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Marquinho tenta viabilizar Tortorello pelo PPS

Tiago Silva/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

30/04/2011 | 07:05


A pré-candidatura a prefeito a 2012 de Luiz Capovilla Tortorello, o Luizinho (PPS), filho do ex-prefeito de São Caetano Luiz Tortorello, morto em 2004, mostra sinais de desentendimentos dentro do diretório do PPS. O presidente municipal da legenda, Marquinho Tortorello, busca viabilizar o nome do irmão por meio do dirigente estadual, Davi Zaia, secretário de Emprego e Relações do Trabalho do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

Marquinho nega que esteja tentando passar por cima do coordenador regional do PPS, deputado estadual Alex Manente. Segundo ele, nenhuma tratativa deixará de ser dialogada com Alex e com o prefeito José Auricchio Júnior (PTB). "É cedo para articular candidatura neste momento. Não sentei com o Davi para conversar sobre eleição. Por enquanto existe a vontade dele (Luizinho), mas nada concretizado. Vamos amadurecer essa questão para analisar nosso posicionamento."

Apesar de negar a manobra, Davi Zaia confirmou o contato realizado pelo assessor do presidente municipal do PPS. "O assessor do Marquinho me ligou para marcar encontro comigo e adiantou que o irmão dele pretende ser candidato a prefeito pelo partido", disse o dirigente estadual da sigla, que atuou por duas legislaturas ao lado de Marquinho na Assembleia Legislativa.

Zaia preferiu não garantir a tendência do PPS em São Caetano. Para o popular-socialista, apoio ao indicado do chefe do Executivo na eleição municipal ou candidatura própria estão sendo analisados. "Temos que conversar com as lideranças locais, falar com a coordenação do Grande ABC (Alex) primeiro e analisar a situação no município. Não dá para adiantar o panorama, preciso de informações para ratificar nossa postura."

De acordo com Alex Manente, a articulação em nada abala seu relacionamento com Auricchio e que é "preciso ver quem pode passar por cima". "Essa insistência vai acabar em nada, continua tudo igual. Não vou brigar por isso, até porque não me causa um fio de cabelo branco. O Davi Zaia é democrático, vai dialogar, mas isso não significa que vai atender ao pedido. Não existe chance de quebrarmos acordo", sustentou o parlamentar, que já citou o PPS como o primeiro a aderir à coligação firmada por Auricchio.

Luizinho almeja lançar-se como pleiteante ao Palácio da Cerâmica como forma de resgatar o clã Tortorello no comando da cidade. Apesar de estar no PPS, em recente entrevista o empresário não descartou a hipótese de migrar de sigla "para consolidar o anseio do grupo político".

 

CONVITE

Para demonstrar o grau de proximidade com o prefeito de São Caetano, de quem recebeu apoio oficial na campanha de 2012, Alex argumentou que o presidente nacional da legenda, Roberto Freire, tenta trazê-lo ao PPS. "Estarei daqui 15 dias com o Freire em Brasília para discutirmos a possibilidade de novo convite formal. O presidente fez dois outros convites. Respeitamos o PTB, porém estamos trabalhando para conseguir viabilizar lideranças fortes ao partido."



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Marquinho tenta viabilizar Tortorello pelo PPS

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

30/04/2011 | 07:05


A pré-candidatura a prefeito a 2012 de Luiz Capovilla Tortorello, o Luizinho (PPS), filho do ex-prefeito de São Caetano Luiz Tortorello, morto em 2004, mostra sinais de desentendimentos dentro do diretório do PPS. O presidente municipal da legenda, Marquinho Tortorello, busca viabilizar o nome do irmão por meio do dirigente estadual, Davi Zaia, secretário de Emprego e Relações do Trabalho do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

Marquinho nega que esteja tentando passar por cima do coordenador regional do PPS, deputado estadual Alex Manente. Segundo ele, nenhuma tratativa deixará de ser dialogada com Alex e com o prefeito José Auricchio Júnior (PTB). "É cedo para articular candidatura neste momento. Não sentei com o Davi para conversar sobre eleição. Por enquanto existe a vontade dele (Luizinho), mas nada concretizado. Vamos amadurecer essa questão para analisar nosso posicionamento."

Apesar de negar a manobra, Davi Zaia confirmou o contato realizado pelo assessor do presidente municipal do PPS. "O assessor do Marquinho me ligou para marcar encontro comigo e adiantou que o irmão dele pretende ser candidato a prefeito pelo partido", disse o dirigente estadual da sigla, que atuou por duas legislaturas ao lado de Marquinho na Assembleia Legislativa.

Zaia preferiu não garantir a tendência do PPS em São Caetano. Para o popular-socialista, apoio ao indicado do chefe do Executivo na eleição municipal ou candidatura própria estão sendo analisados. "Temos que conversar com as lideranças locais, falar com a coordenação do Grande ABC (Alex) primeiro e analisar a situação no município. Não dá para adiantar o panorama, preciso de informações para ratificar nossa postura."

De acordo com Alex Manente, a articulação em nada abala seu relacionamento com Auricchio e que é "preciso ver quem pode passar por cima". "Essa insistência vai acabar em nada, continua tudo igual. Não vou brigar por isso, até porque não me causa um fio de cabelo branco. O Davi Zaia é democrático, vai dialogar, mas isso não significa que vai atender ao pedido. Não existe chance de quebrarmos acordo", sustentou o parlamentar, que já citou o PPS como o primeiro a aderir à coligação firmada por Auricchio.

Luizinho almeja lançar-se como pleiteante ao Palácio da Cerâmica como forma de resgatar o clã Tortorello no comando da cidade. Apesar de estar no PPS, em recente entrevista o empresário não descartou a hipótese de migrar de sigla "para consolidar o anseio do grupo político".

 

CONVITE

Para demonstrar o grau de proximidade com o prefeito de São Caetano, de quem recebeu apoio oficial na campanha de 2012, Alex argumentou que o presidente nacional da legenda, Roberto Freire, tenta trazê-lo ao PPS. "Estarei daqui 15 dias com o Freire em Brasília para discutirmos a possibilidade de novo convite formal. O presidente fez dois outros convites. Respeitamos o PTB, porém estamos trabalhando para conseguir viabilizar lideranças fortes ao partido."

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