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Vaia e reserva no Milan ainda irritam Rivaldo



12/09/2003 | 00:13


Rivaldo aprendeu ao longo da sua carreira a não deixar nada sem resposta. Principalmente depois de conseguir o pentacampeonato mundial no Japão. O jogador está desgostoso com sua situação no Milan e na Seleção Brasileira, mas os motivos são diferentes.

No milionário clube italiano, não se conforma com a reserva e se a situação não mudar, ele promete até mudar de time no final do ano. E na Seleção, não acha justa as vaias que recebe da torcida. Por tudo que já fez e acredita poder repetir em campo. Mas sua reação não será abandonar as convocações. Pelo contrário. Vai comprar a briga, mudar a opinião dos torcedores e calar as críticas mais uma vez.

"Fiquei muito chateado com a reação dos torcedores em Manaus. Bastava eu chegar perto das laterais do campo que eu já ouvia as vaias e os palavrões", contou Rivaldo, no desembarque da Seleção em São Paulo, depois da vitória por 1 a 0 sobre o Equador.

Rivaldo sabe que o fato de estar na reserva no Milan atrapalha o seu desempenho. Mas promete colocar um fim nesta situação. De um jeito ou de outro. "Na temporada passada concordei com a reserva. Cheguei abaixo fisicamente e depois me contundi em um time já montado. Conversei com o técnico Carlo Ancelotti e desta vez terei meu lugar como titular", garantiu.

O brasileiro ameaça até sair caso não seja escalado. "Respeito o grupo, o Milan, o treinador, mas se for para continuar na reserva, vou procurar o meu lugar em outro clube", afirmou Rivaldo.

Equilíbrio - O técnico Carlos Alberto Parreira prevê que as Eliminatórias para o Mundial de 2006 vão ser marcadas por muito equilíbrio e aposta na classificação de pelo menos duas seleções para a Copa da Alemanha: Brasil e Equador. "É muito cedo ainda para dizer quem vai se classificar ou ficar fora. Mas os resultados foram muito interessantes. Um time (Uruguai) ganha de cinco e depois perde de goleada. Outro (Paraguai) leva quatro gols na estréia e depois dá goleada."

O treinador disse acreditar na classificação do Equador por ser um time maduro, experiente – a maioria disputou a Copa de 2002. "Foi o segundo colocado nas últimas eliminatórias, ficando à nossa frente. Nos venceu por 1 a 0 em Quito e perdeu no Brasil por 3 a 2. Com certeza, nem vai precisar da repescagem para chegar entre os quatro primeiros."



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