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Região interdita 161 locais por descumprir regras da quarentena

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pedestres que não utilizam máscaras também estão sujeitos a multas em São Bernardo e Mauá, mas cidades optam apenas pela orientação


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

13/06/2020 | 00:01


Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, os comércios não essenciais, como lojas de roupas e calçados, bares e salões de cabeleireiro, por exemplo, precisaram, por determinação do Estado, fechar as portas. O Diário acompanha este cenário em toda região e, mesmo com as restrições, alguns proprietários de estabelecimentos e comerciantes descumpriram as exigências de distanciamento físico, higienização e causaram aglomerações, o que gerou para cinco das sete cidades 161 comércios lacrados – Diadema e Rio Grande da Serra não informação quantas punições foram aplicadas.

Além das multas em comércios, os munícipes também são fiscalizados e orientados pela GCM (Guarda Civil Municipal) sobre as determinações, principalmente ao uso correto das máscaras de proteção e utilização do álcool gel, mas não há registro de autuações. Em São Bernardo, não usar o item pode gerar punição de R$ 100 e, em Mauá, o morador pode ser obrigado a pagar a infração com cestas básicas.

Em Santo André não houve nenhuma denúncia de desrespeito ao decreto pelos munícipes. Porém, a cidade já notificou 163 estabelecimentos, sendo que 13 locais foram lacrados em 25 operações. Ainda segundo a administração, o Jardim Santo André foi o bairro com maior número de notificações, somando 20.

Em maio, por exemplo, Prefeitura de Santo André e o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) interditaram um lava-rápido no bairro Jardim, por descumprimento das determinações sanitárias e de segurança, pois dentro do local ainda funcionava um bar, que também estava aberto. O estabelecimento já havia sido notificado em uma das primeiras operações realizadas no combate à pandemia e voltou a abrir sem autorização.

São Bernardo informou que a vigilância sanitária já vistoriou mais de 930 estabelecimento comerciais em bairros do município, onde pelo menos 35 foram autuados e outros 65, interditados por descumprimento do decreto municipal.
São Caetano foi a cidade que apresentou o maior número de lacrações. Foram cerca de 350 notificações desde o início da pandemia e 83 comércios foram lacrados.

Em Mauá, a partir de abril foi iniciada a operação de autuações que emitiu mais de 250 notificações em virtude ao descumprimento dos decretos publicados pelo novo coronavírus. Na lista dos estabelecimentos estão lojas de roupas e calçados, bares, salões de cabeleireiro e até agências bancárias (por descumprimento de normas de distanciamento e higienização), principalmente nos bairros Centro, Jardim Pilar, Vila Vitória, Jardim Itapark, Parque das Américas, Parque São Vicente, Capuava e Jardim Nova Mauá.

Ribeirão Pires ressaltou que, até o momento, foram sete comércios autuados pelo descumprimento do decreto municipal que estabelece normas para o funcionamento das atividades essenciais, sendo seis na região central e uma na região do Parque das Fontes. Nenhum comércio foi fechado na cidade.
Diadema não enviou os dados atualizados ao Diário, mas pela última atualização, em maio, a cidade recebeu 215 notificações de estabelecimentos que descumpriram as regras, sendo que seis comércios foram lacrados.

Já Rio Grande da Serra não respondeu até o fechamento desta edição.  



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Região interdita 161 locais por descumprir regras da quarentena

Pedestres que não utilizam máscaras também estão sujeitos a multas em São Bernardo e Mauá, mas cidades optam apenas pela orientação

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

13/06/2020 | 00:01


Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, os comércios não essenciais, como lojas de roupas e calçados, bares e salões de cabeleireiro, por exemplo, precisaram, por determinação do Estado, fechar as portas. O Diário acompanha este cenário em toda região e, mesmo com as restrições, alguns proprietários de estabelecimentos e comerciantes descumpriram as exigências de distanciamento físico, higienização e causaram aglomerações, o que gerou para cinco das sete cidades 161 comércios lacrados – Diadema e Rio Grande da Serra não informação quantas punições foram aplicadas.

Além das multas em comércios, os munícipes também são fiscalizados e orientados pela GCM (Guarda Civil Municipal) sobre as determinações, principalmente ao uso correto das máscaras de proteção e utilização do álcool gel, mas não há registro de autuações. Em São Bernardo, não usar o item pode gerar punição de R$ 100 e, em Mauá, o morador pode ser obrigado a pagar a infração com cestas básicas.

Em Santo André não houve nenhuma denúncia de desrespeito ao decreto pelos munícipes. Porém, a cidade já notificou 163 estabelecimentos, sendo que 13 locais foram lacrados em 25 operações. Ainda segundo a administração, o Jardim Santo André foi o bairro com maior número de notificações, somando 20.

Em maio, por exemplo, Prefeitura de Santo André e o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) interditaram um lava-rápido no bairro Jardim, por descumprimento das determinações sanitárias e de segurança, pois dentro do local ainda funcionava um bar, que também estava aberto. O estabelecimento já havia sido notificado em uma das primeiras operações realizadas no combate à pandemia e voltou a abrir sem autorização.

São Bernardo informou que a vigilância sanitária já vistoriou mais de 930 estabelecimento comerciais em bairros do município, onde pelo menos 35 foram autuados e outros 65, interditados por descumprimento do decreto municipal.
São Caetano foi a cidade que apresentou o maior número de lacrações. Foram cerca de 350 notificações desde o início da pandemia e 83 comércios foram lacrados.

Em Mauá, a partir de abril foi iniciada a operação de autuações que emitiu mais de 250 notificações em virtude ao descumprimento dos decretos publicados pelo novo coronavírus. Na lista dos estabelecimentos estão lojas de roupas e calçados, bares, salões de cabeleireiro e até agências bancárias (por descumprimento de normas de distanciamento e higienização), principalmente nos bairros Centro, Jardim Pilar, Vila Vitória, Jardim Itapark, Parque das Américas, Parque São Vicente, Capuava e Jardim Nova Mauá.

Ribeirão Pires ressaltou que, até o momento, foram sete comércios autuados pelo descumprimento do decreto municipal que estabelece normas para o funcionamento das atividades essenciais, sendo seis na região central e uma na região do Parque das Fontes. Nenhum comércio foi fechado na cidade.
Diadema não enviou os dados atualizados ao Diário, mas pela última atualização, em maio, a cidade recebeu 215 notificações de estabelecimentos que descumpriram as regras, sendo que seis comércios foram lacrados.

Já Rio Grande da Serra não respondeu até o fechamento desta edição.  

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