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Grupo ligado à Al Qaeda assume execução de quatro reféns russos


Da AFP

25/06/2006 | 15:11


Um grupo no qual predominam membros de uma célula iraquiana da Al Qaeda anunciou neste domingo ter executado quatro reféns russos no Iraque, em comunicado divulgado pela Internet.

No documento, cuja autenticidade não pôde ser comprovada, o grupo diz que está aplicando a lei de Alá contra os diplomatas russos "para reconfortar os fiéis".

Na quarta-feira, o grupo já havia anunciado "sua decisão de executar os quatro diplomatas da Rússia", em nota divulgada em uma página islamita da web.

"O tribunal islâmico do Conselho dos Mudjahedines no Iraque (...) emitiu seu veredicto sobre os reféns e decidiu que eles tinham que morrer", escreveu o grupo, afirmando que havia tomado esta decisão ao final de um prazo de 48 horas dado ao governo russo para que cumprisse suas exigências.

Em Moscou, o ministério dos Assuntos Estrangeiros declarou que as autoridades russas estão tentando verificar estas informações.

Imagens - Um vídeo mostra depoimentos separados dos quatro reféns, que teriam sido gravados em 13 de junho, e imagens de três vítimas de execução.

Um dos reféns aparece de joelhos, cercado por dois homens mascarados vestidos de preto. Um dos terroristas mostra uma faca e corta o pescoço do refém. O outro refém é mostrado decapitado numa poça de sangue, com a cabeça caída nas costas. O terceiro é filmado, com as mãos amarradas e os olhos vedados, sendo executado com um tiro na cabeça.

O comunicado do grupo traz estas imagens em anexo. Um dos reféns é muçulmano de confissão, segunda religião na Rússia, "Estado multiconfessional", acrescentou o ministério dos Assuntos Estrangeiros.

Os quatro funcionários da embaixada da Rússia -Fiodor Zaïtsev, Rinat Agliouline, Anatoli Smirnov e Oleg Fedosseïev- tinham sido seqüestrados por homens armados em 3 de junho em Bagdá no bairro de Mansour. O guarda da embaixada, Vitaly Titov, foi morto no ataque.



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