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Em crise institucional, PT de Diadema cobra Vicentinho

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

19/11/2016 | 07:00


Em crise institucional após derrota ainda no primeiro turno das eleições à Prefeitura de Diadema, somada à perda de representatividade na Câmara, o PT municipal passou a cobrar atuação mais efetiva do deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT), como personagem a liderar reformulação do diretório ainda neste ano.

Internamente, lideranças petistas, entre a bancada de vereadores e militantes, passaram a reclamar da postura do parlamentar federal, que não teria se colocado à frente de diálogo para reconstrução da legenda nem mesmo comparecido com frequência às atividades pela cidade. O questionamento a Vicentinho é reação direta ao movimento feito por ele próprio em agosto do ano passado, quando mudou seu domicílio eleitoral, de São Bernardo para Diadema, se colocando como pré-candidato a prefeito. Nem mesmo durante campanha o parlamentar foi figura ativa.

“Agora que estamos em uma dificuldade ainda maior, o Vicentinho não aparece com aquela disposição de quando quis sair a prefeito. Hoje, ele é a maior referência (da legenda na cidade)”, reclamou importante liderança, que não quis se identificar.

No ano passado, Vicentinho provocou discórdia em parte dos militantes ao anunciar chegada em Diadema e se posicionar como um dos nomes na disputa pelo Paço. A bancada de vereadores foi a que mais se revoltou, boicotando ato de apresentação do parlamentar no diretório. Sem êxito na empreitada, Vicentinho anunciou meses depois adesão a Maninho no projeto, porém, longe se de colocar como papel de protagonista na empreitada eleitoral.

Detentor de retrospecto vitorioso em Diadema – venceu seis disputas em 30 anos –, o petismo local amargou segunda derrota seguida para seu principal rival, o prefeito Lauro Michels (PV), em outubro, desta vez de maneira precoce. Prefeiturável da sigla, o vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, foi apenas o terceiro colocado – atrás de Lauro e do vereador Vaguinho do Conselho (PRB). Além disso, perdeu o posto de maior bancada do Legislativo, a partir de janeiro, diminuindo sua representação de seis para três cadeiras.

O presidente do diretório local, o ex-prefeito Mário Reali, e o ex-chefe do Executivo José de Filippi Júnior também são aguardados pelos militantes para liderar discussões.

ARGUMENTO
Vicentinho afirmou que tem participado de atividades na cidade e que tem cobrado o diretório por uma reunião de direcionamento. “Realizei agendas recentes por Diadema nos últimos dias e, inclusive, tem outras marcadas para amanhã (hoje). Liguei para o Mário (Reali) e pedi que me avisasse do encontro do partido. O momento é difícil para o partido em todo âmbito nacional e sei da minha responsabilidade de único deputado federal da região (do PT de Diadema). Vou ajudar no máximo de lugares possíveis”, discorreu. 



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Em crise institucional, PT de Diadema cobra Vicentinho

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

19/11/2016 | 07:00


Em crise institucional após derrota ainda no primeiro turno das eleições à Prefeitura de Diadema, somada à perda de representatividade na Câmara, o PT municipal passou a cobrar atuação mais efetiva do deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT), como personagem a liderar reformulação do diretório ainda neste ano.

Internamente, lideranças petistas, entre a bancada de vereadores e militantes, passaram a reclamar da postura do parlamentar federal, que não teria se colocado à frente de diálogo para reconstrução da legenda nem mesmo comparecido com frequência às atividades pela cidade. O questionamento a Vicentinho é reação direta ao movimento feito por ele próprio em agosto do ano passado, quando mudou seu domicílio eleitoral, de São Bernardo para Diadema, se colocando como pré-candidato a prefeito. Nem mesmo durante campanha o parlamentar foi figura ativa.

“Agora que estamos em uma dificuldade ainda maior, o Vicentinho não aparece com aquela disposição de quando quis sair a prefeito. Hoje, ele é a maior referência (da legenda na cidade)”, reclamou importante liderança, que não quis se identificar.

No ano passado, Vicentinho provocou discórdia em parte dos militantes ao anunciar chegada em Diadema e se posicionar como um dos nomes na disputa pelo Paço. A bancada de vereadores foi a que mais se revoltou, boicotando ato de apresentação do parlamentar no diretório. Sem êxito na empreitada, Vicentinho anunciou meses depois adesão a Maninho no projeto, porém, longe se de colocar como papel de protagonista na empreitada eleitoral.

Detentor de retrospecto vitorioso em Diadema – venceu seis disputas em 30 anos –, o petismo local amargou segunda derrota seguida para seu principal rival, o prefeito Lauro Michels (PV), em outubro, desta vez de maneira precoce. Prefeiturável da sigla, o vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, foi apenas o terceiro colocado – atrás de Lauro e do vereador Vaguinho do Conselho (PRB). Além disso, perdeu o posto de maior bancada do Legislativo, a partir de janeiro, diminuindo sua representação de seis para três cadeiras.

O presidente do diretório local, o ex-prefeito Mário Reali, e o ex-chefe do Executivo José de Filippi Júnior também são aguardados pelos militantes para liderar discussões.

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Vicentinho afirmou que tem participado de atividades na cidade e que tem cobrado o diretório por uma reunião de direcionamento. “Realizei agendas recentes por Diadema nos últimos dias e, inclusive, tem outras marcadas para amanhã (hoje). Liguei para o Mário (Reali) e pedi que me avisasse do encontro do partido. O momento é difícil para o partido em todo âmbito nacional e sei da minha responsabilidade de único deputado federal da região (do PT de Diadema). Vou ajudar no máximo de lugares possíveis”, discorreu. 

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