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Mais 150 aderem a greve em S.Caetano


William Glauber
Do Diário do Grande ABC

26/11/2006 | 22:25


No segundo dia da segunda paralisação, os guardas civis municipais de São Caetano registraram ontem a adesão de 150 oficiais ao movimento grevista. Os guardas prestam apenas os serviços essenciais à população, ao garantir 30% do efetivo nas ruas, e o restante espontaneamente cruza os braços em solidariedade a 36 colegas afastados do trabalho por tempo indeterminado desde a noite de sexta-feira.

Os GCMs foram punidos com afastamento das funções por conta da primeira paralisação ocorrida durante um turno, composto por 83 oficiais, na quinta-feira, em protesto contra o afastamento do supervisor Robson Andrei. Ele e outros GCMs participaram de ato na Câmara Municipal na terça-feira por melhoria nas condições de trabalho e elevação do salário-base ( R$ 222,07).

A represália partiu do comandante Balbo Santarelli, que considerou, por meio de comunicado distribuído aos guardas, uma falta grave “o movimento de paralisação” dos GCMs. “Gostaria de lembrar que o serviço prestado pela GCM é caracterizado como ‘Serviço Excencial’ (sic)”, frisou o oficial. Procurado pela reportagem, Santarelli recusou-se a comentar o assunto.

Frente à decisão do superior, os GCMs prometem não desistir das reivindicações. Na ordem da pauta, está o retorno imediato dos 36 guardas punidos com afastamento. “Os GCMs só voltam ao trabalho quando permitirem também o retorno de todo o pessoal suspenso. Parte dos plantonistas não trabalha em solidariedade e são todos responsáveis e pais de família”, disse o GCM Odevaldo Teixeira. Em seguida, eles prometem lutar pelas melhorias das condições de trabalho da categoria.

Hoje, os oficiais aguardam resposta do prefeito José Auricchio Júnior a respeito da pauta de reivindicações, apresentada na última sexta-feira ao chefe de gabinete, Adauto Campanella. Os GCMs realizam hoje também assembléia para deflagrar oficialmente o início ou não de um movimento grevista. Até agora as interrupções das jornadas de trabalho ocorrem espontaneamente, embora sejam caracterizadas greve por conter reivindicação, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho). O Sindiserv (Sindicato dos Servidores de São Caetano) informou que negocia agendamento de audiência com o prefeito de São Caetano.


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Mais 150 aderem a greve em S.Caetano

William Glauber
Do Diário do Grande ABC

26/11/2006 | 22:25


No segundo dia da segunda paralisação, os guardas civis municipais de São Caetano registraram ontem a adesão de 150 oficiais ao movimento grevista. Os guardas prestam apenas os serviços essenciais à população, ao garantir 30% do efetivo nas ruas, e o restante espontaneamente cruza os braços em solidariedade a 36 colegas afastados do trabalho por tempo indeterminado desde a noite de sexta-feira.

Os GCMs foram punidos com afastamento das funções por conta da primeira paralisação ocorrida durante um turno, composto por 83 oficiais, na quinta-feira, em protesto contra o afastamento do supervisor Robson Andrei. Ele e outros GCMs participaram de ato na Câmara Municipal na terça-feira por melhoria nas condições de trabalho e elevação do salário-base ( R$ 222,07).

A represália partiu do comandante Balbo Santarelli, que considerou, por meio de comunicado distribuído aos guardas, uma falta grave “o movimento de paralisação” dos GCMs. “Gostaria de lembrar que o serviço prestado pela GCM é caracterizado como ‘Serviço Excencial’ (sic)”, frisou o oficial. Procurado pela reportagem, Santarelli recusou-se a comentar o assunto.

Frente à decisão do superior, os GCMs prometem não desistir das reivindicações. Na ordem da pauta, está o retorno imediato dos 36 guardas punidos com afastamento. “Os GCMs só voltam ao trabalho quando permitirem também o retorno de todo o pessoal suspenso. Parte dos plantonistas não trabalha em solidariedade e são todos responsáveis e pais de família”, disse o GCM Odevaldo Teixeira. Em seguida, eles prometem lutar pelas melhorias das condições de trabalho da categoria.

Hoje, os oficiais aguardam resposta do prefeito José Auricchio Júnior a respeito da pauta de reivindicações, apresentada na última sexta-feira ao chefe de gabinete, Adauto Campanella. Os GCMs realizam hoje também assembléia para deflagrar oficialmente o início ou não de um movimento grevista. Até agora as interrupções das jornadas de trabalho ocorrem espontaneamente, embora sejam caracterizadas greve por conter reivindicação, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho). O Sindiserv (Sindicato dos Servidores de São Caetano) informou que negocia agendamento de audiência com o prefeito de São Caetano.

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