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Rhodia anuncia fusao com empresa do Chile


Marco Borba
Da ARN, em Sao Paulo

23/09/1999 | 22:08


  A Rhodia continua expandindo seu leque de atuaçao aos mais variados setores de produçao. Nesta quinta, a direçao da empresa anunciou a criaçao de uma joint venture (com participaçao de 50%) com a Gelymar, do Chile, para a produçao e comercializaçao de carragenato, ingrediente alimentar natural extraído de algas marinhas, utilizado pela indústria alimentícia. Com a associaçao, a multinacional passa a ter acesso ao mercado de gelificantes (sorvetes, gelatinas etc), completando sua gama de ingredientes que visam a melhoria da textura dos alimentos.

Segundo o presidente da Rhodia América Latina, José Carlos Grubisich, a associaçao com os chilenos deu-se porque a empresa pretende transformar o setor de alimentos em um de seus pilares de desenvolvimento para os próximos anos. Para isso, deverá investir cerca de US$ 12 milhoes na cadeia de produçao já a partir do próximo ano.

A Gelymar - sexta no mundo no segmento de gelificados - deverá registrar neste ano um faturamento da ordem de US$ 20 milhoes. "Nosso objetivo agora é duplicar esse faturamento nos próximos três anos", disse Grubisich, sem revelar quanto será investido nesse setor em específico nem a cifra correspondente à transaçao com a empresa chilena. "Nao é uma política nossa falar em cifras nessas operaçoes e, quanto aos investimentos, nao dá para adiantar porque ainda estamos fazendo uma série de estudos."

Segundo Grubisich, o mercado de ingredientes alimentares movimentou no ano passado US$ 13,5 bilhoes, dos quais US$ 1 bilhao na América Latina. O Brasil representa 40% do mercado latino e faturou em 1998 US$ 400 milhoes.

Uma das unidades da Rhodia no Brasil fica em Santo André (complexo têxtil e químico e distribuiçao de produtos). Mas segundo o diretor geral de Química de Performance, Luiz de Mendonça, nao há previsao de novos investimentos para esses setores a curto prazo na regiao. "Desde o ano passado estamos investindo cerca de US$ 1 milhao na área de silicone, para a expansao da capacidade de produçao. Em relaçao à abertura de novas fábricas do setor de ingredientes alimentares, ainda nao definimos se será no ABC ou em outra cidade".



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