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Cientistas políticos não acreditam em vantagem para Serra


Orlando Muller
Especial para o Diário

10/08/2009 | 07:01


A possibilidade de haver um pleito presidencial com três mulheres, as quais disputariam votos entre si, não deve favorecer a candidatura de um homem. Essa é a avaliação dos três cientistas políticos ouvidos pelo Diário.

Nas pesquisas de intenção de voto, quem aparece na liderança - e supostamente poderia ser o beneficiado com a briga feminina - é o governador de São Paulo, José Serra (PSDB).

A análise unânime é de que os eleitores não votam em função do gênero, e sim das propostas apresentadas. "As propostas que serão apresentadas são um fator muito mais forte, até porque estamos cada vez mais evoluindo com as discussões e problemas com o gênero vão se distanciando", disse o especialista em marketing político Sávio Ximenes.

Marco Antonio Carvalho Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas, não acredita que as pessoas votem menos nas mulheres do que em homens por questão de gênero, ou ainda que quem vota em mulher terá de "dividir o voto em três pedaços".

Para Rui Tavares Maluf, não haveria diferença entre Serra, Dilma, Heloísa Helena e Marina Silva em função do sexo deles. "As pessoas votam a partir das propostas, dos projetos, do que será feito."

Os especialistas concordam que as mulheres estão invertendo a lógica no mercado de trabalho e também na política. (Colaborou Leandro Laranjeira)



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