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Depois de anular edital que atraiu interessado, Morando relança privatização da Cidade da Criança

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeitura de S.Bernardo prevê menor valor de arrecadação com ato


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

16/01/2021 | 00:38


O governo do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), republicou nesta semana o edital para conceder à iniciativa privada a gestão do Parque Cidade da Criança, tradicional equipamento de lazer da cidade e tombado pelo patrimônio histórico. A despeito de o primeiro edital ter atraído interessado, a gestão tucana decidiu refazer alguns pontos, reduziu projeção de arrecadação e aumentou prazo de concessão.

Na primeira concorrência, a Prefeitura estimava arrecadar R$ 33,8 milhões (entre outorgas fixa e variável) em um período de 15 anos, prazo prorrogável por mais cinco. A empresa Closer Soluções Empresariais, de São Caetano, havia proposto pagar os R$ 33,8 milhões (sendo R$ 5 milhões de outorga fixa e R$ 28,8 milhões de outorga variável) pelo contrato. O acordo, porém, não foi homologado e, com a pandemia de Covid-19, ficou escanteado na administração.

Agora, a meta da gestão tucana é obter R$ 14,7 milhões com a privatização do equipamento, em um tempo de concessão de 25 anos.

Segundo a Prefeitura, a diferença dos valores “visa maior atratividade por parte das empresas, tendo em vista que a licitação anterior teve apenas um interessado, que declinou posteriormente”. “A Prefeitura aguardará o transcurso do prazo legal da concorrência e espera que a celebração do contrato de concessão seja feita o mais breve possível. Caberá à concessionária tanto a tarefa de operar e gerir os equipamentos de diversão quanto de promover a manutenção e segurança do espaço, além de revitalização e modernização do parque.”

No ano passado, diante da incerteza de reabertura para funcionamento, a Expoaqua, gestora do parque, chegou a anunciar rompimento do acordo com o governo, abrindo dúvidas sobre a continuidade da atividade do local. Houve protestos de trabalhadores do parque. Morando veio a público para garantir que o parque não iria fechar as portas e que buscaria outros parceiros interessados em gerir o espaço. A Expoaqua recuou de sua decisão e manteve o contrato.

A Cidade da Criança foi fundada em outubro de 1968, está instalada em terreno de 37,7 mil metros quadrados e foi tombada pelo Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural desde 1990.  



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Depois de anular edital que atraiu interessado, Morando relança privatização da Cidade da Criança

Prefeitura de S.Bernardo prevê menor valor de arrecadação com ato

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

16/01/2021 | 00:38


O governo do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), republicou nesta semana o edital para conceder à iniciativa privada a gestão do Parque Cidade da Criança, tradicional equipamento de lazer da cidade e tombado pelo patrimônio histórico. A despeito de o primeiro edital ter atraído interessado, a gestão tucana decidiu refazer alguns pontos, reduziu projeção de arrecadação e aumentou prazo de concessão.

Na primeira concorrência, a Prefeitura estimava arrecadar R$ 33,8 milhões (entre outorgas fixa e variável) em um período de 15 anos, prazo prorrogável por mais cinco. A empresa Closer Soluções Empresariais, de São Caetano, havia proposto pagar os R$ 33,8 milhões (sendo R$ 5 milhões de outorga fixa e R$ 28,8 milhões de outorga variável) pelo contrato. O acordo, porém, não foi homologado e, com a pandemia de Covid-19, ficou escanteado na administração.

Agora, a meta da gestão tucana é obter R$ 14,7 milhões com a privatização do equipamento, em um tempo de concessão de 25 anos.

Segundo a Prefeitura, a diferença dos valores “visa maior atratividade por parte das empresas, tendo em vista que a licitação anterior teve apenas um interessado, que declinou posteriormente”. “A Prefeitura aguardará o transcurso do prazo legal da concorrência e espera que a celebração do contrato de concessão seja feita o mais breve possível. Caberá à concessionária tanto a tarefa de operar e gerir os equipamentos de diversão quanto de promover a manutenção e segurança do espaço, além de revitalização e modernização do parque.”

No ano passado, diante da incerteza de reabertura para funcionamento, a Expoaqua, gestora do parque, chegou a anunciar rompimento do acordo com o governo, abrindo dúvidas sobre a continuidade da atividade do local. Houve protestos de trabalhadores do parque. Morando veio a público para garantir que o parque não iria fechar as portas e que buscaria outros parceiros interessados em gerir o espaço. A Expoaqua recuou de sua decisão e manteve o contrato.

A Cidade da Criança foi fundada em outubro de 1968, está instalada em terreno de 37,7 mil metros quadrados e foi tombada pelo Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural desde 1990.  

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