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Ford Escort comemora 35 anos de lançamento no Brasil

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Quando chegou ao Brasil, em 1983, o Escort já estava na terceira geração na Europa


Da Redação, com assessoria
Do Garagem360

07/08/2018 | 09:48


O Ford Escort completou 35 anos de lançamento no Brasil. Primeiro projeto global da marca no país, ele marcou época com sua carroceria de “dois volumes e meio” com frente em cunha, faróis retangulares, janelas amplas e traseira curta. Foi objeto de desejo nos anos 1980 e 1990 por conta da versão esportiva XR3, que também oferecia a opção conversível.

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Quando chegou ao Brasil, em 1983, o Escort já estava na terceira geração na Europa. Equipado com motor transversal, tração dianteira e suspensão independente nas quatro rodas, calibrada para mercado brasileiro, tinha tamanho compacto (3,97 m) e o menor coeficiente aerodinâmico do país (0,385 Cx).

Numa época em que ainda não havia motores flex, ele oferecia versões a álcool ou a gasolina dos motores 1.3 e 1.6. O desempenho econômico, a direção leve e agradável, a ampla visibilidade, o baixo nível de ruído e o acabamento interno eram outros pontos elogiados do carro. A embreagem com ajuste automático de folga e a garantia de três anos contra corrosão eram outras novidades.

LEIA MAIS: Corolla, Civic, Mustang e Polo: veja a evolução dos carros ao longo dos anos

Ford testa piloto automático que pode melhorar fluxo do trânsito

O Escort foi o primeiro carro brasileiro a oferecer simultaneamente a opção de duas ou quatro portas e tinha três versões de acabamento: básica, L e GL. A versão Ghia, de luxo, chegou depois com vidros e travas elétricos, vidros com efeito dourado, limpador de pára-brisa ajustável e indicadores de desgaste do freio, nível de combustível, óleo e líquido de arrefecimento. Os bancos de veludo e o relógio azul no teto eram itens adicionais de requinte.

Ford Escort XR3

A versão esportiva XR3 (de Experimental Research 3) surgiu no mesmo ano e se tornou o ícone da linha, com quatro faróis auxiliares, aerofólio traseiro, teto solar, rodas de 14 polegadas no estilo “trevo de quatro folhas” e pneus de perfil baixo – outra novidade em carros nacionais. O motor 1.6 com calibração especial oferecia 10 cv a mais de potência. A versão Escort XR3 Conversível chegou em 1985 e tornou-se o sonho de consumo da época.

Em 1986, o Escort foi reestilizado, com mudanças no capô, grade, faróis, piscas e para-choques envolventes e passou a ser equipado somente com motor 1.6 e duas portas. Com a formação da Autolatina, em 1989, as versões XR3 e Ghia receberam o motor AP 1.8 e a família foi ampliada com um sedã de duas portas, o Verona.

A linha ganhou um sedã de quatro portas, chamado Guarujá, em 1991 e era produzido na Argentina. A série especial Fórmula, com amortecedor eletrônico e bancos Recaro também chegou ao mercado nesse ano.

Nova geração

Em 1993, o Escort ganhou uma nova geração no Brasil, com uma carroceria maior totalmente nova e interior modernizado. O XR3 recebeu motor 2.0 com injeção eletrônica e a carroceria antiga continuou a ser produzida na versão Hobby para o segmento de carros populares, com motor 1.6, depois trocado pelo 1.0.

Com a criação do Mercosul, em 1996, o Escort passou a ser produzido na Argentina com nova frente, motor 1.8 Zetec e o fim das versões XR3, Ghia e Hobby. Nesse mesmo ano, o hatch passou por uma nova reestilização, voltou a ter quatro portas e o nome Verona foi trocado por Escort Sedan. Foram introduzidos também a perua e a versão RS, com duas portas e apelo esportivo.

Em 2000 o Escort ganhou a opção do motor Zetec Rocam 1.6 nacional e que ficou com o modelo até o encerramento da produção, em 2003. Atualmente, a Ford usa o nome Escort em um sedã médio produzido na China, que não guarda nenhum parentesco com o antigo veículo.

