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Vítimas da Covid e profissionais da saúde são homenageados com sinos na região

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

11/04/2021 | 15:36


Quem mora perto da paróquias (106) e capelas (257) da região deve ter ouvido neste domingo, às 15h, os sinos badalarem. Foi uma ação coordenada pela Diocese de Santo André para homenagear todas as vítimas da Covid-19. No Grande ABC a doença já fez 6.010 vítimas fatais, no Brasil são 351.334 e, no mundo, 2.921.389 mortes. Na Matriz São Bernardo, além de tocar os sinos por cerca de 15 minutos, houve celebração virtual com o padre Carlinhos e com o padre Alejandro Mexicano.

Segundo a Diocese, a iniciativa também exalta o esforço dos profissionais de saúde, com horário escolhido com referência à hora da misericórdia, em que Cristo entregou a vida após ser crucificado. O vigário episcopal para a pastoral, padre Joel Nery, também reforça o convite para que voluntários e paroquianos registrem o repicar dos sinos, e publiquem os vídeos no Facebook e no Instagram, marcando o perfil @diocesedesantoandre. 

O tocar dos sinos foi seguido pela oração do Terço da Misericórdia. Na paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, em São Bernardo, o padre Carlinhos destacou que o badalar dos sinos é um lembrete para os fiéis orarem, assim como faz com que as orações cheguem aos ouvidos de Deus. "Estávamos de joelhos diante da divina misericórdia pelo mundo, principalmente por aqueles que estão sendo provados por esta pandemia", disse ao finalizar o rito, que foi transmitido pelo Facebook da paróquia.

Da mesma paróquia, o padre Alejandro Mexicano adicionou que a ação também foi para expressar o sentimento a "todas as famílias enlutadas, que pelo momento, não puderam chorar seus entes queridos falecidos". "O toque dos sinos de todas as Igrejas gritaram a dor que sentimos, confirmaram a nossa fé em Deus, Divina Misericórdia, e marcaram a comunhão de todos os fiéis", apontou. Segundo ele, a fé mantém as pessoas unidas neste momento e as redes sociais são canal importante de encontro e comunhão.

Colaborou Flavia Kurotori



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Vítimas da Covid e profissionais da saúde são homenageados com sinos na região

Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

11/04/2021 | 15:36


Quem mora perto da paróquias (106) e capelas (257) da região deve ter ouvido neste domingo, às 15h, os sinos badalarem. Foi uma ação coordenada pela Diocese de Santo André para homenagear todas as vítimas da Covid-19. No Grande ABC a doença já fez 6.010 vítimas fatais, no Brasil são 351.334 e, no mundo, 2.921.389 mortes. Na Matriz São Bernardo, além de tocar os sinos por cerca de 15 minutos, houve celebração virtual com o padre Carlinhos e com o padre Alejandro Mexicano.

Segundo a Diocese, a iniciativa também exalta o esforço dos profissionais de saúde, com horário escolhido com referência à hora da misericórdia, em que Cristo entregou a vida após ser crucificado. O vigário episcopal para a pastoral, padre Joel Nery, também reforça o convite para que voluntários e paroquianos registrem o repicar dos sinos, e publiquem os vídeos no Facebook e no Instagram, marcando o perfil @diocesedesantoandre. 

O tocar dos sinos foi seguido pela oração do Terço da Misericórdia. Na paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, em São Bernardo, o padre Carlinhos destacou que o badalar dos sinos é um lembrete para os fiéis orarem, assim como faz com que as orações cheguem aos ouvidos de Deus. "Estávamos de joelhos diante da divina misericórdia pelo mundo, principalmente por aqueles que estão sendo provados por esta pandemia", disse ao finalizar o rito, que foi transmitido pelo Facebook da paróquia.

Da mesma paróquia, o padre Alejandro Mexicano adicionou que a ação também foi para expressar o sentimento a "todas as famílias enlutadas, que pelo momento, não puderam chorar seus entes queridos falecidos". "O toque dos sinos de todas as Igrejas gritaram a dor que sentimos, confirmaram a nossa fé em Deus, Divina Misericórdia, e marcaram a comunhão de todos os fiéis", apontou. Segundo ele, a fé mantém as pessoas unidas neste momento e as redes sociais são canal importante de encontro e comunhão.

Colaborou Flavia Kurotori

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