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Polícia prende mais um acusado de envolvimento no caso Celso


Do Diário OnLine

28/02/2002 | 00:38


A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo anunciou que foi detido nesta quarta-feira mais um integrante da quadrilha que seqüestrou e matou o prefeito Celso Daniel. Ele é Devid Santos Barbosa, conhecido como "Sapeco". Também nesta quarta-feira, a polícia confirmou os nomes de outros três suspeitos do crime: Elcyd Oliveira Brito, o "John"; Antônio Carlos Pereira Santos, o "Legal"; e Deivison Cristiano Correa, o "Alemão". Os três ainda estão foragidos.

Além deles, os policiais continuam no encalço de Rodolfo Rodrigo de Souza Oliveira, o "Bozinho"; Mário Sério Santos de Souza, o "Serginho"; Juscelino da Costa Barros, o "Cara-de-gato"; Ivan Rodrigues da Silva, o "Monstro"; e Itamar Messias do Santos.

As fotos, nomes e as fichas dos foragidos foram afixadas no auditório do Departamento de Homicídios e Proteção è Pessoa da Polícia Civil (DHPP), onde será realizada uma entrevista coletiva para divulgação dos laudos do caso Celso Daniel. Três pessoas já foram presas neste caso e um menor está recolhido na Fundação para o Bem-Estar do Menor (Febem).

Na entrevista coletiva, o diretor do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Domingos de Paula Neto, divulgou os laudos que comprovam a participação de Itamar no crime, já que as impressões digitais dele foram encontradas na Pajero que transportava Celso Daniel na noite em que foi ele foi seqüestrado, na zona Sul de São Paulo.

Além disso, ficou comprovado que a amostra de terra encontradas no sapato do prefeito é compatível à da área geológica da favela do Pantanal, na divisa entre Diadema e São Paulo, onde foi localizado um possível cativeiro.

Paula Neto também confirmou que a Blazer queimada encontrada na favela foi usada no seqüestro. A perícia constatou que havia resíduos de tinta da Pajero na lataria da Blazer.

Já as investigações feitas no prédio em que o prefeito morava mostram que na secretária eletrônica de Celso só constavam recados pessoais. Além disso, o nome apagado com ‘branquinho’ do livro de entradas do edifício não era significativo para as investigações.



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