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Para G-20, recuperação do crédito é prioridade



15/03/2009 | 07:02


Os ministros das Finanças e os presidentes de bancos centrais do G-20, grupo das 20 maiores economias do mundo, disseram que a prioridade neste momento é recuperar a capacidade dos bancos de conceder empréstimos, o que exigirá tratar da questão dos ativos "podres", que não têm valor de mercado. Em comunicado distribuído ontem, no encerramento do encontro preparatório para a reunião de abril de cúpula do grupo, as autoridades disseram que os bancos centrais mundiais utilizarão políticas monetárias expansionistas pelo tempo que for necessário, empregando um amplo leque de instrumentos de política monetária, incluindo instrumentos não convencionais.

Os ministros e os presidentes dos bancos centrais também concordaram ser "urgentemente necessário" elevar "muito substancialmente" os recursos do FMI (Fundo Monetário Internacional) e que todos os bancos de desenvolvimento multinacionais tenham capital suficiente. Este processo deveria ser iniciado por meio de um substancial aumento de capital do Banco de Desenvolvimento Asiático.

"Nossa prioridade agora é recuperar a capacidade de concessão de empréstimo, evitando, quando necessário, que problemas no sistema financeiro aumentem, por meio da provisão de apoio contínuo de liquidez, recapitalização dos bancos e do tratamento da questão dos ativos podres, com adoção de um plano comum", diz o comunicado.

O grupo afirmou ainda que a data-limite para reforma do FMI deve ser antecipada, com o ajuste nas quotas com direito à voto concluídas até janeiro de 2011. O comunicado diz ser necessário dar mais voz as economias emergentes nas instituições financeiras internacionais e que a liderança de tais instituições deve ser selecionada por meio de um processo aberto.

O G-20 considera também ser necessário que as agências internacionais desenvolvam medidas para lidar com os paraísos fiscais.



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Para G-20, recuperação do crédito é prioridade


15/03/2009 | 07:02


Os ministros das Finanças e os presidentes de bancos centrais do G-20, grupo das 20 maiores economias do mundo, disseram que a prioridade neste momento é recuperar a capacidade dos bancos de conceder empréstimos, o que exigirá tratar da questão dos ativos "podres", que não têm valor de mercado. Em comunicado distribuído ontem, no encerramento do encontro preparatório para a reunião de abril de cúpula do grupo, as autoridades disseram que os bancos centrais mundiais utilizarão políticas monetárias expansionistas pelo tempo que for necessário, empregando um amplo leque de instrumentos de política monetária, incluindo instrumentos não convencionais.

Os ministros e os presidentes dos bancos centrais também concordaram ser "urgentemente necessário" elevar "muito substancialmente" os recursos do FMI (Fundo Monetário Internacional) e que todos os bancos de desenvolvimento multinacionais tenham capital suficiente. Este processo deveria ser iniciado por meio de um substancial aumento de capital do Banco de Desenvolvimento Asiático.

"Nossa prioridade agora é recuperar a capacidade de concessão de empréstimo, evitando, quando necessário, que problemas no sistema financeiro aumentem, por meio da provisão de apoio contínuo de liquidez, recapitalização dos bancos e do tratamento da questão dos ativos podres, com adoção de um plano comum", diz o comunicado.

O grupo afirmou ainda que a data-limite para reforma do FMI deve ser antecipada, com o ajuste nas quotas com direito à voto concluídas até janeiro de 2011. O comunicado diz ser necessário dar mais voz as economias emergentes nas instituições financeiras internacionais e que a liderança de tais instituições deve ser selecionada por meio de um processo aberto.

O G-20 considera também ser necessário que as agências internacionais desenvolvam medidas para lidar com os paraísos fiscais.

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