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PEN projeta Chico do Judô como deputado federal e abre portas a Admir Jacomussi

Legenda vislumbra dobrada eleitoral entre secretário e presidente da Câmara de Mauá


Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

05/07/2017 | 07:00


Secretário de Serviços Urbanos de Mauá e vereador licenciado, Chico do Judô admitiu concorrer na eleição do ano que vem a deputado federal e abriu portas de seu partido, o PEN, para que o presidente da Câmara, Admir Jacomussi (PRP), lance seu projeto à Assembleia Legislativa no ano que vem.

A eleição de Admir Jacomussi em 2018 é a prioridade política do governo de Atila Jacomussi (PSB), filho do mandatário da Casa. Há, dentro da administração, o entendimento de que o PRP oferece poucas condições de vitória ao tradicional político mauaense – em 2014, por exemplo, o PRP não elegeu deputados estaduais.

“O partido me deu abertura de participar da eleição do ano que vem. Mas respeito a hierarquia e hoje faço parte de uma administração, do governo do Atila. Na última eleição vim sem recursos e estrutura e tive votos em 357 cidades. Se puder sair de novo, ao lado do Jacó (como Admir é conhecido), a coisa pode mudar”, declarou Chico do Judô.

Em 2014, o PEN elegeu dois deputados estaduais Feliciano Filho (188.898 votos) e Pedro Correa Júnior (38.489 adesões) – a baixa nota de corte dos vencedores tem sido usada como trunfo por dirigentes do PEN. O governo luta para que Admir conquiste ao menos 40 mil votos em Mauá e que possa atrair 20 mil eleitores de outras cidades – há forte articulação no Grande ABC e no Alto Tietê. Em 2014, quando se elegeu deputado estadual, Atila (então no PCdoB) recebeu 62.856 votos.

Coordenador regional do PEN, Marquinho Souza admitiu a sondagem a Admir Jacomussi. “Temos a pretensão de trazer o Jacó, por que não? Respeitamos o fato de o Chico (do Judô) estar no governo (de Atila) e acredito ser possível fazer uma parceria política. Vejo que essa é a eleição do novo, mas não necessariamente da figura do jovem político. Do novo de proposta, de quem nunca foi deputado conquistar seu espaço na Assembleia”, projetou Marquinho Souza.

Outras siglas monitoram a situação de Admir Jacomussi. Seu nome também foi ventilado no PSB, numa estratégia do vice-governador Márcio França de cacifar seu nome para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes no ano que vem com apoio do atual governador, o tucano Geraldo Alckmin. Admir, que foi secretário de Obras na gestão de Leonel Damo (PMDB), está em seu nono mandato como vereador de Mauá. 



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PEN projeta Chico do Judô como deputado federal e abre portas a Admir Jacomussi

Legenda vislumbra dobrada eleitoral entre secretário e presidente da Câmara de Mauá

Raphael Rocha
do Diário do Grande ABC

05/07/2017 | 07:00


Secretário de Serviços Urbanos de Mauá e vereador licenciado, Chico do Judô admitiu concorrer na eleição do ano que vem a deputado federal e abriu portas de seu partido, o PEN, para que o presidente da Câmara, Admir Jacomussi (PRP), lance seu projeto à Assembleia Legislativa no ano que vem.

A eleição de Admir Jacomussi em 2018 é a prioridade política do governo de Atila Jacomussi (PSB), filho do mandatário da Casa. Há, dentro da administração, o entendimento de que o PRP oferece poucas condições de vitória ao tradicional político mauaense – em 2014, por exemplo, o PRP não elegeu deputados estaduais.

“O partido me deu abertura de participar da eleição do ano que vem. Mas respeito a hierarquia e hoje faço parte de uma administração, do governo do Atila. Na última eleição vim sem recursos e estrutura e tive votos em 357 cidades. Se puder sair de novo, ao lado do Jacó (como Admir é conhecido), a coisa pode mudar”, declarou Chico do Judô.

Em 2014, o PEN elegeu dois deputados estaduais Feliciano Filho (188.898 votos) e Pedro Correa Júnior (38.489 adesões) – a baixa nota de corte dos vencedores tem sido usada como trunfo por dirigentes do PEN. O governo luta para que Admir conquiste ao menos 40 mil votos em Mauá e que possa atrair 20 mil eleitores de outras cidades – há forte articulação no Grande ABC e no Alto Tietê. Em 2014, quando se elegeu deputado estadual, Atila (então no PCdoB) recebeu 62.856 votos.

Coordenador regional do PEN, Marquinho Souza admitiu a sondagem a Admir Jacomussi. “Temos a pretensão de trazer o Jacó, por que não? Respeitamos o fato de o Chico (do Judô) estar no governo (de Atila) e acredito ser possível fazer uma parceria política. Vejo que essa é a eleição do novo, mas não necessariamente da figura do jovem político. Do novo de proposta, de quem nunca foi deputado conquistar seu espaço na Assembleia”, projetou Marquinho Souza.

Outras siglas monitoram a situação de Admir Jacomussi. Seu nome também foi ventilado no PSB, numa estratégia do vice-governador Márcio França de cacifar seu nome para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes no ano que vem com apoio do atual governador, o tucano Geraldo Alckmin. Admir, que foi secretário de Obras na gestão de Leonel Damo (PMDB), está em seu nono mandato como vereador de Mauá. 

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