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As velhas ferrovias em debate

Cantadas como símbolo de eficiência e desenvolvimento na história da interiorização de


Wilson Marini

22/03/2012 | 00:00


Cantadas como símbolo de eficiência e desenvolvimento na história da interiorização de São Paulo, as ferrovias ainda permanecem no centro de preocupações políticas e econômicas dos paulistas. Sintoma do forte apelo que o tema ainda exerce, e do potencial que esse tipo de transporte ainda persiste, a Frente Parlamentar em Defesa da Malha Ferroviária Paulista anunciou nesta semana a retomada de seus trabalhos na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Hoje, às 10h, o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, deverá falar sobre os estudos para implantação de novas ligações ferroviárias regionais para Jundiaí, Sorocaba e Santos, entre outras cidades.

Parlamentares, prefeitos, representantes do poder público, entidades sindicais, empresários e a sociedade civil estão convidados para debater a propalada modernização e expansão do transporte sobre trilhos no Estado de São Paulo. Instalada em novembro e coordenada pelo deputado Mauro Bragato (PSDB), a Frente das Ferrovias tem como objetivo buscar soluções para expansão e aproveitamento do que restou da malha ferroviária paulista após a privatização da Fepasa e de sua transferência para a ALL (América Latina Logística).

Em 2010, a CPI das Ferrovias traçou diagnóstico da malha ferroviária paulista trazendo a público inquérito realizado pela Polícia Federal, na chamada operação Fora dos Trilhos, que apurou crimes praticados contra os bens da extinta RFFSA (Rede Ferroviária Federal) e da Fepasa (Ferrovias Paulistas). O mais grave, segundo Bragato, foi verificar que ‘o relacionamento da concessionária da malha paulista com prefeitos e a população do Estado de São Paulo tem sido um desastre'. Como se vê, pouca coisa se fez de concreto até agora para resgatar as ferrovias, mas o imaginário em torno desse lendário meio de transporte continua vivo.

Defesa dos rios

A Frente Parlamentar em Defesa da Bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí será lançada oficialmente na Assembleia Legislativa hoje, Dia Mundial da Água. O lançamento será um dos itens do Seminário Águas Paulistas, no auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa. O evento reunirá o secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Edson Giriboni, e o ambientalista Clodoaldo Gazzetta, responsável pelo Atlas das Matas Ciliares, e o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, Beto Trícoli (PV), que participou em Marselha, na França, do Fórum Mundial da Água.

Enfermagem

Projeto de autoria do deputado Carlos Bezerra (PSDB) torna obrigatório enfermeiros possuírem certificado de especialista ou especialização em emergência para assumir cargo de gestão em unidades de emergência no Estado. O documento deve ser reconhecido pelo Coren (Conselho Regional de Enfermagem) ou Cofen (Conselho Nacional de Enfermagem). Ele afirma que, diferentemente de outros profissionais da Saúde, o enfermeiro trabalha especificamente em emergência, havendo necessidade de conhecimento técnico específico e aprofundado. Por esse motivo, o enfermeiro, com habilidade organizacional estrutural, dimensional e logística é capaz de orientar e treinar sua equipe, proporcionando a segurança dos pacientes em procedimentos complexos comuns a essa área de emergência. São consideradas de emergência as unidades hospitalares como pronto-socorro, sala de emergência ou pronto atendimento e unidades não hospitalares como pronto-socorro, unidades de atendimento de emergência, bases de estabilização, serviços de atendimento pré-hospitalar móvel (terrestre, aéreo ou fluvial) e fixo, e o transporte inter-hospitalar. 

Exemplo

A Furp (Fundação para o Remédio Popular), da Secretaria Estadual da Saúde anunciou que utiliza desde 2009 sacolas biodegradáveis, as ‘sacolas verdes', na distribuição gratuita de remédios básicos à população. Desde janeiro, o órgão passou a usar toalhas de papel e copos plásticos biodegradáveis em sua fábrica de Guarulhos. Além disso, as 18 unidades da Farmácia Dose Certa, que distribuem medicamentos básicos gratuitamente à população, têm utilizado sacolas de plástico reciclado, que reduz o tempo de decomposição de até 40 anos para um ano e meio. "Com os materiais biodegradáveis, especialmente no caso do papel, poderemos alcançar economia de até 50% no consumo", afirma João Barbosa, chefe da área de serviços administrativos da Furp.

Somente em 2011, 1,5 milhão de copos descartáveis e 12 mil rolos de papel toalha foram usados nas unidades da Furp. Em média, um copo de plástico comum demora entre 200 e 450 anos para se decompor, enquanto o copo biodegradável leva apenas três anos. Já o papel toalha comum leva até seis meses para desaparecer do meio ambiente, enquanto o biodegradável se decompõe em quatro semanas.



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