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Emprego formal dobra no Grande ABC


Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

20/05/2008 | 07:02


O ritmo acelerado da economia do Grande ABC refletiu nas contratações com carteira assinada na região no primeiro quadrimestre deste ano. O saldo de vagas formais dobrou de janeiro a abril de 2008 em relação ao mesmo período de 2007 (102,41%), bem acima do apresentado na Região Metropolitana de São Paulo, que obteve alta de 24,24%.

Na comparação entre abril deste ano e abril de 2007, o crescimento do saldo foi de 18,52%, ou seja, 4.927 novos postos formais de trabalho, segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados ontem.

Já os quatro primeiros meses desse ano resultaram em 17.589 vagas ocupadas com carteira assinada nas sete cidades. No entanto, esse balanço não supera o resultado de abril de 2005, que obteve 19.556.

"Abril é o pico da geração do emprego no País. O desempenho do Grande ABC é muito superior ao do Brasil. Os números são impressionantes", afirma Paulo Henrique da Silva, sociólogo do Observatório Econômico de Santo André.

Na análise por cidades, São Bernardo apresenta a maior geração de emprego em números absolutos, com 7.329 vagas no acumulado do ano, sendo 2.119 do mês de abril. "Influência do setor de serviços e, principalmente da indústria de transformação", explica Silva.

Sob o mesmo efeito da cidade vizinha, Diadema aparece na segunda posição do ranking de acumulado do quadrimestre, com o balanço de 3.092 postos formais de trabalho - melhor resultado que Santo André e Mauá -, o que representa um crescimento de 262,06% em relação ao mesmo período do ano passado.

"Para os próximos meses até podemos esperar um desaceleração desse ritmo, que está muito forte. Mas é apenas acomodação do mercado, pois 2008 deverá ser um ano excepcional para a geração de emprego na região", prevê o sociólogo.

BRASIL
O resultado de abril para o emprego com carteira assinada ficou abaixo do esperado - queda de 2,47% - e não superou o recorde do ano passado, melhor mês da série. Já no acumulado de 2008, o crescimento dos postos formais foi de 21%, um saldo de 848,962 vagas.



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Emprego formal dobra no Grande ABC

Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

20/05/2008 | 07:02


O ritmo acelerado da economia do Grande ABC refletiu nas contratações com carteira assinada na região no primeiro quadrimestre deste ano. O saldo de vagas formais dobrou de janeiro a abril de 2008 em relação ao mesmo período de 2007 (102,41%), bem acima do apresentado na Região Metropolitana de São Paulo, que obteve alta de 24,24%.

Na comparação entre abril deste ano e abril de 2007, o crescimento do saldo foi de 18,52%, ou seja, 4.927 novos postos formais de trabalho, segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados ontem.

Já os quatro primeiros meses desse ano resultaram em 17.589 vagas ocupadas com carteira assinada nas sete cidades. No entanto, esse balanço não supera o resultado de abril de 2005, que obteve 19.556.

"Abril é o pico da geração do emprego no País. O desempenho do Grande ABC é muito superior ao do Brasil. Os números são impressionantes", afirma Paulo Henrique da Silva, sociólogo do Observatório Econômico de Santo André.

Na análise por cidades, São Bernardo apresenta a maior geração de emprego em números absolutos, com 7.329 vagas no acumulado do ano, sendo 2.119 do mês de abril. "Influência do setor de serviços e, principalmente da indústria de transformação", explica Silva.

Sob o mesmo efeito da cidade vizinha, Diadema aparece na segunda posição do ranking de acumulado do quadrimestre, com o balanço de 3.092 postos formais de trabalho - melhor resultado que Santo André e Mauá -, o que representa um crescimento de 262,06% em relação ao mesmo período do ano passado.

"Para os próximos meses até podemos esperar um desaceleração desse ritmo, que está muito forte. Mas é apenas acomodação do mercado, pois 2008 deverá ser um ano excepcional para a geração de emprego na região", prevê o sociólogo.

BRASIL
O resultado de abril para o emprego com carteira assinada ficou abaixo do esperado - queda de 2,47% - e não superou o recorde do ano passado, melhor mês da série. Já no acumulado de 2008, o crescimento dos postos formais foi de 21%, um saldo de 848,962 vagas.

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