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A Chef de cozinha de 'água na boca'

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Da TV Press

29/05/2008 | 07:02


Após dois personagens pequenos na TV, Rosane Mulholland levou um susto quando foi chamada pelo diretor Del Rangel para viver uma protagonista. Na pele da francesinha Danielle em Água na Boca, nova investida da Band na dramaturgia, a atriz até que tem sido bastante requisitada no cinema nos últimos anos. Mas poucos lembram do seu rosto em novelas.

Sua última trama na TV foi como a Daniela de Sete Pecados, irmã mais nova de Priscila Fantin. Antes disso, apenas uma pequena participação na minissérie JK, como irmã de Sara Kubistchek, de Débora Falabella.

Com o convite na Band, a atriz deixou de lado personagens irmãs de atrizes conhecidas para se arriscar na gastronomia. "Sou boa de garfo, não de cozinha. Mas tento aprender a manusear uma faca, a fingir que sou boa na panela. Só me arrisco na cozinha do cenário. Em casa, só o básico", assume a atriz, apertando os olhinhos em um esboço de sorriso.

De descendência irlandesa, a atriz de 27 anos não precisou fazer uma vasta pesquisa para a francesinha de nariz empinado. Para aparentar uma exímia chef de cozinha parisiense, Rosane prestou atenção em personagens de longas, como Sem Reservas e Cozinhando Para a Máfia, ambos com temática gastronômica.

Falante e ainda insegura quando disseca a carreira que começou em 2004 - quando viveu a guerrilheira Criméia Alice no longa Araguaya - A Conspiração do Silêncio, de Ronaldo Duque -, ela começou a chamar atenção na telona com o longa O Magnata, de Johnny Araújo, rodado em 2007. Foi com esse trabalho que despertou o interesse do diretor Del Rangel para a trama da Band.

Acostumada a personagens densos e viscerais no cinema, como a exuberante operária Silmara de Falsa Loura, de 2007, a atriz diz que está se adaptando lentamente a Danielle, uma personagem de uma trama ingênua e romântica. "É uma outra proposta. Tem muito humor e está longe da densidade dos filmes que fiz. Estou aprendendo a gostar de TV. Mas cinema continua sendo meu xodó", assume a atriz.

Mesmo assim, Rosane chegou a fazer diversos testes para a TV antes de estrear em JK. "É verdade, fazia testes, mas não era chamada", confirma.

E assegura que foi para a Band porque a personagem é uma protagonista. "Claro que na Globo meu trabalho era mais visto, mas isso não é o principal. Nem sempre vou optar pela audiência, mas pelo que me dá prazer", avalia.

Ela evita falar sobre os recentes escândalos que envolveram seu pai, Timothy Mulholland, reitor da Universidade de Brasília. Ele teria gasto R$ 470 mil do órgão público na decoração de seu apartamento funcional.

"Meu pai não é ator e nem está na novela, vai!", implora a atriz, que pretende filmar seu próximo longa assim que terminarem as gravações de Água na Boca, no final deste ano. "Não dá para adiantar nada. Mas é um filme austríaco de um diretor que também não é brasileiro", desconversa.



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A Chef de cozinha de 'água na boca'

Da TV Press

29/05/2008 | 07:02


Após dois personagens pequenos na TV, Rosane Mulholland levou um susto quando foi chamada pelo diretor Del Rangel para viver uma protagonista. Na pele da francesinha Danielle em Água na Boca, nova investida da Band na dramaturgia, a atriz até que tem sido bastante requisitada no cinema nos últimos anos. Mas poucos lembram do seu rosto em novelas.

Sua última trama na TV foi como a Daniela de Sete Pecados, irmã mais nova de Priscila Fantin. Antes disso, apenas uma pequena participação na minissérie JK, como irmã de Sara Kubistchek, de Débora Falabella.

Com o convite na Band, a atriz deixou de lado personagens irmãs de atrizes conhecidas para se arriscar na gastronomia. "Sou boa de garfo, não de cozinha. Mas tento aprender a manusear uma faca, a fingir que sou boa na panela. Só me arrisco na cozinha do cenário. Em casa, só o básico", assume a atriz, apertando os olhinhos em um esboço de sorriso.

De descendência irlandesa, a atriz de 27 anos não precisou fazer uma vasta pesquisa para a francesinha de nariz empinado. Para aparentar uma exímia chef de cozinha parisiense, Rosane prestou atenção em personagens de longas, como Sem Reservas e Cozinhando Para a Máfia, ambos com temática gastronômica.

Falante e ainda insegura quando disseca a carreira que começou em 2004 - quando viveu a guerrilheira Criméia Alice no longa Araguaya - A Conspiração do Silêncio, de Ronaldo Duque -, ela começou a chamar atenção na telona com o longa O Magnata, de Johnny Araújo, rodado em 2007. Foi com esse trabalho que despertou o interesse do diretor Del Rangel para a trama da Band.

Acostumada a personagens densos e viscerais no cinema, como a exuberante operária Silmara de Falsa Loura, de 2007, a atriz diz que está se adaptando lentamente a Danielle, uma personagem de uma trama ingênua e romântica. "É uma outra proposta. Tem muito humor e está longe da densidade dos filmes que fiz. Estou aprendendo a gostar de TV. Mas cinema continua sendo meu xodó", assume a atriz.

Mesmo assim, Rosane chegou a fazer diversos testes para a TV antes de estrear em JK. "É verdade, fazia testes, mas não era chamada", confirma.

E assegura que foi para a Band porque a personagem é uma protagonista. "Claro que na Globo meu trabalho era mais visto, mas isso não é o principal. Nem sempre vou optar pela audiência, mas pelo que me dá prazer", avalia.

Ela evita falar sobre os recentes escândalos que envolveram seu pai, Timothy Mulholland, reitor da Universidade de Brasília. Ele teria gasto R$ 470 mil do órgão público na decoração de seu apartamento funcional.

"Meu pai não é ator e nem está na novela, vai!", implora a atriz, que pretende filmar seu próximo longa assim que terminarem as gravações de Água na Boca, no final deste ano. "Não dá para adiantar nada. Mas é um filme austríaco de um diretor que também não é brasileiro", desconversa.

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