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Empresário de Santo André restaurou Simca Chambord


Sueli Osório
Do Diário do Grande ABC

17/05/2006 | 14:40


O empresário Norian Munhoz, 53 anos, morador de Santo André, sempre foi fascinado pelo Simca Chambord. “Na minha adolescência, eu assistia ao Vigilante Rodoviário e adorava ver o carro.” No seriado da TV, exibido na década de 60, o inspetor Carlos, interpretado pelo ator Carlos Miranda, vivia suas aventuras a bordo de um Simca Chambord. “Até o ronco do motor do Simca é diferente dos outros automóveis. É muito marcante.”

Em abril de 2004, Munhoz estava navegando na internet, quando encontrou um Simca Chambord 1966 modelo Tufão à venda. O veículo tinha pertencido a um colecionador de Brasília, foi comprado por um piloto de avião de São Paulo mas, como ele não tinha tempo de cuidar do carro, o levou para um sobrinho em Londrina.

O empresário foi até lá e não teve dúvidas. Fechou o negócio e o Simca foi trazido para Santo André de carreta. O modelo precisou ser restaurado. “Tive de mandar fazer funilaria, pintura, cromagem e tapeçaria. Também foi necessário consertar a suspensão.”

O motor é original, com oito cilindros em V, e desenvolve 100 cavalos de potência. “Se eu colocar o Simca para rodar de verdade, chega a 150 km/h, mas não foi feito para isso. Normalmente rodo com ele a 90 km/h na estrada”, conta Munhoz.

Derivado do Simca Vedette francês, o Simca Chambord, considerado um veículo de luxo na época, leva seis passageiros, três no banco inteiriço dianteiro e três no banco traseiro. Também são três as marchas à frente, e a alavanca do câmbio fica junto à coluna de direção.

Empolgado com o Simca Chambord Tufão, o empresário comprou também um Simca Chambord 1967 modelo Emi-Sul, que está restaurando agora. Segundo Munhoz, ele tem muito apoio de sua mulher, Hilda, e do filho, Júnior. “Restaurar modelos antigos leva tempo e dinheiro, mas eles sempre me deram força para chegar ao final do processo.” Ele disse que também foi essencial ao processo de restauração a ajuda de outro apaixonado pelo modelo, o amigo Marcelo Viana, que mantém o site www.simca.com.br. “Ele me deu dicas importantíssimas para encontrar componentes para o meu carro. No começo, não sabia onde encontrar peças de reposição.”

Atualmente, ele vai a eventos e exposições de antigos com o automóvel e foi premiado no ano passado no encontro de Águas de Lindóia.



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Empresário de Santo André restaurou Simca Chambord

Sueli Osório
Do Diário do Grande ABC

17/05/2006 | 14:40


O empresário Norian Munhoz, 53 anos, morador de Santo André, sempre foi fascinado pelo Simca Chambord. “Na minha adolescência, eu assistia ao Vigilante Rodoviário e adorava ver o carro.” No seriado da TV, exibido na década de 60, o inspetor Carlos, interpretado pelo ator Carlos Miranda, vivia suas aventuras a bordo de um Simca Chambord. “Até o ronco do motor do Simca é diferente dos outros automóveis. É muito marcante.”

Em abril de 2004, Munhoz estava navegando na internet, quando encontrou um Simca Chambord 1966 modelo Tufão à venda. O veículo tinha pertencido a um colecionador de Brasília, foi comprado por um piloto de avião de São Paulo mas, como ele não tinha tempo de cuidar do carro, o levou para um sobrinho em Londrina.

O empresário foi até lá e não teve dúvidas. Fechou o negócio e o Simca foi trazido para Santo André de carreta. O modelo precisou ser restaurado. “Tive de mandar fazer funilaria, pintura, cromagem e tapeçaria. Também foi necessário consertar a suspensão.”

O motor é original, com oito cilindros em V, e desenvolve 100 cavalos de potência. “Se eu colocar o Simca para rodar de verdade, chega a 150 km/h, mas não foi feito para isso. Normalmente rodo com ele a 90 km/h na estrada”, conta Munhoz.

Derivado do Simca Vedette francês, o Simca Chambord, considerado um veículo de luxo na época, leva seis passageiros, três no banco inteiriço dianteiro e três no banco traseiro. Também são três as marchas à frente, e a alavanca do câmbio fica junto à coluna de direção.

Empolgado com o Simca Chambord Tufão, o empresário comprou também um Simca Chambord 1967 modelo Emi-Sul, que está restaurando agora. Segundo Munhoz, ele tem muito apoio de sua mulher, Hilda, e do filho, Júnior. “Restaurar modelos antigos leva tempo e dinheiro, mas eles sempre me deram força para chegar ao final do processo.” Ele disse que também foi essencial ao processo de restauração a ajuda de outro apaixonado pelo modelo, o amigo Marcelo Viana, que mantém o site www.simca.com.br. “Ele me deu dicas importantíssimas para encontrar componentes para o meu carro. No começo, não sabia onde encontrar peças de reposição.”

Atualmente, ele vai a eventos e exposições de antigos com o automóvel e foi premiado no ano passado no encontro de Águas de Lindóia.

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