no Parque Estoril e na Prainha, o ônibus Expresso Férias Riacho Grande ainda não atrai o público esperado. Segundo passageiros, o problema está na falta de divulgação do serviço.

Diferente do restante do sistema de transporte público por ônibus no município, que cobra R$ 2,50 dos usuários, a tarifa do Expresso custa R$ 2.

Outro benefício está no tempo de viagem. Enquanto as linhas convencionais realizam o percurso entre o Centro e o bairro em cerca de 1h35, o coletivo de férias, que funcionará experimentalmente até 16 de fevereiro, percorre o trajeto em apenas 30 minutos.

Apesar das vantagens, o número de passageiros do Expresso, que tem esse nome por fazer menos paradas, ainda é pequeno. No sábado, o carro encostou na plataforma C do Terminal Rodoviário João Setti às 13h50 e ninguém subiu.

Pouco antes de o motorista dar a partida e seguir acompanhado apenas pelo cobrador, o professor Ramos Félix, 40 anos, alcançou o coletivo e entrou correndo com mais três crianças. "Estávamos esperando no lugar errado. Não sabia onde o ônibus iria parar. Está faltando informação. A Prefeitura poderia divulgar nas outras linhas, assim os passageiros saberiam", afirmou Félix.

No terminal não há qualquer placa avisando sobre o horário de funcionamento da linha (todos os dias, das 8h às 18h) ou o intervalo de saída dos carros (a cada meia hora).
Na pequena estação do Riacho Grande, ao lado da UBS (Unidade Básica de Saúde) e do Distrito Policial, também não há sinais de divulgação do serviço. Anteontem, pouco antes das 16h, o coletivo partiu do ponto vazio.

"O movimento é muito fraco. Aqui no Riacho não há faixas, nem cartazes. As pessoas perguntam e eu nem mesmo sei explicar nada", afirmou a comerciante Cibely Novaes, 22, que trabalha em uma doceria próxima da estação.

A Prefeitura de São Bernardo não informou quantos passageiros utilizaram o Expresso durante a primeira semana. Ainda segundo a administração, a partir de hoje, a divulgação será intensificada com a distribuição de panfletos, a afixação de cartazes em ônibus e a ampliação de mensagens nos painéis eletrônicos espalhados pelo município.

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