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Simulado alerta sobre riscos de tubulação de gás eteno

André Henriques Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Treinamento foi realizado em 40 minutos na Avenida Kaete Richers na manhã de ontem


Bianca Barbosa
Especial para o Diário

14/11/2018 | 07:00


 Muita gente pode não saber, mas a Braskem possui um duto de 55 quilômetros que liga Santo André a Cubatão e, diferentemente dos oleodutos ou gasodutos comuns, este transporta eteno, gás incolor de onde é produzido o polietileno, matéria-prima de frascos de soro, tubulações, embalagens longa vida e tanques de combustível. Por se tratar de substância inflamável, é proibido cavar, furar, atear fogo ou construir nas faixas por onde o duto passa. Como forma de treinar as equipes e informar a população, a empresa, com a ajuda do 8° GB (Grupamento de Bombeiros) do Grande ABC, Defesa Civil e Prefeitura de Ribeirão Pires, realizou simulado coletivo de segurança na manhã de ontem na Avenida Kaete Richers, entre os bairros Ponte Seca e Vila Marquesa, em Ribeirão Pires.

Durante a simulação, três trabalhadores capinavam mato na calçada da via, na altura do número 1.600, quando um deles atingiu por acidente o etenoduto e provocou vazamento. Houve explosão e o trio se machucou, permanecendo caído ao chão. Na sequência, viatura de trânsito da Prefeitura interditou o local e acionou a Braskem. Os bombeiros da empresa contaram com auxílio de duas viaturas do 8º GB, de ambulâncias da Defesa Civil e da Prefeitura. As três vitimas foram socorridas e o vazamento foi resolvido. Todo este processo durou 40 minutos.

“Simulado é um momento de aprender, de notarmos o que dá certo e o que é preciso melhorar. No geral, funcionou bem”, disse o engenheiro de segurança da Braskem, Luiz Sarno, 53 anos. Apesar de quebrar a rotina dos moradores, o evento não causou tumulto ou trânsito.

Além de treinar toda a equipe de emergência, o evento foi importante para informar a população sobre o que é e quais cuidados devem ser tomados em relação ao enoduto. “O gás fica a 1,20 metro abaixo da terra, mesmo assim é necessário que as pessoas saibam que não devem cavar, atear fogo ou construir em cima dos trechos do duto”, alertou Sarno.

Ao longo dos 55 quilômetros de duto, sete pessoas ficam responsáveis por verificar diariamente se está tudo certo com a tubulação.



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Simulado alerta sobre riscos de tubulação de gás eteno

Treinamento foi realizado em 40 minutos na Avenida Kaete Richers na manhã de ontem

Bianca Barbosa
Especial para o Diário

14/11/2018 | 07:00


 Muita gente pode não saber, mas a Braskem possui um duto de 55 quilômetros que liga Santo André a Cubatão e, diferentemente dos oleodutos ou gasodutos comuns, este transporta eteno, gás incolor de onde é produzido o polietileno, matéria-prima de frascos de soro, tubulações, embalagens longa vida e tanques de combustível. Por se tratar de substância inflamável, é proibido cavar, furar, atear fogo ou construir nas faixas por onde o duto passa. Como forma de treinar as equipes e informar a população, a empresa, com a ajuda do 8° GB (Grupamento de Bombeiros) do Grande ABC, Defesa Civil e Prefeitura de Ribeirão Pires, realizou simulado coletivo de segurança na manhã de ontem na Avenida Kaete Richers, entre os bairros Ponte Seca e Vila Marquesa, em Ribeirão Pires.

Durante a simulação, três trabalhadores capinavam mato na calçada da via, na altura do número 1.600, quando um deles atingiu por acidente o etenoduto e provocou vazamento. Houve explosão e o trio se machucou, permanecendo caído ao chão. Na sequência, viatura de trânsito da Prefeitura interditou o local e acionou a Braskem. Os bombeiros da empresa contaram com auxílio de duas viaturas do 8º GB, de ambulâncias da Defesa Civil e da Prefeitura. As três vitimas foram socorridas e o vazamento foi resolvido. Todo este processo durou 40 minutos.

“Simulado é um momento de aprender, de notarmos o que dá certo e o que é preciso melhorar. No geral, funcionou bem”, disse o engenheiro de segurança da Braskem, Luiz Sarno, 53 anos. Apesar de quebrar a rotina dos moradores, o evento não causou tumulto ou trânsito.

Além de treinar toda a equipe de emergência, o evento foi importante para informar a população sobre o que é e quais cuidados devem ser tomados em relação ao enoduto. “O gás fica a 1,20 metro abaixo da terra, mesmo assim é necessário que as pessoas saibam que não devem cavar, atear fogo ou construir em cima dos trechos do duto”, alertou Sarno.

Ao longo dos 55 quilômetros de duto, sete pessoas ficam responsáveis por verificar diariamente se está tudo certo com a tubulação.

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