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Filippi: ‘Motivação para reverter abandono visto em Diadema’

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

José de Filippi Júnior busca quarto mandato com olhar de recuperar legado e implementar nova agenda a Diadema


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

29/11/2020 | 00:01


Doze anos depois de deixar a Prefeitura de Diadema, José de Filippi Júnior (PT) voltou à disputa eleitoral na cidade em busca do quarto mandato como prefeito. Mas garante que a motivação é alta para tirar “o município da condição de abandono em que se encontra”.

Filippi foi de tudo um pouco em Diadema. Comandou a Secretaria de Obras nas primeiras gestões do PT, administrou o município em três oportunidades (de 1993 a 1996, de 2001 a 2004 e entre 2005 e 2008). Ao eleger seu pupilo Mário Reali (PT) como sucessor, concorreu – e conquistou – cadeira de deputado federal. Foi tesoureiro de campanhas presidenciais. Atuou como secretário de Saúde da prefeitura de São Paulo. Passado esse périplo político, regressou para a política diademense porque, segundo ele, viu que boa parte do legado deixado se perdeu.

“Estou com muita vontade de voltar a ser prefeito justamente por esse apoio que recebemos no primeiro turno, maior manifestação entre os 13 candidatos, e pela condição de abandono da cidade. A Prefeitura de Diadema pode muito mais, já provamos isso, pode muito mais a partir do ponto que deixamos. Nos últimos anos, ela não criou nada novo, só retrocedeu nas políticas que fizemos”, lamentou o petista, que, na etapa inicial, recebeu 92.670 votos (45,65% dos válidos). “Até o Procon não existe mais, meu Deus do céu.”

O ex-chefe do Executivo assegura que, se for eleito hoje, seu mandato não ficará restrito aos projetos que implementou nas outras passagens. “É recuperar a Prefeitura até o ponto que nós deixamos e assumir novos desafios também. Temos uma equipe mais preparada, um plano de governo construído por seis meses e com colaboração de 900 pessoas. Tudo isso me dá segurança de que não estarei sozinho nessa missão.”

Para ele, a cidade sente falta de um prefeito que seja líder na concepção da palavra. O reflexo é sentido na ponta, no atendimento ao cidadão. “Um funcionário relegado acaba não tendo a atitude que deveria tomar quando um munícipe busca os serviços. Há todo contexto que desmotiva, que joga para baixo”, sintetiza.

O petista coloca a saúde no topo das prioridades em uma eventual gestão. Diz que focará na atenção básica, vai garantir estoque de remédios, resgatará o potencial do Quarteirão da Saúde e que encontrará saída ao Hospital Municipal, no bairro Piraporinha, sem construir outra estrutura. “Vamos buscar soluções, parcerias, seja com ente público ou setor privado. Fato é que o Hospital Municipal está com a data de validade vencida.” 

NOME DE URNA: Filippi

NÚMERO DE URNA: 13

PARTIDO: PT

NOME COMPLETO: José de Filippi Júnior

IDADE: 63 anos

PROFISSÃO: Engenheiro



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Filippi: ‘Motivação para reverter abandono visto em Diadema’

José de Filippi Júnior busca quarto mandato com olhar de recuperar legado e implementar nova agenda a Diadema

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

29/11/2020 | 00:01


Doze anos depois de deixar a Prefeitura de Diadema, José de Filippi Júnior (PT) voltou à disputa eleitoral na cidade em busca do quarto mandato como prefeito. Mas garante que a motivação é alta para tirar “o município da condição de abandono em que se encontra”.

Filippi foi de tudo um pouco em Diadema. Comandou a Secretaria de Obras nas primeiras gestões do PT, administrou o município em três oportunidades (de 1993 a 1996, de 2001 a 2004 e entre 2005 e 2008). Ao eleger seu pupilo Mário Reali (PT) como sucessor, concorreu – e conquistou – cadeira de deputado federal. Foi tesoureiro de campanhas presidenciais. Atuou como secretário de Saúde da prefeitura de São Paulo. Passado esse périplo político, regressou para a política diademense porque, segundo ele, viu que boa parte do legado deixado se perdeu.

“Estou com muita vontade de voltar a ser prefeito justamente por esse apoio que recebemos no primeiro turno, maior manifestação entre os 13 candidatos, e pela condição de abandono da cidade. A Prefeitura de Diadema pode muito mais, já provamos isso, pode muito mais a partir do ponto que deixamos. Nos últimos anos, ela não criou nada novo, só retrocedeu nas políticas que fizemos”, lamentou o petista, que, na etapa inicial, recebeu 92.670 votos (45,65% dos válidos). “Até o Procon não existe mais, meu Deus do céu.”

O ex-chefe do Executivo assegura que, se for eleito hoje, seu mandato não ficará restrito aos projetos que implementou nas outras passagens. “É recuperar a Prefeitura até o ponto que nós deixamos e assumir novos desafios também. Temos uma equipe mais preparada, um plano de governo construído por seis meses e com colaboração de 900 pessoas. Tudo isso me dá segurança de que não estarei sozinho nessa missão.”

Para ele, a cidade sente falta de um prefeito que seja líder na concepção da palavra. O reflexo é sentido na ponta, no atendimento ao cidadão. “Um funcionário relegado acaba não tendo a atitude que deveria tomar quando um munícipe busca os serviços. Há todo contexto que desmotiva, que joga para baixo”, sintetiza.

O petista coloca a saúde no topo das prioridades em uma eventual gestão. Diz que focará na atenção básica, vai garantir estoque de remédios, resgatará o potencial do Quarteirão da Saúde e que encontrará saída ao Hospital Municipal, no bairro Piraporinha, sem construir outra estrutura. “Vamos buscar soluções, parcerias, seja com ente público ou setor privado. Fato é que o Hospital Municipal está com a data de validade vencida.” 

NOME DE URNA: Filippi

NÚMERO DE URNA: 13

PARTIDO: PT

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