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GCMs da região protestam por investigação mais rápida


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

19/11/2016 | 07:00


Cerca de 15 integrantes das GCMs (Guardas Civis Municipais) de São Paulo, São Bernardo, Diadema e Ribeirão Pires, protestaram, ontem, em frente ao DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), no Centro de São Paulo. O grupo reivindica que as mortes de agentes de Segurança sejam investigadas com maior rapidez.

Conforme o guarda municipal de São Bernardo Antônio Neto, 34 anos, as ocorrências envolvendo civis aparecem como prioridade nas investigações. Segundo ele, desde o ano passado pelo menos seis integrantes da corporação foram mortos. “Não há a mesma preocupação dos movimentos de defesa dos direitos humanos em apoiar as famílias de policiais mortos, como estão fazendo com este caso dos cinco jovens. O que vemos é uma inversão de valores. A gente se arrisca, mesmo com família e filhos, porém não há o mesmo retorno quando um de nós é morto”, considerou.

Conforme o guarda municipal de Diadema Paulo Aparecido, 42, houve dois integrantes da corporação mortos vítimas de latrocínio neste ano. “Em um destes crimes, os responsáveis foram identificados, mas não foram presos. O que vemos é muito empenho quando o policial mata o bandido, mas não o contrário”, reclamou.

Segundo o advogado criminalista Marcos Manteiga, o encontro foi marcado por diversos integrantes das forças policiais que são solidários à causa. O grupo, que também é formado por famílias de agentes mortos, pretende conversar com a Polícia Civil sobre casos ainda não solucionados.

O DHPP investiga a participação de integrantes da GCM (Guarda Civil Municipal) de Santo André no assassinato de cinco jovens da Zona Leste, que estavam desaparecidos desde o dia 21. Rodrigo Gonçalves de Oliveira, que tem 17 anos na corporação e é instrutor do método Giraldi (tiro defensivo na preservação da vida), segue preso. 



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GCMs da região protestam por investigação mais rápida

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

19/11/2016 | 07:00


Cerca de 15 integrantes das GCMs (Guardas Civis Municipais) de São Paulo, São Bernardo, Diadema e Ribeirão Pires, protestaram, ontem, em frente ao DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), no Centro de São Paulo. O grupo reivindica que as mortes de agentes de Segurança sejam investigadas com maior rapidez.

Conforme o guarda municipal de São Bernardo Antônio Neto, 34 anos, as ocorrências envolvendo civis aparecem como prioridade nas investigações. Segundo ele, desde o ano passado pelo menos seis integrantes da corporação foram mortos. “Não há a mesma preocupação dos movimentos de defesa dos direitos humanos em apoiar as famílias de policiais mortos, como estão fazendo com este caso dos cinco jovens. O que vemos é uma inversão de valores. A gente se arrisca, mesmo com família e filhos, porém não há o mesmo retorno quando um de nós é morto”, considerou.

Conforme o guarda municipal de Diadema Paulo Aparecido, 42, houve dois integrantes da corporação mortos vítimas de latrocínio neste ano. “Em um destes crimes, os responsáveis foram identificados, mas não foram presos. O que vemos é muito empenho quando o policial mata o bandido, mas não o contrário”, reclamou.

Segundo o advogado criminalista Marcos Manteiga, o encontro foi marcado por diversos integrantes das forças policiais que são solidários à causa. O grupo, que também é formado por famílias de agentes mortos, pretende conversar com a Polícia Civil sobre casos ainda não solucionados.

O DHPP investiga a participação de integrantes da GCM (Guarda Civil Municipal) de Santo André no assassinato de cinco jovens da Zona Leste, que estavam desaparecidos desde o dia 21. Rodrigo Gonçalves de Oliveira, que tem 17 anos na corporação e é instrutor do método Giraldi (tiro defensivo na preservação da vida), segue preso. 

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