 
 
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Ford Escort comemora 35 anos de lançamento no Brasil

Quando chegou ao Brasil, em 1983, o Escort já estava na terceira geração na Europa

Da Redação, com assessoria
Do Garagem360

07/08/2018 | 09:48


O Ford Escort completou 35 anos de lançamento no Brasil. Primeiro projeto global da marca no país, ele marcou época com sua carroceria de “dois volumes e meio” com frente em cunha, faróis retangulares, janelas amplas e traseira curta. Foi objeto de desejo nos anos 1980 e 1990 por conta da versão esportiva XR3, que também oferecia a opção conversível.

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Quando chegou ao Brasil, em 1983, o Escort já estava na terceira geração na Europa. Equipado com motor transversal, tração dianteira e suspensão independente nas quatro rodas, calibrada para mercado brasileiro, tinha tamanho compacto (3,97 m) e o menor coeficiente aerodinâmico do país (0,385 Cx).

Numa época em que ainda não havia motores flex, ele oferecia versões a álcool ou a gasolina dos motores 1.3 e 1.6. O desempenho econômico, a direção leve e agradável, a ampla visibilidade, o baixo nível de ruído e o acabamento interno eram outros pontos elogiados do carro. A embreagem com ajuste automático de folga e a garantia de três anos contra corrosão eram outras novidades.

LEIA MAIS: Corolla, Civic, Mustang e Polo: veja a evolução dos carros ao longo dos anos

Ford testa piloto automático que pode melhorar fluxo do trânsito

O Escort foi o primeiro carro brasileiro a oferecer simultaneamente a opção de duas ou quatro portas e tinha três versões de acabamento: básica, L e GL. A versão Ghia, de luxo, chegou depois com vidros e travas elétricos, vidros com efeito dourado, limpador de pára-brisa ajustável e indicadores de desgaste do freio, nível de combustível, óleo e líquido de arrefecimento. Os bancos de veludo e o relógio azul no teto eram itens adicionais de requinte.

Ford Escort XR3

A versão esportiva XR3 (de Experimental Research 3) surgiu no mesmo ano e se tornou o ícone da linha, com quatro faróis auxiliares, aerofólio traseiro, teto solar, rodas de 14 polegadas no estilo “trevo de quatro folhas” e pneus de perfil baixo – outra novidade em carros nacionais. O motor 1.6 com calibração especial oferecia 10 cv a mais de potência. A versão Escort XR3 Conversível chegou em 1985 e tornou-se o sonho de consumo da época.

Em 1986, o Escort foi reestilizado, com mudanças no capô, grade, faróis, piscas e para-choques envolventes e passou a ser equipado somente com motor 1.6 e duas portas. Com a formação da Autolatina, em 1989, as versões XR3 e Ghia receberam o motor AP 1.8 e a família foi ampliada com um sedã de duas portas, o Verona.

A linha ganhou um sedã de quatro portas, chamado Guarujá, em 1991 e era produzido na Argentina. A série especial Fórmula, com amortecedor eletrônico e bancos Recaro também chegou ao mercado nesse ano.

Nova geração

Em 1993, o Escort ganhou uma nova geração no Brasil, com uma carroceria maior totalmente nova e interior modernizado. O XR3 recebeu motor 2.0 com injeção eletrônica e a carroceria antiga continuou a ser produzida na versão Hobby para o segmento de carros populares, com motor 1.6, depois trocado pelo 1.0.

Com a criação do Mercosul, em 1996, o Escort passou a ser produzido na Argentina com nova frente, motor 1.8 Zetec e o fim das versões XR3, Ghia e Hobby. Nesse mesmo ano, o hatch passou por uma nova reestilização, voltou a ter quatro portas e o nome Verona foi trocado por Escort Sedan. Foram introduzidos também a perua e a versão RS, com duas portas e apelo esportivo.

Em 2000 o Escort ganhou a opção do motor Zetec Rocam 1.6 nacional e que ficou com o modelo até o encerramento da produção, em 2003. Atualmente, a Ford usa o nome Escort em um sedã médio produzido na China, que não guarda nenhum parentesco com o antigo veículo.

 
 
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