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Assassinos de ex-diretor seguem no MS



02/08/2009 | 07:19


Dois acusados pela morte do tenente-coronel José Roberto Lourenço, ex-diretor do Presídio Bangu 3, no Rio, deverão permanecer presos por mais 180 dias na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS). A Vara de Execuções Penais do Rio formalizou na sexta-feira a permanência de Adair Marlon Duarte, o Adair da Mangueira, e Ronaldo Pinto Lima e Silva, o Ronaldinho Tabajara, após a 5ª Vara da Justiça Federal da capital sul-mato-grossense pedir o retorno dos dois para o Rio de Janeiro.

O pedido de permanência dos traficantes em Campo Grande foi feito pelo governo do Rio de Janeiro e do Ministério Público Estadual, após o juiz Dalton Igor Kita Conrado, da 5ª Vara, ter alegado que Adair da Mangueira e Ronaldinho Tabajara estão no presídio de Campo Grande "em caráter emergencial" há quase um ano e devem retornar ao Estado fluminense.

Na decisão contrária, o juiz Rafael Estrela Nóbrega, da Vara de Execuções Penais, afirma que a medida de manter os traficantes no presídio federal visa combater à violência e manter a segurança pública. "Sabe-se que muito embora haja o esforço dos agentes estatais, as facções criminosas ainda assim conseguem comandar seus atos de dentro das unidades prisionais, pondo em risco a própria segurança interna dos presídios como também de toda a coletividade", explica o juiz.

Segundo Nóbrega, o assassinato do ex-diretor de Bangu 3 pôs o sistema penal fluminense em situação de instabilidade. José Roberto Lourenço morreu na Avenida Brasil, no Rio, depois de ter o carro perfurado por 60 tiros, em outubro do ano passado.



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Assassinos de ex-diretor seguem no MS


02/08/2009 | 07:19


Dois acusados pela morte do tenente-coronel José Roberto Lourenço, ex-diretor do Presídio Bangu 3, no Rio, deverão permanecer presos por mais 180 dias na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS). A Vara de Execuções Penais do Rio formalizou na sexta-feira a permanência de Adair Marlon Duarte, o Adair da Mangueira, e Ronaldo Pinto Lima e Silva, o Ronaldinho Tabajara, após a 5ª Vara da Justiça Federal da capital sul-mato-grossense pedir o retorno dos dois para o Rio de Janeiro.

O pedido de permanência dos traficantes em Campo Grande foi feito pelo governo do Rio de Janeiro e do Ministério Público Estadual, após o juiz Dalton Igor Kita Conrado, da 5ª Vara, ter alegado que Adair da Mangueira e Ronaldinho Tabajara estão no presídio de Campo Grande "em caráter emergencial" há quase um ano e devem retornar ao Estado fluminense.

Na decisão contrária, o juiz Rafael Estrela Nóbrega, da Vara de Execuções Penais, afirma que a medida de manter os traficantes no presídio federal visa combater à violência e manter a segurança pública. "Sabe-se que muito embora haja o esforço dos agentes estatais, as facções criminosas ainda assim conseguem comandar seus atos de dentro das unidades prisionais, pondo em risco a própria segurança interna dos presídios como também de toda a coletividade", explica o juiz.

Segundo Nóbrega, o assassinato do ex-diretor de Bangu 3 pôs o sistema penal fluminense em situação de instabilidade. José Roberto Lourenço morreu na Avenida Brasil, no Rio, depois de ter o carro perfurado por 60 tiros, em outubro do ano passado.

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