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Prazos de 2014 preocupam a CBF


Kati Dias
Do Diário do Grande ABC

10/05/2007 | 07:04


O Comitê responsável pela candidatura brasileira à Copa de 2014 ministrou quarta-feira um seminário, no Rio de Janeiro, para os representantes dos Estados e do Distrito Federal interessados em receber os confrontos do Mundial. No painel, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, enfatizou a importância de se respeitar os prazos impostos pela Fifa. Já o ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, afirmou que as diretrizes de orçamento para o projeto do Mundial de 2014 deverá seguir uma linha diferente adotada nos Jogos Pan-Americanos.

De acordo com o ministro, a União deve ser cautelosa com a divulgação de cifras estimadas a serem gastas com o projeto da Copa, uma iniciativa diferente em relação ao andamento das obras do Pan do Rio. “Não se foi muito comedido ao divulgar os números iniciais (do Pan). Mas agora estamos trabalhando com cautela, conscientes de cada passo. As revisões constantes no orçamento não serão tão necessárias como a que fizemos com o Pan. Não acredito que teremos esse tipo de surpresa com o projeto da Copa”, explicou o ministro, que também afirmou ser impossível momentaneamente projetar valores federais a serem gastos com o Mundial. No Pan, segundo os últimos balanços divulgados, já foram investidos R$ 1,3 bilhões, e a fatura pode chegar a R$ 2 bilhões.

Além de falar da responsabilidade do Governo Federal, o seminário serviu para orientar os candidatos a formalizar seus projetos, que deverão ser entregues até o final deste mês. A partir daí, o comitê organizador deverá analisar as alternativas até chegar ao número de locais que receberão os jogos.

Em seguida, os organizadores vão redigir o caderno de encargos, que a Fifa exige ter em mãos até o dia 31 de julho. A entidade decidirá sobre o local da Copa de 2014 em novembro deste ano. Mesmo como postulante único, o Brasil precisa corresponder às exigências internacionais para ter o direito ao evento ratificado. “Deve ficar claro que temos de fazer nosso dever de casa. A Fifa nos proporciona essa chance de receber a Copa como uma espécie de concorrência pública. O próprio presidente (Joseph) Blatter disse que é para encararmos a disputa se tivessem outros cinco ou seis na briga”, complementou Teixeira.



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