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Volátil, dólar à vista ronda estabilidade à espera de dado dos EUA e Campos Neto

Marcello Casal JR/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


09/04/2020 | 09:58


O dólar à vista está oscilando perto da estabilidade, ora com viés de baixa ora de alta nesta quinta-feira, 9. A moeda iniciou o dia em baixa, alinhado ao sinal predominante ante outras divisas emergentes ligadas a commodities no exterior, mas passou a subir, com movimento de recomposição de posições compradas em dólar após três quedas seguidas ante o real (fechou a R$ 5,1430 no mercado à vista ontem). A forte agenda diária está no foco. No exterior, o dólar cai predominantemente ante moedas emergentes ligadas a commodities.

Nesta véspera do feriado da Sexta-feira Santa, que deve fechar os mercados amanhã no Brasil, EUA e Europa, estão no radar os pedidos semanais de auxílio-desemprego dos EUA, o tom do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell e ainda o desfecho da reunião da Opep+, que vai conduzir os preços do petróleo.

No Brasil, também será monitorado o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que deve tentar um acordo com Senadores para aprovação de PEC que dá liberdade para BC comprar títulos longos.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março veio fraco, com alta de 0,07%, abaixo da medida das estimativas do Projeções Broadcast (0,12%) e da alta de 0,25% em fevereiro. O dado reforça expectativas de corte da Selic em maio.

Mais cedo, pesou na queda ante o real o apetite por moedas consideradas mais arriscadas após notícia de que o comércio exterior e o consumo doméstico da China deram sinais de melhora em março, depois que o governo fez progressos no combate ao coronavírus e se esforçou para reiniciar a atividade econômica, segundo o Ministério de Comércio do país.

Tantos as exportações quanto as importações se recuperaram parcialmente em março no país asiático, após sofrerem fortes quedas no primeiro bimestre.

Às 9h41, o dólar caía 0,12%, a R$ 5,1348. Na mínima, caiu a R$ 5,1273 e, na máxima, subiu a R$ 5,1523. O dólar maio seguia em alta, a R$ 5,140 (+0,17%).



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Volátil, dólar à vista ronda estabilidade à espera de dado dos EUA e Campos Neto


09/04/2020 | 09:58


O dólar à vista está oscilando perto da estabilidade, ora com viés de baixa ora de alta nesta quinta-feira, 9. A moeda iniciou o dia em baixa, alinhado ao sinal predominante ante outras divisas emergentes ligadas a commodities no exterior, mas passou a subir, com movimento de recomposição de posições compradas em dólar após três quedas seguidas ante o real (fechou a R$ 5,1430 no mercado à vista ontem). A forte agenda diária está no foco. No exterior, o dólar cai predominantemente ante moedas emergentes ligadas a commodities.

Nesta véspera do feriado da Sexta-feira Santa, que deve fechar os mercados amanhã no Brasil, EUA e Europa, estão no radar os pedidos semanais de auxílio-desemprego dos EUA, o tom do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell e ainda o desfecho da reunião da Opep+, que vai conduzir os preços do petróleo.

No Brasil, também será monitorado o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que deve tentar um acordo com Senadores para aprovação de PEC que dá liberdade para BC comprar títulos longos.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março veio fraco, com alta de 0,07%, abaixo da medida das estimativas do Projeções Broadcast (0,12%) e da alta de 0,25% em fevereiro. O dado reforça expectativas de corte da Selic em maio.

Mais cedo, pesou na queda ante o real o apetite por moedas consideradas mais arriscadas após notícia de que o comércio exterior e o consumo doméstico da China deram sinais de melhora em março, depois que o governo fez progressos no combate ao coronavírus e se esforçou para reiniciar a atividade econômica, segundo o Ministério de Comércio do país.

Tantos as exportações quanto as importações se recuperaram parcialmente em março no país asiático, após sofrerem fortes quedas no primeiro bimestre.

Às 9h41, o dólar caía 0,12%, a R$ 5,1348. Na mínima, caiu a R$ 5,1273 e, na máxima, subiu a R$ 5,1523. O dólar maio seguia em alta, a R$ 5,140 (+0,17%).

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