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Cenário nacional é mote de debate entre candidatos ao Estado

Postulantes ao governo de São Paulo foram confrontados por ligação política com presidenciáveis da coligação em embate da Gazeta/Estadão


Fabio Martins
Diário do Grande ABC

17/09/2018 | 07:00


A discussão no debate de ontem da TV Gazeta/Estadão entre os principais candidatos ao governo de São Paulo – participação de sete dos 12 concorrentes ao cargo – ficou marcada pela nacionalização do discurso, envolvendo, especialmente, confronto pela ligação política dos postulantes com os presidenciáveis defendidos pela coligação, além de críticas ao passado do adversário. Diferentemente de outros embates, o tema da corrupção, no entanto, ficou praticamente fora da pauta.

O debate ocorreu com João Doria (PSDB), Paulo Skaf (MDB), Márcio França (PSB), Luiz Marinho (PT), Marcelo Candido (PDT), Lisete Arelaro (Psol) e Rodrigo Tavares (PRTB). No topo das pesquisas de intenção de voto, Skaf e Doria apareceram como alvos de ataques. O tucano não poupou críticas ao ex-dirigente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e, assim como em propagandas eleitorais, procurou colar no emedebista a imagem do presidente Michel Temer (MDB). Skaf tentou dizer que não tinha mentor na política, mas o ex-prefeito da Capital respondeu que “tinha padrinho sim e era Temer”.

“Não sei porque você tenta esconder que seu padrinho é Michel Temer. Ele é o presidente de honra do MDB, seu partido. Eu não tenho vergonha do meu padrinho, que é Geraldo Alckmin”, emendou Doria. O tucano foi questionado, por jornalista, se ele confia nos dividendos eleitorais do ex-governador. “Não temos motivação para escondê-lo. É meu candidato. Tenho orgulho das conquistas do PSDB em São Paulo”, pontuou Doria.

Marinho voltou a responsabilizar os partidos de oposição pela crise econômica no País durante o governo Dilma Rousseff (PT). “Dilma não conseguiu aprovar nenhum projeto por causa de Aécio (Neves, PSDB) e (Eduardo) Cunha”, disse. O petista classificou Doria como “o mais rico do pedaço”. “Sou rico sim, porque trabalhei. Lula roubou e está pagando pena. Vamos criar empregos com política liberal. Oposto do que seu partido faz, que não acredita no capital privado”, rebateu.

Em outra indagação de jornalistas, o lema de Bolsonaro ‘Brasil, acima de tudo’ foi abordado a Tavares, mencionando que, em alemão, é uma ofensa, quando só os nazistas usam. “Isso significa renovação no Brasil. Que o povo não mais tolera essa forma de governo.”

França tentou fazer pegadinha com Doria ao perguntar o estoque de precatórios. O tucano não respondeu os valores das dívidas. O atual governador inseriu o complemento em outra questão. “Temos R$ 23 bilhões”, disse, ao emendar novo ponto, desta vez sobre o número de servidores. O ex-prefeito falou que “é feio fazer pegadinha”. “Temos 25 secretarias, 25 empresas públicas em 645 municípios. Mais de 600 mil funcionários públicos.” 



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