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Incertezas em mais uma sessão de S.Bernardo


Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

05/06/2019 | 07:00


A Câmara de São Bernardo entra em mais uma sessão em que avaliação das contas do ex-prefeito Luiz Marinho (PT) é pauta obrigatória. Ou seja, se os vereadores não analisarem os balancetes, nada se vota. E o cenário segue há três semanas. Assim como nas demais sessões, o suspense domina os debates. Isso porque, nos bastidores, quem acompanha a celeuma não tem mais arriscado palpite, se a casa vai ou não votar, se o governo Orlando Morando (PSDB) vai ou não pressionar. De novo não houve reunião da bancada, o que deixa o clima ainda mais incerto. No começo da semana, vereadores da base de sustentação do governo, mas que não figuram no PSDB, chegaram a comentar entre eles a possibilidade de pedir ao prefeito a liberação da votação. Tudo pensando na eleição do ano que vem, uma vez que a administração tucana já deu mostras de que não conseguirá os votos necessários para enquadrar Marinho na Lei da Ficha Limpa. Ninguém levou o plano adiante. O presidente da Câmara, Ramon Ramos (PDT), prometeu na semana passada que não iria mais postergar a decisão. Veremos como será o desfecho hoje pela manhã.

CPI da Furp
A CPI da Furp (Fundação para o Remédio Popular) instaurada na Assembleia Legislativa aprovou requerimento de convocação de Willian Mendes Januário, ex-funcionário do departamento e autor da denúncia ao Ministério Público de irregularidades no contrato da Furp com a EMS, empresa farmacêutica. A sugestão de oitiva com Mendes Januário partiu do deputado estadual Thiago Auricchio (PL), de São Caetano. “Convocar o Willian Mendes Januário pode ser o começo da história que a gente precisa ouvir. Na denúncia, ele afirma ter outras informações, como novos documentos e outros funcionários que poderiam contribuir com o trabalho da Furp. A CPI precisa dar voz a esse ex-funcionário com prioridade”, disse Thiago. Falta marcar data e horário para o depoimento. 

Herança
Em Rio Grande da Serra, o vereador e ex-presidente da Câmara João Mineiro (PSDB) prepara terreno para passar o espólio eleitoral legislativo ao filho, Ricardo. Até mesmo o nome de urna foi escolhido: Ricardo Mineiro. Falta apenas definir por qual partido o jovem vai se candidatar.

Conselho
O vereador Tonho Lagoa (PMB), de Santo André, arrefeceu as críticas disparadas ao governo do prefeito Paulo Serra (PSDB). As más línguas dizem que ele teve a atenção chamada por lideranças políticas ligadas ao mandato. A postura comedida estranhou até mesmo colegas da casa.

Justificativa
O vereador André Scarpino (PSDB), de Santo André, entrou em contato com a coluna para justificar a nota publicada ontem que mostra que materiais de divulgação de um evento promovido por ele estavam sendo colados em pontos de ônibus na cidade. Segundo o tucano, não foi sua equipe de gabinete que colocou as peças publicitárias, e sim um grupo de simpatizantes da causa antibullying e contra assédio sexual que havia pedido para ajudar na divulgação. “Porém, (reconheço que) foram mal orientados e colocaram em locais irregulares. Agora estamos fazendo a reparação dos danos, limpando os locais.”

Aguardo
Pai do prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), o vereador Admir Jacomussi (PRP) recuou da ideia de propor requerimento questionando o presidente da Câmara, Vanderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), sobre o fato de ele ter contratado escritório de advocacia particular para analisar os processos que questionam o impeachment do socialista que tramitam na Justiça. Ele disse que aguardará o desfecho do andamento processual para fazer posicionamento mais enfático sobre o caso.

Nomeação
Ex-secretário de Cultura e ex-chefe de Gabinete do prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), Márcio de Souza foi nomeado como assessor especial da Arsep (Agência Reguladora de Serviços Públicos). Sua indicação foi confirmada pelo superintendente da autarquia mauaense, Fabricio Ferreira de Araújo Tavares. Segundo dados Portal da Transparência, Márcio receberá R$ 7.800. Aliado de Atila desde os tempos em que o socialista era deputado, ele rompeu politicamente.



