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Bom retorno

Sempre defendi os amistosos da Seleção Brasileira...


Especial para o Diário

16/10/2012 | 00:00


Sempre defendi os amistosos da Seleção Brasileira. Eles dão chance para reunir o grupo, aumentar a convivência entre comissão técnica e jogadores e aproximar o time dos torcedores.

Lamentavelmente não é isso o que tem acontecido nos últimos tempos. Adversários fraquíssimos como China e Iraque não oferecem a mínima resistência e têm times inferiores a muitos clubes varzeanos.

O jogo contra o Iraque teve o único mérito de promover a volta do meia Kaká, depois de dois anos afastado da Seleção. Ele correu, fez gol, deu passes, lutou e colocou José Mourinho numa saia justa; por que não escalá-lo como titular no Real Madrid?

Fica apenas a dúvida se Kaká jogaria tudo o que se viu na Suécia contra uma seleção mais categorizada, que marque com mais eficiência e que dê menos espaços. Tomara que sim, mas o Iraque não serve de parâmetro. Nem o Japão, adversário de hoje.

Por isso é estranho ouvir Mano Menezes declarar que o time de quinta-feira será a base para a Copa das Confederações. Ele deveria ser testado contra Espanha, Argentina, Alemanha, adversários que nos venceram recentemente e não contra o Iraque e Japão.

Outra coisa que a CBF precisa pensar seriamente para os próximos anos é não prejudicar tanto os clubes com convocações exageradas de jogadores. O Santos, por exemplo, fez as contas e constatou: Neymar não vai jogar metade do Brasileiro deste ano por causa da Seleção. Isso é um pecado, para dizer o mínimo.

METAMORFOSE

Depois de duas belas vitórias no Brasileiro e uma na Copa Sul-Americana, imaginou-se que o Palmeiras deslancharia, fugindo assim, desta incômoda e vexatória posição na tabela do Brasileiro de 2012.

Perder para o São Paulo em clássico regional é até normal. Mas jogando mal daquele jeito? Na sequência ficou a esperança de triunfo sobre o Coritiba, adversário direto nas últimas colocações e com o total apoio da torcida da região de Araraquara.

O Palmeiras foi um fracasso e jogou muito mal, perdendo merecidamente. Renovou-se a esperança contra o Náutico e aconteceu outra decepção. E perguntavam como esse mesmo grupo foi campeão da Copa do Brasil. Surgem duas ou três respostas, algumas convincentes, outras não, mas a dúvida persiste.

Esse timeco, com essa defesa incompetente e poucos jogadores de mediana qualidade, vai afundar o Palmeiras. Mas como conseguiu ser campeão da Copa do Brasil, insisto? Não venham me dizer que foi por causa do Felipão, este também um dos maiores responsáveis pela situação atual.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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