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Incertezas em mais uma sessão de S.Bernardo

Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

05/06/2019 | 07:00


A Câmara de São Bernardo entra em mais uma sessão em que avaliação das contas do ex-prefeito Luiz Marinho (PT) é pauta obrigatória. Ou seja, se os vereadores não analisarem os balancetes, nada se vota. E o cenário segue há três semanas. Assim como nas demais sessões, o suspense domina os debates. Isso porque, nos bastidores, quem acompanha a celeuma não tem mais arriscado palpite, se a casa vai ou não votar, se o governo Orlando Morando (PSDB) vai ou não pressionar. De novo não houve reunião da bancada, o que deixa o clima ainda mais incerto. No começo da semana, vereadores da base de sustentação do governo, mas que não figuram no PSDB, chegaram a comentar entre eles a possibilidade de pedir ao prefeito a liberação da votação. Tudo pensando na eleição do ano que vem, uma vez que a administração tucana já deu mostras de que não conseguirá os votos necessários para enquadrar Marinho na Lei da Ficha Limpa. Ninguém levou o plano adiante. O presidente da Câmara, Ramon Ramos (PDT), prometeu na semana passada que não iria mais postergar a decisão. Veremos como será o desfecho hoje pela manhã.

CPI da Furp
A CPI da Furp (Fundação para o Remédio Popular) instaurada na Assembleia Legislativa aprovou requerimento de convocação de Willian Mendes Januário, ex-funcionário do departamento e autor da denúncia ao Ministério Público de irregularidades no contrato da Furp com a EMS, empresa farmacêutica. A sugestão de oitiva com Mendes Januário partiu do deputado estadual Thiago Auricchio (PL), de São Caetano. “Convocar o Willian Mendes Januário pode ser o começo da história que a gente precisa ouvir. Na denúncia, ele afirma ter outras informações, como novos documentos e outros funcionários que poderiam contribuir com o trabalho da Furp. A CPI precisa dar voz a esse ex-funcionário com prioridade”, disse Thiago. Falta marcar data e horário para o depoimento. 

Herança
Em Rio Grande da Serra, o vereador e ex-presidente da Câmara João Mineiro (PSDB) prepara terreno para passar o espólio eleitoral legislativo ao filho, Ricardo. Até mesmo o nome de urna foi escolhido: Ricardo Mineiro. Falta apenas definir por qual partido o jovem vai se candidatar.

Conselho
O vereador Tonho Lagoa (PMB), de Santo André, arrefeceu as críticas disparadas ao governo do prefeito Paulo Serra (PSDB). As más línguas dizem que ele teve a atenção chamada por lideranças políticas ligadas ao mandato. A postura comedida estranhou até mesmo colegas da casa.

Justificativa
O vereador André Scarpino (PSDB), de Santo André, entrou em contato com a coluna para justificar a nota publicada ontem que mostra que materiais de divulgação de um evento promovido por ele estavam sendo colados em pontos de ônibus na cidade. Segundo o tucano, não foi sua equipe de gabinete que colocou as peças publicitárias, e sim um grupo de simpatizantes da causa antibullying e contra assédio sexual que havia pedido para ajudar na divulgação. “Porém, (reconheço que) foram mal orientados e colocaram em locais irregulares. Agora estamos fazendo a reparação dos danos, limpando os locais.”

Aguardo
Pai do prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), o vereador Admir Jacomussi (PRP) recuou da ideia de propor requerimento questionando o presidente da Câmara, Vanderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), sobre o fato de ele ter contratado escritório de advocacia particular para analisar os processos que questionam o impeachment do socialista que tramitam na Justiça. Ele disse que aguardará o desfecho do andamento processual para fazer posicionamento mais enfático sobre o caso.

Nomeação
Ex-secretário de Cultura e ex-chefe de Gabinete do prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), Márcio de Souza foi nomeado como assessor especial da Arsep (Agência Reguladora de Serviços Públicos). Sua indicação foi confirmada pelo superintendente da autarquia mauaense, Fabricio Ferreira de Araújo Tavares. Segundo dados Portal da Transparência, Márcio receberá R$ 7.800. Aliado de Atila desde os tempos em que o socialista era deputado, ele rompeu politicamente.

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